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	<title type="html">Educação Digital</title>
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            <updated>2009-11-04T20:41:38Z</updated>

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	<title type="html">Intel, USAID e UNESCO estabelecem parceria para incluir 10 mil jovens brasileiros no mundo digital</title>
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	<published>2009-11-04T20:36:43Z</published>
	<updated>2009-11-04T20:41:38Z</updated>

	<summary type="html">Materiais e metodologia do Programa Intel Aprender chegarão a áreas em situação de risco por meio de centros de inclusão social mantidas pela UNESCO. A Fundação Intel realizou uma parceria com a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p><em>Materiais e metodologia do Programa Intel Aprender chegarão a áreas em situação de risco por meio de centros de inclusão social mantidas pela UNESCO.</em></p>

<p>A Fundação Intel realizou uma parceria com a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para implementação da metodologia do Programa Intel Aprender em cerca de 180 centros comunitários de educação do país. Por meio dos cursos &#8220;Tecnologia e Comunidade&#8221; e &#8220;Tecnologia no Trabalho&#8221;, a iniciativa capacitará mais de 10 mil crianças e jovens no uso da tecnologia da informação.</p>

<p>A Fundação Intel, a USAID e a UNESCO oferecerão cursos de informática a jovens que freqüentam o programa &#8220;Atendimento Integral ao Educando e à Comunidade na Perspectiva de uma Cultura de Paz no Distrito Federal&#8221;, parceria entre a UNESCO e a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, e a crianças atendidas pelos quatro Espaços Criança Esperança, mantidos pela campanha Criança Esperança, um projeto da REDE GLOBO em parceira com a UNESCO, em comunidades das cidades de São Paulo-SP, Rio de Janeiro-RJ, Belo Horizonte-BH e Olinda-PE. Com esta iniciativa, a Intel prevê que jovens inseridos em comunidades de risco possam se dedicar a atividades extracurriculares nas escolas e nos centros comunitários.</p>

<p>&#8220;O acesso à tecnologia é fundamental para a redução da desigualdade social, colabora para a formação de jovens e contribui para o aumento da competitividade do país, pois permite uma rápida evolução de idéias e habilidades necessárias para enfrentar os desafios do século XXI&#8221;, disse Fabio Tagnin, gerente de Educação da Intel Brasil. &#8220;Acreditamos que projetos de sucesso estimularão a participação de entidades não-governamentais, representantes do setor público e da iniciativa privada em atividades que incentivem a educação, com a elaboração de políticas efetivas de inclusão social&#8221;, completa o executivo da Intel.</p>

    		<p>&#8220;Para a USAID as parcerias público-privadas são o melhor e o mais eficiente mecanismo para promover desenvolvimento. É com base nesse pensamento que acreditamos que esta iniciativa tem um grande potencial para expandir oportunidades econômicas e promover inclusão social e melhorar a qualidade de vida de milhares de jovens&#8221;, disse Alex Araújo, Assessor de Desenvolvimento Sócio-Econômico da USAID Brasil. </p>

<p>&#8220;A UNESCO encoraja os esforços do setor privado na promoção de iniciativas de responsabilidade social e participa em diversos projetos de parceria em prol da inclusão social de jovens em situação de risco, como é o caso desta parceria com a Intel e a USAID. Tais iniciativas têm grande importância para a construção de uma sociedade mais cidadã, por meio da promoção do protagonismo juvenil e da preparação para o mercado de trabalho&#8221;, disse Marlova Noleto, coordenadora de Ciências Humanas e Sociais da UNESCO no Brasil.</p>

<p>Os jovens poderão se matricular em dois cursos que compõe o programa Intel Aprender, ambos formatados na estrutura de projetos, nos laboratórios de informática dos Espaços Criança Esperança e nas escolas da rede pública do Distrito Federal. 
O curso &#8220;Tecnologia e Comunidade&#8221; dará a grupos de estudantes a chance de elaborarem seus trabalhos, desde a definição do tema e identificação do problema, comunicação para a sociedade e proposta de solução. </p>

<p>Já o curso &#8220;Tecnologia no Trabalho&#8221; é focado para jovens que já estão se preparando para ocupar um posto no mercado de trabalho, usando a tecnologia como base para construir conhecimento sobre profissões e oportunidades de carreira. 
O Programa Intel Aprender será o responsável pelo fornecimento dos materiais e da metodologia de aprendizagem para ambos os cursos. A capacitação dos professores e monitores dos centros de inclusão e escolas será realizada pela Fundação Bradesco, parceira da Intel em diversos programas educacionais. E caberá à UNESCO o planejamento, execução, supervisão e avaliação do Programa. Mais informações sobre o programa Intel Aprender podem ser acessadas pelo <a href="http://www.intel.com/education/la/es/paises/Brasil/programas/aprender-Brasil.htm">site do programa</a>.</p>

    		
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	<title type="html">Educação, TICs e Investimento</title>
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	<published>2009-07-02T21:14:52Z</published>
	<updated>2009-07-03T15:00:56Z</updated>

	<summary type="html">Com a ampliação do debate sobre os possíveis benefícios do uso de tecnologia da informação e comunicação (TIC) na educação, torna-se essencial discutir também a melhor forma de se promover esse tipo de investimento, seja ele público ou privado, para...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
	</author>
	
	
		
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		<![CDATA[
    		<p>Com a ampliação do debate sobre os possíveis benefícios do uso de tecnologia da informação e comunicação (TIC) na educação, torna-se essencial discutir também a melhor forma de se promover esse tipo de investimento, seja ele público ou privado, para que haja, de fato, melhora na qualidade da educação.</p>

<p>Não conhecer as demandas reais, duplicar o investimento realizando as mesmas ações que outras organizações, pautar a discussão apenas no investimento em si e deixar de lado os resultados que serão alcançados são exemplos de obstáculos existentes. </p>

<p>Esses e outros obstáculos foram identificados no  2º Workshop de Alinhamento do Investimento Social Privado em Educação promovido em  26 de junho pelo <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Default.aspx">Todos Pela Educação</a>, o GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas e o Insper - Instituto de Ensino e Pesquisa. </p>

    		<p>Quanto às soluções, foi sugerido:</p>

<ul>
<li><p>Basear a negociação em informação
o   Organizar projetos e ações com base em informações reais
o   Conhecer as ações que já estão sendo realizadas</p></li>
<li><p>Reduzir a duplicidade de ações
o   Ter foco em interesses comuns
o   Criar projetos que visem não só os interesses próprios, mas os interesses comuns, interesses de todos os envolvidos
o   Criar áreas e prioridades comuns para o investimento</p></li>
<li><p>Promover um alinhamento comportamental
o   Levar em consideração as diferentes visões
o   Tentar conduzir a negociação com base nos pontos convergentes
o   Buscar consensos, envolvendo todos os atores na discussão</p></li>
<li><p>Envolver toda a sociedade, em especial pais, alunos e escolas
Clique nos links abaixo e faça o download do conteúdo do evento: </p></li>
</ul>

<p><a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Uploads.aspx?folder=Biblioteca\&amp;id=1cc2a38c-6129-4ffd-8a0b-e2e213d6ddc8.pdf">Conteúdo da dinâmica &#8220;O papel de cada ator: obstáculos e soluções&#8221; </a></p>

<p><a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Uploads.aspx?folder=Biblioteca\&amp;id=d8f6b78e-b057-4173-bd8b-d736090d83e3.pdf">Resultados da dinâmica &#8220;O papel de cada ator: obstáculos e soluções&#8221; </a></p>

<p><a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Uploads.aspx?folder=Biblioteca\&amp;id=1100ee3d-b6ad-45b2-851b-fadda1147034.pdf">Apresentação Ana Lima: Mini Censo - GIFE </a></p>

<p><a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Uploads.aspx?folder=Biblioteca\&amp;id=e72716df-cd42-488f-8ab1-6df470e74aa4.pdf">Apresentação Maria do Pilar Lacerda: O PAR e a qualidade da Educação </a></p>

<p>Outro marco relevante ocorrido na mesma semana, diz respeito ao investimento público em Educação. Em 1 de julho a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação aprovou de uma moção pedindo urgência na aprovação da Proposta de Emenda Constucional <a href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=403508">(PEC) 277/2008</a>, que propõe o fim gradativo da DRU - Desvinculação dos Recursos da União - para a Educação e a ampliação da obrigatoriedade do ensino para crianças e jovens de 4 a 17 anos. 
A DRU foi criada em 1994 e permite que até 20% da arrecadação dos impostos e contribuições possa ser desvencilhada das vinculações obrigatórias. Com este dispositivo, a União, que segundo a constituição deve investir 18% dos impostos em Educação, pode destinar até 1/5 destes recursos para outras áreas.</p>

<p>Segundo o Todos pela Educação, A PEC é importante para assegurar que o País possa alcançar em especial  2 metas propostas pelo movimento: a Meta 1 - toda criança e jovem de 4 a 17 na escola e a Meta 5 - investimento em Educação ampliado e bem gerido. Ainda Segundo o Todos pela Educação, o investimento público direto em Educação Básica deveria chegar a 5% do PIB até 2010, mantendo-se no mínimo neste patamar até 2022.</p>

<ul>
<li><a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Uploads.aspx?folder=Biblioteca\&amp;id=914531dc-0070-433f-8bea-d277f50030bc.pdf">Moção de apoio à aprovação da PEC 277/08  </a></li>
</ul>

    		
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	<title type="html">Grupo de empresas e institutos brasileiros busca trabalho único no processo de identificação de metas globais e regionais de uso de TIC na educação</title>
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	<published>2009-06-29T19:28:58Z</published>
	<updated>2009-06-29T19:40:44Z</updated>

	<summary type="html">(Matéria publicada no TIC Brasil Educação, de 29 de junho de 2009) A criação de metas locais do uso de TIC na educação, relacionadas às metas do Todos Pela Educação e alinhadas a metas regionais (eLAC 2010) e globais (Agenda...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
	</author>
	
	
		
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		<![CDATA[
    		<p><em>(Matéria publicada no TIC Brasil Educação, de 29 de junho de 2009)</em></p>

<p>A criação de metas locais do uso de TIC na educação, relacionadas às metas do Todos Pela Educação e alinhadas a metas regionais (eLAC 2010) e globais (Agenda Global 2009 do Forum Econômico Mundial), é o objetivo de um Grupo de empresas e institutos brasileiros para fortalecer a educação no País. Trata-se do Grupo de Discussão de TIC na Educação, que tem como proposta construir um grupo de trabalho único que possa estabelecer metas e ações em educação, integrando o trabalho que vem sendo feito pelo Instituto para o Desenvolvimento e Inovação Educativa (IDIE) com indicadores, e consolidando a parte de educação do Fórum de Lideres Digitais (DLF), iniciativa do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e da Intel Brasil. Nesse sentido, para dar continuidade ao trabalho de indicadores e metas de TIC na educação, a Intel realizará uma reunião de trabalho, no auditório da empresa, em São Paulo, na próxima quinta-feira (02). Estarão presentes representantes de todos os institutos e organizações, que vêm participando das discussões de uso de tecnologia na educação, tanto no âmbito do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE) quanto nos grupos paralelos. Em entrevista à TIC Educação, Fabio Tagnin, Gerente de Educação da Intel Brasil, falou sobre a iniciativa e detalhou o que será discutido na reunião de trabalho do próximo dia 02. Tagnin falou ainda sobre a importância de mapear o relacionamento entre ações, indicadores, resultados e metas da educação. Segundo ele, muitos municípios não têm idéia de como realizar ações concretas para endereçar seus problemas e tirar proveito das oportunidades e programas oferecidos por organizações e empresas na área de tecnologia educacional.</p>

<p>TIC - De onde partiu a iniciativa da criação do Grupo de Discussão de TIC na Educação e o que será debatido na reunião de trabalho do dia 02 em relação aos indicadores e metas de TIC na educação?</p>

<p><strong>Fabio Tagnin</strong> - A criação do grupo foi uma convergência de iniciativas de institutos e organizações. A Intel e o MBC organizaram, no Brasil, um Fórum de Líderes Digitais em dezembro de 2007, com uma segunda edição em 2008, em que participaram executivos de diversas empresas brasileiras, membros da academia, instituições e do Governo Federal. O então presidente do conselho da Intel, Craig Barrett, também estava presente, como representante do G@id (Global Alliance for ICT and Development), grupo da ONU ligado às iniciativas de desenvolvimento com o uso da tecnologia. O objetivo do fórum é fomentar a discussão de políticas públicas e ações estratégicas, que promovam a competitividade por meio do uso de tecnologia da informação e comunicação, criando sinergia entre os líderes locais, identificando oportunidades de parcerias público-privadas e estabelecendo um processo de acompanhamento dos avanços em ações concretas. A primeira edição teve foco muito grande em educação para a competitividade, enquanto a segunda abriu a discussão também para a capacitação profissional, inclusão digital, gestão pública e infra-estrutura. No início deste ano, a Intel e o MBC firmaram uma parceria para dar continuidade ao Fórum de Líderes Digitais, com foco em educação, inovação e gestão pública. Em paralelo, dando continuidade à discussão específica sobre educação, a Intel iniciou junto à Microsoft, Instituto Ayrton Senna e Instituto Crescer, um processo de identificação de metas globais e regionais de uso de TIC na educação, com base em discussões do Fórum Econômico Mundial e do eLAC 2010. Com esse processo, fomos convidados a nos juntar a um grupo maior, ligado ao GIFE, que também estava iniciando uma discussão de metas e indicadores de uso de TIC na educação, com base em um estudo iniciado pelo IDIE, criado pela OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura) e Fundação Telefônica da Espanha. Quanto à reunião do dia 02, o objetivo é unir esforços e consolidar um grupo único, com uma reunião de trabalho para construir uma proposta coletiva.</p>

    		<p>TIC - Como está o processo para a criação desse grupo de trabalho único, que pretende integrar o que vem sendo feito pelo Fórum de Lideres Digitais, pelo e-LaC e pela Agenda Global 2009?</p>

<p><strong>Fabio Tagnin</strong> - O grupo cresceu e avançou no mapeamento de algumas ações locais, discutindo sua avaliação e contribuição para as metas do eLAC, inclusive junto a representantes do Ministério da Educação. Os estudos do IDIE também foram compartilhados com os institutos, que agora estão analisando as metas da Agenda Global 2009 do Fórum Econômico Mundial e sua possível contribuição para as cinco metas do Movimento Todos Pela Educação. O MBC ajuda na condução do processo, enquanto estabelecemos uma metodologia de atribuição de indicadores quantitativos e qualitativos que possam ser usados no acompanhamento das ações da rede pública de educação em direção às metas que serão estabelecidas.</p>

<p>TIC - Qual a importância de mapear o relacionamento entre ações, indicadores, resultados e metas da educação entre os diversos grupos?</p>

<p><strong>Fabio Tagnin</strong> - Hoje, muitos municípios, mesmo com o seu PAR (Plano de Ações Articuladas), ainda não têm idéia de como realizar ações concretas para endereçar seus problemas e tirar proveito das oportunidades e programas oferecidos por organizações e empresas na área de tecnologia educacional. Há diversos projetos de eficiência comprovada sendo realizados em muitos deles, mas não há um guia ou manual de como melhorar a qualidade da educação e promover o desenvolvimento e a competitividade no País com TIC. Daí a importância de se ter a discussão, a articulação entre a academia, instituições e governos, para estabelecer um processo eficaz e equipado com instrumentos de acompanhamento, que possa ser adotado pelos municípios e estados na condução de um plano de estímulo à melhoria da educação de crianças, jovens e adultos. É interessante notar que essa discussão não está acontecendo só no Brasil, mas em muitos outros países, em âmbitos regionais e até global. Há diversos Fóruns, Congressos, Organizações, Universidades e outros grupos tentando medir a eficiência do uso de tecnologia no aprendizado, e há diversos tipos de tecnologias sendo empregados em modelos, na maioria das vezes, muito distintos, tornando difícil a mensuração e comparação de resultados. Não temos a ambição de descobrir o caminho certo, mesmo porque entendemos que pode haver vários deles, mas sim de dar à sociedade brasileira a oportunidade de crescer por meio de medidas coerentes, de eficácia comprovada e alinhadas a um norte muito bem definido pelo Movimento Todos Pela Educação.</p>

<p>TIC - No cenário da sociedade da informação, qual a importância de unir setor privado, sociedade civil e governos para a construção de uma sociedade da informação inclusiva e voltada para o desenvolvimento?</p>

<p><strong>Fabio Tagnin</strong> - Ações desarticuladas podem até imprimir efeitos benéficos localizados, mas não têm a força de mudar a sociedade e promover o real crescimento em direção ao desenvolvimento. Quando se junta o setor privado, com suas ações de responsabilidade social corporativa, à sociedade civil e aos governos igualmente responsáveis, está se buscando uma unidade coesa que tenha metas determinadas e o compromisso de atingi-las, trabalhando em políticas públicas voltadas ao desenvolvimento. Uma parte cobra a outra, empurrando o processo para a frente e unindo recursos para a inclusão dos cidadãos na sociedade do conhecimento. Os problemas localizados passam a ser parte de uma consciência coletiva, que contribui para sua solução. Hoje, se fala muito em inovação como motor do desenvolvimento, e é isso que buscamos nessas parcerias: a disseminação do conhecimento para a construção de mais conhecimento, o fomento à criatividade para gerar inovação e, quem sabe, chegar a resolver alguns problemas graves da nossa sociedade, como a pobreza, a exclusão, a exploração descontrolada do meio-ambiente e, claro, a qualidade do processo de ensino e aprendizagem.</p>

    		
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	<title type="html">Brasileiros se destacam na Intel ISEF, maior feira internacional pré-universitária do mundo</title>
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	<published>2009-05-25T17:27:28Z</published>
	<updated>2009-05-25T17:39:20Z</updated>

	<summary type="html">(Matéria publicada no TIC Brasil Educação, de 25 de maio de 2009) Alunos de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul foram destaques na maior feira internacional pré-universitária do mundo, a Intel International Science and Engineering Fair (Feira Internacional...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p><em>(Matéria publicada no TIC Brasil Educação, de 25 de maio de 2009)</em></p>

<p>Alunos de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul foram destaques na maior feira internacional pré-universitária do mundo, a Intel International Science and Engineering Fair (Feira Internacional de Ciências e Engenharia - Intel ISEF), que, este ano, foi realizada de 10 a 15 de maio, em Nevada, nos Estados Unidos, reunindo 500 estudantes de cerca de 50 países. O aluno do curso técnico de Mecânica do Cefet-MG, Rafael Gazzin, faturou o 3º lugar na categoria &#8220;Electrical and Mechanical Engineering&#8221;, com o projeto &#8220;Jet Engine by Compression through Shock Waves and Autonomous Acceleration&#8221;. Na mesma categoria, o aluno Felipe Gabriel Kuhn Soares, da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, conquistou o quarto lugar, com o projeto Preignition Detector. A Intel ISEF é a maior competição mundial pré-universitária, na área de ciências, que fornece uma oportunidade aos melhores jovens cientistas e inventores do mundo de se reunir para compartilhar idéias, apresentar seus projetos inovadores e concorrer a prêmios em dinheiro e bolsas de estudo. A feira é a única internacional que abrange alunos de todas as ciências naturais. Todos os anos, mais de 65 mil alunos do Ensino Médio competem em feiras regionais de ciências em cerca de 500 feiras afiliadas da Intel ISEF realizadas em todo o mundo. Mais de 1.500 alunos de aproximadamente 50 países têm a chance de concorrer a cerca de US$ 4 milhões em bolsas de estudo e prêmios, em 14 categorias científicas.</p>

<p>Em entrevista exclusiva à TIC Educação, Ruy Castro, Gerente de Educação da Intel Brasil, falou sobre o evento e sobre as políticas de educação da companhia. Segundo Ruy, apenas na última década, a Intel investiu mais de US$ 1 bilhão e seus funcionários doaram 2,5 milhões de horas para melhorar a educação em 50 países. Leia a entrevista clicando no link Leia Mais a seguir.</p>

    		<p><strong>TIC - Do que se trata a Intel ISEF?</strong></p>

<p>Ruy Castro - A Intel International Science and Engineering Fair (Intel ISEF) é a maior competição cientifica pré-universitária do mundo e reúne jovens cientistas de mais de 50 países. A feira é realizada desde 1950 pela Society for Science &amp; the Public (SSP), organização não-governamental dedicada ao engajamento público em educação e pesquisa científica.</p>

<p><strong>TIC - Quem pode participar e como funciona?</strong></p>

<p>Ruy Castro - Os finalistas da Intel ISEF são selecionados anualmente pelas mais de 550 feiras afiliadas em todo o mundo. Os projetos finalistas abordam questões científicas desafiadoras que envolvem as mais importantes necessidades do mundo atual. Aproximadamente, 20% dos projetos apresentados este ano foram patenteados ou submetidos ao processo de patentes. Todas as feiras afiliadas à Intel ISEF consistem em, ao menos, 5 colégios participantes e/ou, no mínimo, 50 alunos. Cada feira afiliada pode enviar dois projetos individuais e o projeto de um time para competir na Intel ISEF. Os estudantes são julgados pelos critérios de criatividade e pensamento científico. Mais de 1.200 profissionais de ciências, engenharia e mercado foram juízes da Intel ISEF. Todos eles precisam ter PhD ou grau equivalente, bem como seis anos de experiência relevante no setor. Em 2009, 28 estudantes brasileiros representaram o país com 18 projetos selecionados em duas importantes feiras brasileiras de ciências: a FEBRACE - Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, e da MOSTRATEC - Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia. Os 28 estudantes tiveram a oportunidade de apresentar seus projetos na Intel ISEF e trocar experiências com estudantes de diversos países do mundo. Neste ano, cerca de 1.500 projetos de estudantes provenientes de mais de 50 países e regiões concorreram a mais de US$ 4 milhões em prêmios, como bolsas de estudos, cursos e produtos tecnológicos.</p>

<p><strong>TIC - Qual a participação da Intel?</strong></p>

<p>Ruy Castro - A Intel é patrocinadora nominal da ISEF desde 1996. Desde então, o número de finalistas cresceu 40% - para mais de 1500 alunos - e o número de países e regiões participantes cresceu 70% - para mais de 50 países. A Intel tem focado no aumento da participação internacional, além de ampliar os prêmios e reconhecimentos aos jovens cientistas e às feiras afiliadas. No entanto, o compromisso da Intel com a educação vai muito além da Intel ISEF. Apenas na última década, a companhia investiu mais de US$ 1 bilhão e seus funcionários doaram 2,5 milhões de horas para melhorar a educação em 50 países. Além das iniciativas próprias, a companhia apóia os governos nos países em que atua em projetos que promovam a aceleração dos investimentos de TICs, projetos de inclusão digital e educação para melhoria dos fatores socioeconômicos. Para conhecer mais sobre a iniciativa Intel Educação, acesse www.intel.com/education.</p>

<p><strong>TIC - De que forma a Intel ISEF incentiva e encoraja mais jovens a explorar a ciência e a tecnologia no Ensino Superior e na própria carreira?</strong></p>

<p>Ruy Castro - A participação de estudantes em feiras internacionais, como a Intel ISEF, são de extrema importância para despertar o interesse da juventude sobre disciplinas como ciências e matemática. A Intel Brasil tem grande satisfação em poder levar alunos brilhantes para exibirem seus potenciais projetos na maior feira científica pré-universitária do mundo. É preciso estimular idéias e promover debates que visem avanços e inovações tecnológicas, que beneficiarão toda a sociedade. A Intel acredita que a inovação e a tecnologia do amanhã começam hoje nas melhores universidades ao redor do mundo. Está focada também em colaborar com universidades para desenvolver relações empresariais, pesquisas e programas de cursos que ajudam as comunidades a melhorar o conhecimento da economia de hoje. Na economia baseada no conhecimento, a tecnologia é a chave para a competitividade global. Para os países se tornarem ou continuarem a ser competitivos, suas universidades devem produzir uma geração de técnicos inovadores que contribuam para o avanço da tecnologia e da economia locais. Para alcançar esta meta, a Intel colabora com as melhores universidades ao redor do mundo para expandir os currículos universitários, comprometer-se com pesquisas específicas, apoiar os estudantes a alcançar graus técnicos avançados e desenvolver aptidão de inovação local através de relações empresariais. O apoio da companhia aos currículos de educação superior e pesquisa entende-se a mais de 150 universidades em mais de 34 países. A participação da universidade só acontece por convite da Intel.</p>

    		
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	<title type="html">Fórum Mundial na América Latina discute como educar a nova geração empreendedora</title>
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	<id>tag:blogs.intel.com,2009:/educacaodigital//23.2947</id>

	<published>2009-04-20T14:25:11Z</published>
	<updated>2009-05-05T11:18:23Z</updated>

	<summary type="html">&#8220;O empreendedorismo nunca foi tão importante quanto nessa época de crise financeira.&#8221; É assim que começa a chamada para a oficina de empreendedorismo realizada no Fórum Econômico Mundial para a América Latina 2009, realizado no Rio de Janeiro de 14...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
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    		<p>&#8220;O empreendedorismo nunca foi tão importante quanto nessa época de crise financeira.&#8221; É assim que começa a chamada para a oficina de empreendedorismo realizada no Fórum Econômico Mundial para a América Latina 2009, realizado no Rio de Janeiro de 14 a 16 de abril. Durante o evento, assistido por líderes regionais dos setores privado, público e organizações sem fins lucrativos, foram discutidos diversos temas ligados à crise mundial, mas um deles teve atenção especial, o problema do empreendedorismo na América Latina.</p>

<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="GEI picture 1.jpg" src="http://blogs.intel.com/educacaodigital/wef/GEI%20picture%201.jpg" width="350" height="263" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></span>Segundo relatórios apresentados, mais de 72 milhões de crianças na idade da escola primária, 4 milhões só na América Latina, estão hoje fora da escola. 55% dessas crianças são meninas, e na América Latina são 53%. Essa falta de oportunidades, de recursos e de oferta é piorada no continente americano pelo tempo levado para se iniciar um negócio: 65 dias em média, quase três vezes mais do que em países de economia mais avançada. Se combinarmos isso com o fato histórico de que nenhum país chegou a atingir um rápido e contínuo crescimento econômico sem que antes 40% de sua população adulta estivesse apta a ler e escrever, temos um quadro que precisa imediatamente ser revertido.</p>

<p>Foi com essa base que iniciamos as discussões sobre os maiores problemas da educação empreendedora na região. Cerca de 60 líderes regionais, incluindo empreendedores sociais do terceiro setor, dividiram sua atenção entre a educação primária, secundária, terciária e continuada, para buscar recomendações que pudessem ser seguidas se, em 2020, quisermos ter resolvido o problema básico da educação no que tange à iniciativa criativa, empreendimentos inovadores e novas habilidades a serem desenvolvidas nos jovens de nossa sociedade.</p>

    		<p>Entre as principais conclusões estão a importância de se criar parcerias público-privadas dentro de um ecosistema educacional, envolvendo lideranças de governo, sociedade civil, universidades e empresas em iniciativas com objetivos claros, metas mensuráveis e programas abrangentes e escaláveis. As empresas precisam ter um papel cada vez maior em sua responsabilidade social, na contribuição de recursos, na construção de currículo e com representantes que sejam vistos como modelos exemplares de inspiração para nossos jovens.</p>

<p>Os governos precisam criar incentivos fiscais, contribuir com empréstimos especiais, e apoiar programas nacionais para mudar o modelo educacional vigente. Devem também propor mudanças legislativas para diminuir o tempo levado para se abrir um negócio e promover assim a iniciativa empreendedora e também o empreendedorismo social.  Em seus sistemas curriculares, necessitam incluir valores éticos, de cidadania, transparência e atitude comportamental, para formar o caráter de seus alunos.</p>

<p>E finalmente o papel do professor precisa mudar. De simples agente transmissor de conhecimento, o professor precisa passar a ser um mediador, um catalizador no processo de aprendizagem, fazendo com que os jovens aprendam a aprender. É preciso apoiar a aprendizagem experiencial dentro e fora de sala de aula, com ferramentas tecnológicas, laboratórios e vivência, envolvendo atividades de colaboração, incentivando a análise crítica, e a resolução efetiva de problemas do cotidiano. É necessário e imprescindível que se use a tecnologia disponível na formação dos professores, para que eles estejam preparados para serem os agentes de mudança no sistema educacional do século XXI.</p>

<p>Com esses investimentos na formação de professores, na movimentação da sociedade civil, envolvendo pais e mestres nessa mudança do sistema educacional, acreditamos que podemos incorporar a inovação e a criatividade de volta na educação básica, tornando nossos jovens mais críticos, mais preparados, e mais empreendedores.</p>

<p>Desde 2003, o Fórum Econômico Mundial tem uma iniciativa educacional, chamada <a href="http://www.weforum.org/en/initiatives/gei/index.htm">Global Education Initiative (GEI)</a>. Em 2007 ela mudou seu foco, que era em alguns países apenas, para uma escala mundial, realizando uma parceria com a UNESCO para codificar, socializar e catalizar o uso de parcerias múltiplas na educação (<a href="http://www.weforum.org/en/initiatives/gei/PartnershipsforEducation/index.htm">MSPE, de Multistakeholder Partnerships in Education</a>), e abrindo uma aliança educacional global (<a href="http://www.weforum.org/en/initiatives/gei/GlobalEducationAlliance/index.htm">Global Education Initiative</a>)para implementar esses modelos de parcerias múltiplas no apoio à Iniciativa Rápida de Educação Para Todos (<a href="http://www.efafasttrack.org/">Education For All Fast Track Initiative</a>), uma coalizão global de US$ 1,2 bilhões, onde doadores em diversos países têm o objetivo comum de implementar a Educação para Todos das Organizações das Nações Unidas (EFA, de Education for All) e as metas de desenvolvimento do milênio (MDG, Millenium Development Goals) na educação (veja abaixo).</p>

<p align="center"><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><a href="http://blogs.intel.com/educacaodigital/wef/MDG%20Education.gif"><img alt="MDG Education.gif" src="http://blogs.intel.com/educacaodigital/wef/MDG%20Education.gif" width="450" height="210" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></a></span></p>

<p><a href="http://www.weforum.org/en/knowledge/Events/2009/WorldEconomicForumonLatinAmerica/KN_SESS_SUMM_27996?url=/en/knowledge/Events/2009/WorldEconomicForumonLatinAmerica/KN_SESS_SUMM_27996">Um resumo das recomendações da oficina pode ser encontrado aqui.</a></p>

<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=KZxNBY7tjNc">Veja também um vídeo mostrando o status da Global Education Initiative em 2008 aqui.</a></p>

    		
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	<title type="html">O que o Fórum Econômico Mundial recomenda?</title>
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	<id>tag:blogs.intel.com,2009:/educacaodigital//23.2946</id>

	<published>2009-04-20T13:55:47Z</published>
	<updated>2009-04-20T19:08:04Z</updated>

	<summary type="html">De 14 a 16 de abril realizou-se no Rio de Janeiro a reunião do Fórum Econômico Mundial sobre a América Latina. Apesar das discussões focarem no atual momento econômico e nas incertezas associadas a ele, buscou-se destacar a grande oportunidade...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p>De 14 a 16 de abril realizou-se no Rio de Janeiro a <a href="http://www.weforum.org/en/events/WorldEconomicForumonLatinAmerica2009/index.htm">reunião do Fórum Econômico Mundial sobre a América Latina</a>. Apesar das discussões focarem no atual momento econômico e nas incertezas associadas a ele, buscou-se destacar a grande oportunidade que vivemos de profunda transformação de nossos valores, comportamento e políticas públicas para promover um ciclo de desenvolvimento sustentável para a região.</p>

<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="WEF LAR 2009.jpg" src="http://blogs.intel.com/educacaodigital/WEF%20LAR%202009.jpg" width="631" height="118" class="mt-image-center" style="text-align: center; display: block; margin: 0 auto 20px;" /></span></p>

<p>Ao discutir <a href="http://www.weforum.org/en/knowledge/Events/2009/WorldEconomicForumonLatinAmerica/KN_SESS_SUMM_28673?url=/en/knowledge/Events/2009/WorldEconomicForumonLatinAmerica/KN_SESS_SUMM_28673">como tecnologia da informação pode ajudar</a>, além do habitual reconhecimento de que o uso de tecnologia tanto para o setor privado como para o setor público aumenta produtividade e competitividade, houve destaque para o aspecto social atrelado à sociedade do conhecimento. Tecnologia associada à educação é peça-chave para a criação de um ambiente colaborativo, base desse novo modelo de sociedade em que vivemos. Entretanto, faz-se necessário o desenvolvimento da infraestrutura adequada para aumentar o acesso à internet, e a aceleração da oferta de banda-larga é prioridade máxima.  Há que se implementar medidas de estímulo econômico para aumentar a disponibilidade e reduzir o custo da banda larga e consequentemente aumentar a inclusão digital.</p>

    		<p>Educação é base para inovação, palavra de ordem em momentos difíceis, mas também condição &#8220;sine qua non&#8221; para a sobrevivência das empresas, dos negócios em qualquer momento.  Constam da Agenda Global do Fórum Econômico Mundial para 2009 recomendações específicas para a transformação da Educação com uso de tecnologia. Além de propor a eliminação de barreiras estruturais, destaca-se a importância de facilitar a ligação doméstica e internacional entre instituições para tornar o conteúdo digital mais acessível; a oportunidade de tornar o aprendizado mais atraente e efetivo com o uso de novas tecnologias que permitam simulações, animações, jogos virtuais e o networking social; e a necessidade de capacitar professores e incentivar líderes educacionais a adotarem novos modelos de aprendizagem.  Essas propostas podem ser de extrema importância no Brasil, onde, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas de 2008 sobre evasão escolar, 40.1% dos jovens de 15 a 17 anos que deixam a escola o fazem por falta de interesse.</p>

<p>Questões como <a href="http://www.weforum.org/en/knowledge/Events/2009/WorldEconomicForumonLatinAmerica/KN_SESS_SUMM_27996?url=/en/knowledge/Events/2009/WorldEconomicForumonLatinAmerica/KN_SESS_SUMM_27996">empreendedorismo e diversidade </a>também tiveram espaço no encontro do Rio. Partindo da premissa de que a baixa qualidade dos sistemas de ensino da maioria dos países da América Latina inibe inovação e empreendedorismo, e que estes são elementos essenciais para o novo ciclo de desenvolvimento na região,  o Fórum recomendou que haja investimentos para transformar o sistema educacional, criar um ecosistema empreendedor, e apoiar o uso efetivo da tecnologia como fator de sustentação e escala da economia desses países.  Quanto à diversidade, acredita-se que mais diversidade significa aumento de produtividade e capacidade de inovação, ou ainda, que grupos diversificados são mais eficázes na solução de problemas que grupos homogêneos. </p>

<p>Como conclusão do <a href="http://www.weforum.org/en/knowledge/Events/2009/WorldEconomicForumonLatinAmerica/KN_SESS_SUMM_28101?url=/en/knowledge/Events/2009/WorldEconomicForumonLatinAmerica/KN_SESS_SUMM_28101">workshop sobre como desenvolver o talento feminino</a>, discutiu-se o fato de que a exclusão das mulheres da força de trabalho é uma perda para os negócios e para a sociedade e que a transformação desse cenário deve se dar pela educação e pela implementação de legislação que garanta creches, horário de trabalho flexível e licença maternidade/paternidade. Capacitação, mentoria, política de remuneração igualitária para homens e mulheres, também foram considerados facilitadores do processo. De fato, é preciso disseminar o entendimento que as mulheres podem desempenhar papéis de liderança e promover as condições necessárias para que essa liderança aconteça sem prejuizo para a família. Só assim teremos não apenas mulheres se destacando na economia, mas também na política, que é o maior desafio para o Brasil com base no <a href="http://www.weforum.org/pdf/gendergap/report2008.pdf">Relatório Global sobre a Lacuna de Gênero - Global Gender Gap Report de 2008</a>, um dos vários relatórios que serviram de base para as discussões.</p>

<p>Como disse o Presidente Lula na abertura do evento, &#8220;essa crise precisa de soluções políticas&#8221;. Disse ainda que devemos &#8220;ir além das mudanças emergenciais e não postergar soluções profundas&#8221;. Soluções essas que passam pela parceria com o setor privado, mas que dependem de políticas públicas que busquem desde resolver os desafios de infraestrutura, igualmente importante a digital, a melhorar a educação e oferecer oportunidades iguais a homens e mulheres.</p>

    		
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	<title type="html">Crianças e adultos acreditam no computador como substituto do livro</title>
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	<published>2009-03-23T13:24:31Z</published>
	<updated>2009-03-23T18:27:24Z</updated>

	<summary type="html">Que o brasileiro passa mais tempo conectado à internet que os outros cidadãos do mundo a gente já sabia. Mas que nossas crianças passam mais tempo online que as crianças do resto do mundo, sem que os pais brasileiros tenham...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p>Que o brasileiro passa mais tempo conectado à internet que os outros cidadãos do mundo a gente já sabia. Mas que nossas crianças passam mais tempo online que as crianças do resto do mundo, sem que os pais brasileiros tenham essa percepção, isso é novidade. Mas a boa notícia parece ser que a maioria dos adultos e crianças acredita que a leitura online para as crianças é tão válida quanto a leitura de um livro. Pelo menos é o que indica uma pesquisa online realizada pela Symantec em 12 países (Alemanha, Austrália , Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, India, Itália, Japão, Reino Unido e Suécia). Publicada na semana passada, ela engloba os resultados coletados de outubro a dezembro de 2008, em questionários online preenchidos por 9 mil pessoas, entre adultos e crianças de 8 a 17 anos.</p>

<p>Entre os entrevistados, as crianças brasileiras são mesmo as que mais tempo passam online (70 horas por mês), apesar de seus pais acreditarem que essas horas sejam apenas 56. Apesar dessa diferença de percepção, os jovens brasileiros parecem ser os mais ligados a seus pais, incluindo-os em suas listas de contatos (70%), listas de e-mails (79%) e em seus perfis em rede sociais (60%). Aqui, 74% dos adultos trocam mensagens instantâneas com membros da família pelo menos uma vez por semana, contra 43% na média dos 12 países pesquisados.</p>

<p>Os pais digitais brasileiros parecem participar mais ativamente da vida online de seus filhos, discutindo os sites que as crianças costumam visitar, dando dicas de finanças online, e falando de sexo. O Brasil é o país em que os pais sentem-se mais confortáveis ao discutir o assunto sexo com seus filhos (79%, contra a média geral de 41%).</p>

<p>Mas a principal questão que nos interessa aqui neste blog é que Brasil aparece entre os países em que tanto os pais quanto as crianças parecem acreditar na leitura online como substituta da leitura de um livro em papel, sendo a China o país com maior destaque (79% dos pais e 88% das crianças) nessa estatística. O que isso significa? Apesar dos jovens passarem uma média de 13 horas por semana dando voltas em sites de redes sociais - muito mais que os jovens de outros países - a leitura aqui parece ser parte integral do tempo passado online.</p>

    		<p>Parecem existir duas vertentes nessa história de leitura online. Uma corrente mais conservadora, liderada por Japão, Itália e França, com pessoas mais propensas a não acreditar na leitura online como substituta do livro em papel, e outra mais futurista, onde as pessoas acreditam não apenas na leitura digital como alternativa ao livro, como na internet como meio de facilitar o processo de aprendizagem da língua.</p>

<p>Entre a maioria dos países pesquisados, contudo, há uma preocupação comum, com o impacto da escrita online na capacidade da criança aprender a escrever bem. A pesquisa mostra que tanto adultos como crianças acreditam que mensagens instantâneas, e-mails e posts em blogs e sites de redes sociais tornam mais difícil o processo de aprender a escrever direito. A opinião fica dividida mais claramente na Alemanha, Japão e Reino Unido, mas entre as outras nações boa parte dos adultos (70% no Brasil) e crianças (73% no Brasil) a necessidade de velocidade, o uso comum de acrônimos, os erros gramaticais e as aglutinações perpetradas pela preguiça de digitar direito, pela falta de habilidade na digitação e, na maioria das vezes, pela simples regra social incutida nas tribos de adolescentes, fazem com que as crianças acostumem-se com o erro.</p>

<p>Apesar disso, a internet é vista como um meio de facilitar o aprendizado - entre 78% dos adultos e 87% das crianças - com suas vastas bibliotecas de informação, a facilidade de busca, e a riqueza do contato social. Muitas das pessoas pesquisadas, no entanto, acham que muito tempo ainda é gasto inutilmente na internet.</p>

<p>Se levarmos em conta os resultados gerais da pesquisa, a maioria dos pais digitais brasileiros está de parabéns. Conversam com seus filhos sobre o uso sensato da internet como meio de comunicação e fonte de informação, supervisionam as atividades online dos filhos, reprimindo por vezes as atitudes irregulares, e aparentemente conseguem passar às crianças o valor da leitura. Mas não se pode tomar essa parte maior como o todo. A estatística às vezes engana. E a pesquisa é bem clara no que pretende mostrar: há ainda muita insegurança por aí. Crianças que navegam livremente, pais desconfortáveis com a tecnologia, falhas de segurança online, falta de privacidade e abuso no envio de e-mails. Isso sem falar nos inúmeros textos sem base científica que poluem o universo de pesquisa na rede.</p>

<p>Então, qual o caminho para que os meios digitais passem a servir de forma eficiente ao processo de ensino e aprendizagem? Ninguém ainda tem a resposta. Mas ela não está longe de aparecer. No caminho estão a integração de ferramentas digitais ao currículo das escolas, um modelo pedagógico adequado e balanceado, e conteúdo digital rico, acessível e simples de ser usado e adaptado às necessidades de cada professor.</p>

<p>Veja relatório da pesquisa <a href="http://www.nortononlineliving.com/documents/NOLR_Report_09.pdf">Norton Online Living Report 2009 clicando aqui</a>. E os <a href="http://www.nortononlineliving.com/documents/NOLR_studyreport031609.pdf">resultados numéricos da pesquisa clicando aqui</a>.</p>

    		
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	<title type="html">Qualidade do ensino é função do salário do professor?</title>
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	<published>2009-03-17T11:16:47Z</published>
	<updated>2009-03-17T15:43:59Z</updated>

	<summary type="html">Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (16) aponta que os brasileiros continuam insatisfeitos com o ensino público e põem a culpa na falta de motivação dos professores devido ao baixo salário que recebem do Governo. Realizada pelo Ibope para a CNI (Confederação...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p><a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Comunicacao.aspx?action=2&amp;aID=206">Pesquisa divulgada</a> nesta segunda-feira (16) aponta que os brasileiros continuam insatisfeitos com o ensino público e põem a culpa na falta de motivação dos professores devido ao baixo salário que recebem do Governo. Realizada pelo Ibope para a CNI (Confederação Nacional da Indústria), em parceria com o movimento <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/">Todos Pela Educação</a>, a pesquisa revela ainda que apenas 9% dos entrevistados em todo o Brasil acreditam que os principais problemas da educação no País são a baixa qualidade do ensino e o fato de os alunos não estarem aprendendo. A falta de segurança e a presença de drogas nas escolas são apontados como segundo maior problema, por 17% dos entrevistados.</p>

<p>A reflexão a que nos leva a pesquisa versa sobre os investimentos feitos pelo Governo na Educação como um todo. Enquanto 5% dos entrevistados afirmam que a precariedade de equipamentos e condições gerais da escola contribuem para o baixo nível de aprendizagem, outros 4% apenas acreditam que a falta de computadores e a exclusão digital constituem o calcanhar de Aquilles do sistema educacional brasileiro. Ou seja, só colocar o computador na escola não é suficiente para melhorar a qualidade de ensino. </p>

<p>Em maior ou menor grau, todos os problemas listados nas respostas da pesquisa são relevantes. Todos têm influência direta ou indireta na qualidade do processo de ensino e aprendizagem. A falta de professores, apontada por 12% dos pesquisados, ou a falta de escolas (15%) são fatores óbvios. Professores desqualificados e despreparados (11%) também. Mas boa parte da população acredita que a educação no Brasil está melhorando, 47% em ritmo lento e 13% em ritmo acelerado. 23% acredita que está estagnada e 15% acham que está mesmo piorando - só no Sudeste, ou em capitais e periferias, essa porcentagem sobe acima de 20%.</p>

    		<p>É interessante notar também que praticamente ninguém, ou apenas 1% dos entrevistados com idade entre 40 a 49 anos acredita que a falta de respeito dos alunos com os professores, ou mesmo alunos indisciplinados constituem um problema. Será que isso significa que os alunos estão motivados, ou isso é um desvio da amostra? Essas mesmas pessoas, nessa faixa etária, aceitam a culpa e dizem que a falta de participação dos pais na vida escolar dos filhos é um dos problemas (1%). Faz sentido.</p>

<p>A pesquisa vai além do sistema e mostra que os entrevistados estão insatisfeitos com sua própria qualificação para atuação na área profissional (40%) ou muito insatisfeitos (5%). 49% estão satisfeitos e apenas 6% muito contentes com suas escolhas e oportunidades. A falta de ensino técnico profissionalizante é apontada como fator problemático por apenas 4% dos pesquisados. Faltam oportunidades, cursos de qualificação profissional ou tempo para estudo?</p>

<p>Com a evolução do ensino à distância, hoje pipocam cursos de extensão e aperfeiçoamento profissional, oferecidos por universidades e outras instituições. Muitas Secretarias de Educação oferecem hoje programas de formação continuada para seus professores, sejam presenciais ou online. Outros programas de governo dão descontos e financiam a compra de computadores, para que os professores possam acessar vastas bibliotecas de livros e cursos na internet. Mas será que isso é insuficiente?</p>

<p>Parece que para os professores o que falta é motivação financeira. Para os que trabalham em duas ou três escolas, em dois ou três turnos, e têm que conciliar o planejamento das aulas, sua própria formação continuada, a dedicação a seus alunos, e a vida pessoal, talvez. Mas para aqueles que se interessam em aprefeiçoar seus métodos, em inovar dentro da sala de aula, em cativar os estudantes, não basta apenas ter um bom coração. É também uma questão de sobrevivência. Pelo menos é o que os brasileiros acham.</p>

<p>Contudo, a motivação intrínseca ao &#8216;ser professor&#8217;, aquela guiada pelo aprendizado sustentável, pela realização do aluno, parece ser bem mais importante. E boa parte dessa motivação vem da formação. O interesse dos professores pelos critérios higiênicos - pelos recursos didáticos, livros, mapas, guias, ferramentas, áudio e vídeos - talvez esteja ultrapassado. Não como um item a ser desprezado, mas relegado ao segundo plano em decorrência de interesses mais gerais. O magistrado, a licenciatura, o ensino superior deveriam dar conta de dar ao professor que irá atuar no ensino público uma formação coerente e sólida, que o torne independente na busca por recursos didáticos, com o objetivo de enriquecer seus métodos de ensino.</p>

<p>Hoje fala-se muito em oportunidades de troca de conhecimento com outros professores, na criação de conteúdo, em colaboração, no lidar com o excesso de informação, em resolver problemas complexos. Os alunos precisam seguir absorvendo e criando conhecimento, mas os professores são parte fundamental desse processo e precisam continuar fazendo sua mágica. Junto com pais e mães, devem participar ativamente nos estudos das crianças e criticar o sistema com o intuito de melhorar sempre a qualidade da educação, mesmo que ainda haja obstáculos econômicos e políticos a serem transpostos durante o processo.</p>

<p>Leia a <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Uploads.aspx?folder=Biblioteca\&amp;id=f711a675-bcf1-4271-957e-3e60018449b5.pdf">íntegra da pesquisa clicando aqui</a>.</p>

    		
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	</content>
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	<title type="html">O papel das mulheres</title>
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	<published>2009-03-10T12:20:00Z</published>
	<updated>2009-03-10T13:32:16Z</updated>

	<summary type="html">Em 8 de março comemoramos o dia internacional das mulheres e muitos, principalmente no Brasil, se perguntam por quê? Pode ser que vivamos uma realidade que valorize a diversidade e em que não pese tanto a discriminação, mas somos privilegiados...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
	</author>
	
	
		
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		<![CDATA[
    		<p>Em 8 de março comemoramos o <a href="http://www.internationalwomensday.com/">dia internacional das mulheres </a>e muitos, principalmente no Brasil, se perguntam por quê? Pode ser que vivamos uma realidade que valorize a diversidade e em que não pese tanto a discriminação, mas somos privilegiados se temos uma vida assim. Muitos ainda são os relatos de violência e desigualdade e grande o potencial de transformação social que tem a mulher.</p>

<p>Mas qual a ligação com educação digital? No mínimo porque cerca de 2/3 dos adultos analfabetos no mundo são mulheres, mas também porque as mulheres ainda representam apenas 30% dos formados em cursos de ciência e tecnologia e da força de trabalho em tecnologia de informação. Quando falamos em usuários de internet, o número sobe para 42% de mulheres, mas mesmo assim percebe-se a assimetria.</p>

    		<p>Observando o <a href="http://www.weforum.org/pdf/gendergap/report2008.pdf">Global Gender Gap Index 2008 </a>da ONU, um ranking que avalia a diferença existente entre homens e mulheres em 128 países, o Brasil tem um desempenho peculiar. Na avaliação geral, estamos na posição 73, mas temos uma visão mais precisa do que nos falta quando observamos as suas 4 dimensões: (1) Participação e oportunidade econômica - posição 59; (2) Acesso a Educação - posição 1; (3) Saúde e expectativa de vida - posição 1; e (4) Participação no processo de tomada de decisão política - posição 110.</p>

<p>Na primeira dimensão, pesa a diferença de remuneração para a mesma função entre homens e mulheres no Brasil. Esta talvez seja a forma mais evidente e mais comentada de discriminação no país, que venceu as barreiras salientadas nas dimensões 2 e 3 ao oferecer acesso a educação e saúde independente do gênero. Entretanto, o que chama atenção, de fato, é estarmos na posição 110 da quarta dimensão: que avalia a quantidade de mulheres em cargos ministeriais ou como presidente ou primeiro-ministro de um país e também no parlamento. Novamente, qual a ligação com educação digital?
Quando falamos de educação digital, falamos da oportunidade de desenvolver as habilidades necessárias para a solução dos problemas do século XXI, ou seja, desenvolver pensamento crítico, criatividade e inovação, comunicação e colaboração por meio do uso de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Não basta oferecer acesso a educação, é preciso que a educação seja de qualidade. É preciso que as mulheres continuem se preparando para enfrentar o mercado de trabalho e exercer cargos públicos, mas sem medo de participar efetivamente do diálogo global, de se engajar em <a href="http://www.weforum.org/en/Communities/Women%20Leaders%20and%20Gender%20Parity/index.htm">comunidades de lideranças femininas </a>para trocas de experiências e a internet pode favorecer isso.</p>

<p>A educação em sua forma digital pode ser uma bela oportunidade para suprir aspectos que facilitarão o melhor desempenho nas dimensões 1 e 4. Este é um caminho para redução da distância entre homens e mulheres, para a verdadeira inclusão. A inclusão que permite à mulher se tornar mais competitiva e exercer com propriedade o papel de agente de transformação social, de construção de prosperidade e paz mundial.</p>

    		
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	<title type="html">eLAC 2010, educação e conteúdos digitais</title>
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	<published>2008-12-30T19:33:38Z</published>
	<updated>2008-12-30T20:08:40Z</updated>

	<summary type="html">Educação é a prioridade número 1 dos países da América Latina e Caribe unidos para a construção de uma sociedade da informação inclusiva e voltada para o desenvolvimento. E esse compromisso, conhecido como Compromisso de San Salvador, firmado em fevereiro...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p>Educação é a  prioridade número 1 dos países da América Latina e Caribe unidos para a construção de uma sociedade da informação inclusiva e voltada para o desenvolvimento. E esse compromisso, conhecido como Compromisso de San Salvador, firmado em fevereiro de 2008 e que estabece metas para 2010, foi reforçado no <a href="http://www.cultura.gov.br/conteudosdigitais/">I Seminário Internacional sobre Inclusão e Produção de Conteúdos Digitais Interativos</a>, ou II Seminário Regional do tipo, realizado de 10 a 11 de dezembro em Brasília. </p>

<p>Durante o seminário, <a href="http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/77893.html">o governo brasileiro lançou o Centro Nacional de Conteúdos Digitais</a>, cujo objetivo é promover a produção de conteúdos digitais interativos no Brasil e também a cooperação com outros centros em outros países da América Latina. O Brasil oferece, assim, sua contribuição à agenda eLAC 2010 para o atingimento de sua 83ª meta, especificamente voltada para o estímulo à produção de conteúdos digitais interativos e interoparáveis, ou seja, que usem redes de alta velocidade e os mais distintos canais como telefonia, televisão, rádio e computador. Espera-se que este Centro de Conteúdos Digitais favoreça o desenvolvimento local, mas também permita compartilhar a experiência do País, como por exemplo em relação à TV digital, promovendo integração e intercâmbio de experiências, como salientou o Dr. André Barbosa Filho, Assessor Especial da Casa Civil.</p>

    		<p>Alexandre Kieling, da TV Cultura, destacou o caráter estratégico das políticas públicas no que diz respeito a assegurarem a identidade cultural de cada país ao mesmo tempo em que devem permitir a integração da região. Os representantes do Uruguai, Dra. Ana Laura Rivoir, da Universidade da República, e da Argentina, Licenciado Gonzalo Carbajal, Diretor da TELAM, reforçaram esta visão estratégica ao compartilharem exemplos de seus países de como a inclusão digital pode promover inclusão social, mas com atenção ao fato das mídias não serem neutras e constituírem uma forma de poder.</p>

<p>Ao discutir políticas de comunicação, o panorama da indústria na América Latina, ou mesmo aspectos mais técnicos de gênero e formato para conteúdos digitais, o viés educação esteve bastante presente, principalmente em função da relevância do conteúdo educacional. Ao abordar o papel das instituições de fomento na produção de conteúdos digitais, a Dra. Carmem Prata, representando o Ministério da Educação do Brasil, apresentou a experiência brasileira de trabalhar em três frentes: infra-estrutura, capacitação de professores e produção de conteúdo pedagógico digital. Em relação à produção de conteúdo, apresentou o <a href="http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/">Banco Internacional </a>como uma possibilidade concreta de cooperação no âmbito do eLAC para a criação de repositório de conteúdos digitais, bem como demonstrou os avanços obtidos com a criação do <a href="http://portaldoprofessor.mec.gov.br/">Portal do Professor</a>, cujo foco é apoiar a formação do professor e a disseminação de práticas inovadoras para melhorar a educação.</p>

<p>Outras iniciativas importantes voltadas à educação, como a conexão das escolas com banda larga, também foram apresentadas e muito elogiadas. Abaixo as metas eLAC 2010 relativas à educação para entendermos melhor as políticas públicas necessárias e os desafios do Brasil e da região.</p>

<p>Estrutura</p>

<ol>
<li>Desenvolver currículos escolares que contemplem o gerenciamento de dados, informação e conhecimento e que reforcem o trabalho em equipe, a capacidade de aprender e de resolver problemas.</li>
<li>Elaborar estudos anuais sobre o impacto do uso das TIC (tecnologias da informação e comunicação) no sistema educacional, em que se aborde, entre outros temas, o seguinte: o impacto das tecnologias nos processos de ensino-aprendizagem em centros educacionais públicos e privados, o nível do uso das TIC por parte dos professores como complemento em suas aulas e a situação do desenvolvimento de software educativo. </li>
</ol>

<p>Acesso</p>

<ol>
<li>Conectar à internet, preferencialmente com banda larga, 70% das insituições públicas de ensino ou triplicar o número atual.
Capacidades</li>
<li>Assegurar que 90% dos alunos, ao terminar o ciclo escolar, tenham utilizado computadores para fins educativos por no mínimo 100 horas ou dobrar o número atual. Esta utilização requer capacitação adequada ao nível e tipo de educação e deveria contribuir para desenvolver as habilidades profissionais dos alunos.</li>
<li>Capacitar 70% dos professores no uso das TIC ou triplicar o número atual.</li>
<li>Capacitar 70% dos professores e funcionários públicos do setor da educação nas aplicações das TIC para a elaboração de currículos escolares ou triplicar o número atual.</li>
</ol>

<p>Aplicações e conteúdo</p>

<ol>
<li>Assegurar que todos os portais educacionais nacionais cumpram os critérios vigentes para se tornarem membros plenos em redes regionais desses portais.</li>
<li>Buscar estabelecer um mercado regional de conteúdos e serviços digitais, que inclua a realização de fóruns, através de uma aliança público-privada com provedores comerciais.</li>
<li>Aumentar o intercâmbio de experiências e conteúdos de alta qualidade nas redes regionais de portais educacionais, incluindo aplicações de Web 2.0 e outros canais de distribuição como televisão e rádio.</li>
<li>Difundir experiências com o uso de ferramentas de realidade virtual como aplicações das TIC em currículos educacionais desenvolvidos para  fomentar a diversidade cultural, a tolerância e combater a discriminação em função de raça, gênero, religião, etnia, enfermidades e/ou habilidades especiais, entre outras.</li>
</ol>

<p>Para ver as <a href="http://www.elac2007.org.sv/docs/compromisodesansalvador-8feb2008.pdf">metas eLAC 2010 em espanhol</a>, clique aqui.
Para o <a href="http://www.eclac.org/socinfo/elac/">site do eLAC</a>, clique aqui.</p>

    		
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	<title type="html">De olho nas metas da educação - melhorou, mas precisamos fazer mais</title>
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	<published>2008-12-11T18:34:05Z</published>
	<updated>2008-12-11T19:14:19Z</updated>

	<summary type="html">O movimento Todos Pela Educação divulgou hoje o relatório de acompanhamento de suas 5 Metas (ver figura), com base nos resultados apurados em índices medidos em pesquisas e provas nacionais e regionais. O relatório mostra que a Educação no Brasil...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><a href="http://blogs.intel.com/educacaodigital/assets_c/2008/12/5 Metas.php" onclick="window.open('http://blogs.intel.com/educacaodigital/assets_c/2008/12/5 Metas.php','popup','width=727,height=455,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="/educacaodigital/5%20Metas_thumb.jpg" width="220" height="137" alt="5 Metas" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></a></span>O movimento <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br">Todos Pela Educação</a> divulgou hoje o <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Uploads.aspx?folder=Biblioteca\&amp;id=1a60588b-054d-4422-9a4f-0f009d7b2039.pdf">relatório de acompanhamento</a> de suas 5 Metas (ver figura), com base nos resultados apurados em índices medidos em pesquisas e provas nacionais e regionais. O relatório mostra que a Educação no Brasil melhorou entre 1995 e 2007, principalmente no atendimento escolar, alfabetização das crianças e conclusão do Ensino Fundamental e Médio. Porém, o avanço não foi suficiente para atingir todas as metas intermediárias estipuladas. Língua Portuguesa ainda é um problema no Ensino Fundamental, enquanto Matemática é o calcanhar de Aquiles do Ensino Médio.</p>

<p>Para cada uma das 5 metas foram estimados índices que devemos atingir até o ano de 2022 e, a cada ano, etapas em valores intermediários a serem alcançadas. Na apresentação de seu presidente, o ex-secretário de educação de Pernambuco e ex-presidente do Consed, Mozart Neves, sobraram questões a serem estudadas com base nos números apurados. Um exemplo é a comparação de um estado que já tenha um índice elevado em relação à meta final, e que caminha devagar na direção da etapa intermediária, com outro estado, com índice muito menor que a meta, que passa a etapa intermediária sem muito esforço. Será que, ao chegar a um limite de desempenho, fica cada vez mais difícil melhorar? O relatório responde com a afirmação de que &#8220;a cada degrau alcançado, um esforço maior precisará ser feito para ultrapassar o seguinte.&#8221; &#8220;Não há descanso!&#8221; completa.</p>

<p>E o esforço que deve ser feito pelas escolas, municípios e estados é reforçado pela atenção que deve ser dada aos seus professores, desde a seus salários, condições de trabalho, formação continuada efetiva, até o preparo inicial de cada um, com especial dedicação à atração de jovens talentos do Ensino Médio para a carreira do magistério. O relatório afirma ainda que os países que melhoraram consideravelmente sua qualidade de ensino foram os que selecionaram e prepararam melhor seus professores, dando a eles condições e motivação para formar seus alunos de maneira completa.</p>

<p><a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2008/12/11/ult105u7388.jhtm">Veja mais notícias sobre o assunto aqui</a>.</p>

    		

    		
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	<title type="html">Reunião de trabalho da Fase I dos Experimentos do UCA</title>
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	<published>2008-12-03T13:26:40Z</published>
	<updated>2008-12-03T16:58:58Z</updated>

	<summary type="html">Nos dias 27, 28 e 29 de novembro aconteceu em São Paulo a Reunião de trabalho da Fase I dos Experimentos do UCA (Um Computador por Aluno). O UCA é o projeto do Governo Federal - Presidência da República e...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p>Nos dias 27, 28 e 29 de novembro aconteceu em São Paulo a Reunião de trabalho da Fase I dos Experimentos do UCA (<a href="http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/links-outros-programas/projeto-um-computador-por-aluno-uca">Um Computador por Aluno</a>). O UCA é o projeto do Governo Federal - Presidência da República e Ministério da Educação -, que visa implantar e analisar um modelo de educação básica em que cada aluno possua um computador portátil, para ser usado como ferramenta em seu processo de aprendizagem, com o objetivo de fomentar uma mudança sistêmica e aumentar a qualidade da educação no País. O evento abriu espaço para discussão das experiências e interação entre todos os envolvidos nos cinco experimentos acontecendo em escolas no Brasil desde o ano passado - em Brasília/DF, Palmas/TO, Piraí/RJ, Porto Alegre/RS e São Paulo/SP.</p>

<p>No evento foram apresentadas as visões dos cinco experimentos, que receberam equipamentos de diferentes marcas, em diferentes quantidades, e adotaram modelos distintos de abordagem educacional. Representantes de cada escola explicaram à audiência, composta de professores, alunos, gestores técnicos, membros de empresas e governo, um pouco da história das escolas antes e depois da implantação do modelo 1:1. Houve espaço para que os alunos das cinco escolas se reunissem e discutissem suas experiências, tirando conclusões sobre os problemas enfrentados, suas motivações para com o projeto, suas realizações e visões de futuro. Uma das conclusões entre os alunos, de 4ª ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, foi a possibilidade de maior desenvolvimento pessoal e geração de oportunidades futuras pela assimilação das ferramentas de TIC no processo de ensino e aprendizagem.</p>

    		<p>Foi destacado também, entre os professores e coordenadores pedagógicos, que há uma maior facilidade de acesso a informações quando se tem um computador conectado à internet em mãos durante as aulas. A busca por informações torna-se mais rápida e mais abrangente, abrindo espaço para um aprofundamento dos temas, para a geração de discussões sobre assuntos interligados e para a construção de conhecimento coletivo e individual, realizada por caminhos diferentes, de acordo com a percepção de cada aluno. Os professores também mencionaram que, ao sugerirem novos projetos, os alunos realizam pesquisas diferenciadas, analisam e apresentam suas conclusões, e aprendem com a mediação do professor nesse processo, muitas vezes sem a intervenção instrutivista específica de uma aula comum.</p>

<p>Ao trabalharem em grupos, cada um com seu netbook, os alunos passaram a pedir e dar mais ajuda aos colegas, a compartilhar seus conhecimentos com a turma e a analisar e julgar com maior profundidade a origem das informações consultadas, &#8220;sem abandonar os livros&#8221;, como disse um deles. Nesse processo, os professores assumem que passaram a aprender mais com os alunos, através de uma interação maior e maior abertura para a discussão de temas transversais.</p>

<p>Com a disponibilidade do acesso à rede, todas as escolas passaram a usar ambientes online colaborativos como ponto de encontro para a colaboração, cooperação e comunicação entre os diferentes agentes, alunos e professores, pais e coordenadores, comunidade e gestores. E passou a existir nas escolas uma divulgação mais imediata e perene dos trabalhos ali realizados, através do uso de recursos gráficos, animações e simulações eletrônicas de fenômenos reais, algumas até bem avançadas, com o uso de robôs de Lego® controlados pelo computador.</p>

<p>Mas isso tudo aconteceu sob ambientes mais ou menos controlados. O grande desafio agora é a expansão do programa experimental a um piloto com mais escolas. Entre os problemas que serão enfrentados está a infra-estrutura de rede sem fio e conexão com a internet, o acesso a aplicações e material pedagógico, e a re-construção do currículo com a inserção do ferramental eletrônico como apoio a novas possibilidades de aprendizagem. Isso sem contar com o preparo dos professores para usar a tecnologia de modo eficiente dentro e fora da sala de aula, sempre de olho na inclusão digital como fator de mudança na qualidade da educação.</p>

    		
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	<title type="html">Iniciativas Empreendedoras em Educação</title>
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	<published>2008-11-24T17:17:50Z</published>
	<updated>2008-11-24T19:15:51Z</updated>

	<summary type="html"> A Intel apoiou e participou do 5o Seminário Nacional de Educação Brasil Competitivo, realizado em 18 de novembro em Brasília, trazendo sua experiência empreendedora com programas de educação. Trata-se de uma trajetória de 40 anos contribuindo para desenvolver todo...</summary>
	<author>
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		<![CDATA[
    		<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><a href="http://blogs.intel.com/educacaodigital/assets_c/2008/11/Educacao e Competitividade1.php" onclick="window.open('http://blogs.intel.com/educacaodigital/assets_c/2008/11/Educacao e Competitividade1.php','popup','width=1279,height=842,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://blogs.intel.com/educacaodigital/assets_c/2008/11/Educacao e Competitividade-thumb-250x164.jpg" width="250" height="164" alt="Educacao e Competitividade" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></a></span></p>

<p>A Intel apoiou e participou do <a href="http://www.mbc.org.br/mbc/portal/5seminario">5o Seminário Nacional de Educação Brasil Competitivo</a>, realizado em 18 de novembro em Brasília, trazendo sua experiência empreendedora com programas de educação. Trata-se de uma trajetória de 40 anos contribuindo para desenvolver todo um ecossistema propício à inovação, que é mola propulsora da Intel enquanto empresa, mas também buscando estabelecer parcerias para a transformação sistêmica da educação, no sentido de atender às necessidades do século XXI e inspirando a próxima geração de inovadores.</p>

<p>Para a Intel, cada parte desempenha um papel extremamente importante nesse processo. O objetivo é viabilizar Parcerias Público-Privadas (PPPs) combinando esses ativos para melhorar o acesso e a qualidade da educação.</p>

    		<ul><li>    Setor Público
-   > Define padrões, currículo
-   > Lidera a estratégia nacional de educação
</li><br><li>
    Setor Privado 
-   > Conhece as competências necessárias para manter competitividade global
</li><br><li>
    ONGs
-   > Conhecimento das comunidades
-   > Expertise na implementação
 </li></ul>

<p>Desta forma, em cada país que está presente, a Intel busca estabelecer  parcerias estratégicas, como as que temos no Brasil com o <a href="http://www.mbc.org.br/mbc/portal/">Movimento Brasil Competitivo (MBC)</a> e com o <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/">Compromisso Todos pela Educação</a>. </p>

<p>Durante o seminário do dia 18, foi possível compartilhar experiências de sucesso, como o <a href="http://projetoescolalegal.blogspot.com/">Projeto Escola Legal </a>desenvolvido pela Amcham e apresentado por João Sanches da MSD, o prêmio nacional &#8220;Maluquinhos pela Educação&#8221; a ser lançado em 2009 e apresentado por <a href="http://www.diler.com.br/home.htm">Diler Trindade,</a> entre outros projetos da Microsoft, SEBRAE, Junior Achievement e Todos pela Educação. Além disso, ouvimos análises muito ricas da situação da educação brasileira como as feitas por Cláudia Costin, VP da Fundação Victor Civita, e Gustavo Ioschpe, presidente da G3 Investimentos. </p>

<p>Cláudia Costin demonstrou a importância de medir resultados para formulação de políticas públicas que gerem competitividade. Também destacou a importância da formação dos professores e levou o público a entender que o fundamental é garantir que as crianças aprendam de fato, desenvolvendo o gosto pela leitura, uma mente investigativa e o raciocínio matemático. </p>

<p>Gustavo Ioschpe, partindo também de dados que ilustram a situação atual da educação brasileira e destacando que a chave do problema está na sala de aula, conclamou a todos para uma mudança sistêmica que passa por entender que educação é uma questão pública e que ações de impacto têm que influir em políticas públicas. </p>

<p>Estamos na era do conhecimento, onde o capital humano é um fator primordial de competitividade e foi possível constatar na fala de cada palestrante do seminário a forte relação que existe entre educação e competitividade, bem como a necessidade de articulação e união de esforços para conferir ao Brasil uma melhor condição em nível global.</p>

<p>Abaixo links para duas notícias que resumem os assuntos discutidos no evento:</p>

<p><a href="http://www.mbc.org.br/mbc/portal/index.php?option=com_noticia&amp;task=noticias_detalhes&amp;Itemid=38&amp;id=8044">&#8220;Evento destaca a educação como uma das prioridades para tornar o País mais competitivo&#8221;</a></p>

<p><a href="http://www.mbc.org.br/mbc/portal/index.php?option=com_noticia&amp;task=noticias_detalhes&amp;Itemid=38&amp;id=8055">&#8220;Precisamos de uma mudança radical e urgente no sistema educacional brasileiro&#8221;</a></p>

    		
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	<title type="html">Líderes Discutem TIC para Desenvolvimento com foco em Educação</title>
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	<published>2008-10-28T11:49:57Z</published>
	<updated>2008-10-30T00:55:42Z</updated>

	<summary type="html">Em 9 de outubro, o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Intel realizaram o II Fórum de Líderes Digitais, uma iniciativa que busca fomentar a discussão de políticas públicas e ações estratégicas de médio prazo, criar sinergia através da aproximação...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
	</author>
	
	
		
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    		<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="CRB, Gerdau, Botelho no DLF 2.jpg" src="http://blogs.intel.com/educacaodigital/CRB%2C%20Gerdau%2C%20Botelho%20no%20DLF%202.jpg" width="280" height="135" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></span>Em 9 de outubro, o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Intel realizaram o II Fórum de Líderes Digitais, uma iniciativa que busca fomentar a discussão de políticas públicas e ações estratégicas de médio prazo, criar sinergia através da aproximação de Líderes, identificar oportunidades de parcerias público-privadas, promover competitividade em uma região ou país por meio do uso de tecnologias da informação e comunicação e estabelecer um processo de acompanhamento dos avanços nos anos seguintes.</p>

<p>Dentre os assuntos discutidos sob o tema &#8220;Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) para o Desenvolvimento&#8221;, educação teve destaque. Liderados pelo Presidente do Compromisso Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos, os participantes identificaram os principais desafios do Brasil nesta área, quais sejam, acesso a educação, qualidade do ensino, eqüidade entre escolas e formação inicial e continuada dos professores.</p>

<p><p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-file" style="display: inline;"><a href="http://blogs.intel.com/educacaodigital/dlf/II%20Forum%20de%20Lideres%20Digitais.pdf">Clique aqui para baixar a apresentação consolidada do II Fórum de Líderes Digitais no formato PDF.</a></span> </p>

    		<p>Foram identificadas oportunidades como o envolvimento da sociedade na construção de um projeto de educação para o País com uma mudança de abordagem; participação das empresas contribuindo no processo de formação de recursos humanos, com contrato entre empresa e governo, pautado em um produto formado; relação entre investimento e gestão, sendo o Plano de Ações Articuladas (PAR) o instrumento de articulação entre a forma de investimento e o resultado; e criação de um conselho, fórum de discussão e acompanhamento de resultados envolvendo as lideranças educacionais locais.</p>

<p>Em suas considerações finais, Jorge Gerdau, presidente fundador do MBC e presidente do Conselho do Compromisso Todos pela Educação, ressaltou a importância de se envolver a comunidade empresarial para resolver o problema da educação no Brasil. Maurício Botelho, presidente do Conselho da Embraer, demostrou com o exemplo da Embraer na preparação de engenheiros como é possível ter resultados concretos nesse âmbito. Por fim, Craig Barrett, presidente do Conselho da Intel Corporation, acrescentou que, apesar do governo ter um grande papel a desempenhar para tornar o País mais competitivo, este processo pode ser acelerado com parcerias público-privadas. Craig entende que é preciso ter pessoas inteligentes e bem preparadas (educação), idéias inteligentes (investimento em novas tecnologias e pesquisa e desenvolvimento) e o ambiente adequado para que pessoas inteligentes e idéias inteligentes levem a investimento e inovação. </p>

    		
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	<title type="html">Craig Barrett e Lázaro Brandão inauguraram Centro de Educação Digital em Campinas</title>
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	<published>2008-10-19T23:23:32Z</published>
	<updated>2008-10-20T02:06:48Z</updated>

	<summary type="html">No último dia 9 de outubro, o Sr. Lázaro Brandão, Presidente do Conselho Administrativo do Banco Bradesco e também Presidente da Fundação Bradesco e o nosso Chairman, Craig Barrett, juntos, inauguraram o primeiro Centro de Educação Digital do Brasil. O...</summary>
	<author>
		<name>Rose Salvini</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p>No último dia 9 de outubro, o Sr. Lázaro Brandão, Presidente do Conselho Administrativo do Banco Bradesco e também Presidente da Fundação Bradesco e o nosso Chairman, Craig Barrett, juntos, inauguraram o primeiro Centro de Educação Digital do Brasil.
O momento da inauguração, amplamente registrado e divulgado por jornalistas de São Paulo e de Campinas, foi iniciado por  &#8216;tour educacional&#8217; nos mais de 370 m2 entre ambientes de sala de aula; de experimentações e de aplicações de tecnologias de ponta que mostraram efetivamente o uso dessas tecnologias por professores que mais motivados e qualificados, preparavam os seus alunos para ingressarem no atual Mundo Digital.
Durante o &#8216;tour educacional&#8217; a importante audiência de Educadores das mais diversas Universidades de nosso País, representada ali por mais de 100 pessoas, teve a oportunidade de conhecer as empresas responsáveis por aquelas tecnologias que marcavam a passagem do tradicional ambiente educacional para as novas tendências mundiais em tecnologias educacionais.  Destaques foram dados para o Classmate PC; para as lousas digitais da Smart; para as soluções em 3D em conteúdos de Geografia e Biologia da P3D; para as mesas educacionais da Positivo; para a solução de reconhecimento Facial da IBM; para a solução de  programação da Lego; para a solução de desenvolvimento de gráficos da Pasco, entre muitas outras que serviram de referência para o estabelecimento de um novo espaço democrático para o encontro e realização de trabalhos das iniciativas público e privada e da Academia para que possam atender as demandas atuais de alunos e professores das nossas escolas.
Craig e Sr. Brandão, ao final do &#8216;tour educacional&#8217; registraram total apoio a essa pioneira iniciativa, assinando Acordo que oficializa que o Centro de Educação Digital da Intel-CEDI, desenvolverá soluções e tecnologias aplicadas à Educação e aos programas de Inclusão Social, com o objetivo primordial de levar inovação às escolas públicas e particulares do Brasil, na busca de excelência operacional e para melhoria da qualidade de vida e empregabilidade nas comunidades com carência sócioeconômica.
Quem visitar o CEDI, que estará aberto nos horários comerciais, irá ver as inscrições deixadas em lousa tradicional, em giz branco, por Craig e Sr. Brandão, que fizeram questão de ressaltar a importância da figura do professor nesse contexto de evolução a um mundo mais justo e igualitário para as nossas crianças e adolescentes.</p>

    		

    		
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	<title type="html">Governo de SP vai treinar Professores da Rede Estadual com Intel® Educar</title>
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	<published>2008-10-13T11:16:12Z</published>
	<updated>2008-10-29T19:25:52Z</updated>

	<summary type="html">GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO LANÇA PROGRAMA DE FORMAÇÃO EM TECNOLOGIA PARA PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO, EM PARCERIA COM A INTEL O governo do estado de São Paulo, por meio da Secretaria da...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p>GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO LANÇA 
PROGRAMA DE FORMAÇÃO EM TECNOLOGIA PARA PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO, EM PARCERIA COM A INTEL<p>
<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><img alt="Programa de Formacao.jpg" src="http://blogs.intel.com/educacaodigital/Programa%20de%20Formacao.jpg" width="250" height="200" class="mt-image-left" style="float: left; margin: 0 20px 20px 0;" /></span>O governo do estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Educação, realiza a partir de outubro de 2008 o <a href="http://www.saopaulo.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=99488">Programa de Formação em Tecnologia para Professores da Rede Pública Estadual de Ensino Fundamental e Médio</a>. Resultado de uma parceria com a Intel do Brasil, o programa tem como objetivo oferecer aos professores, sem custo, e com certificação oficial da Secretaria da Educação, dois cursos do programa Intel® Educar: o curso &#8220;Fundamentos Básicos&#8221; e o curso &#8220;Essencial&#8221;.<p>
O curso &#8220;Fundamentos Básicos&#8221; tem duração de 32 horas, sendo 24 delas presenciais e as outras 8 horas desenvolvidas a partir de atividades online. É voltado para professores com pouco ou nenhum contato com a informática, e desenvolve, em 12 módulos, o uso educacional da tecnologia da informação, com metodologia embasada em competências do século XXI, ou seja, que desenvolve o pensamento crítico, com aprendizagem centrada no aluno e facilitando a colaboração.<p>
O curso &#8220;Essencial&#8221; tem duração de 40 horas, sendo 32 à distância e 8 horas presenciais. É voltado para professores que já passaram pelo curso anterior ou já têm contato freqüente com tecnologia da informação. Desenvolve, em 8 módulos, estratégias de melhoria do processo de ensino e aprendizagem, com o uso de ferramentas de comunicação, colaboração e produtividade, e o professor termina por montar um portfolio de unidade com uso efetivo de tecnologia em sala de aula.</p>

    		<p>Os professores interessados em participar dos cursos devem se manifestar por adesão, entrando em contato com sua Diretoria Regional de Ensino (DRE). A parceria prevê a capacitação de Professores Seniores e Professores Mediadores, professores da rede que atuarão como multiplicadores. Os Seniores são os 91 PC-OPs (professor coordenador das oficinas pedagógicas) das DREs, que formarão em média 3 turmas de pelo menos 16 Mediadores cada, ou cerca de 48 multiplicadores.<p>
Dessa forma, o programa garantirá a cada escola de Ciclo II do Ensino Fundamental e Ensino Médio do Estado um multiplicador formado. Serão cerca de 4.000 Professores Mediadores que terão recebido a formação e poderão capacitar os Professores Participantes nas escolas. Como parte do curso para receber a certificação, os Mediadores terão de atuar na prática, ou seja, formar uma turma de pelo menos 16 Professores Participantes.<p>
Para receber a certificação oficial da Intel e da Secretaria de Educação os professores participantes precisam completar os cursos com 80% de freqüência, preencher as avaliações dos cursos, e receber do professor mediador um parecer satisfatório de aproveitamento.<p>
A iniciativa global de Educação da Intel tem como objetivo preparar os educadores e estudantes a alcançar o sucesso no século XXI. Por meio de colaboração com organizações e governos do mundo inteiro ajuda jovens e professores a desenvolver competências de pensamento crítico, processo de tomada de decisões, resolução de problemas, criatividade, estratégias  empreendedoras,  comunicação e colaboração, que lhes serão necessárias para prosperar em uma economia movida pelo conhecimento.<p>
O Programa Intel® Educar é um braço da Iniciativa Intel Educação que forma professores para usar de forma pedagógica as tecnologias de informação e comunicação em sala de aula. No Brasil, tem como principal apoiador a <a href="http://www.escolavirtual.org.br/prof_intel.asp">Fundação Bradesco</a>, que forma professores de escolas públicas municipais e estaduais. O programa, desenvolvido em todo o mundo, já capacitou mais de cinco milhões de professores em 40 países e, nos próximos 5 anos, deve formar mais 10 milhões de educadores.<p>
<a href="http://blogs.intel.com/educacaodigital/see-sp/Intel%20e%20SEE-SP%20v1.3.pdf">Clique aqui para baixar a apresentação feita à imprensa no dia do lançamento.</a><p>
<a href="http://blogs.intel.com/educacaodigital/Comunicado_escolas_final1.pdf">Clique aqui para ver o comunicado da SEE-SP para as escolas.</a></p>

    		
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	<title type="html">Eleições e Educação</title>
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	<published>2008-09-29T14:32:48Z</published>
	<updated>2008-09-29T15:04:51Z</updated>

	<summary type="html">Depois da polêmica levantada pela pesquisa do Ibope encomendada pelo projeto &#8220;Educar para Crescer&#8221; lançado no dia 15 de setembro em São Paulo, que identificou que apenas 1% da população brasileira leva em conta as propostas para o setor de...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
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    		<p>Depois da polêmica levantada pela pesquisa do Ibope encomendada pelo projeto <a href="http://educarparacrescer.abril.com.br/home/index.shtml">&#8220;Educar para Crescer&#8221; </a>lançado no dia 15 de setembro em São Paulo, que identificou que apenas 1% da população brasileira leva em conta as propostas para o setor de educação na hora de escolher seus candidatos, aproxima-se a hora de eleger os prefeitos e vereadores que definirão o rumo da educação básica no País.</p>

<p>Este ano fomos privilegiados com a iniciativa do Movimento Todos Pela Educação, que lançou no dia 19 de agosto a campanha <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/Default.aspx">&#8220;No ar, Todos Pela Educação - Eleições 2008&#8221;, </a>que visa incluir a Educação de qualidade nos debates políticos e nas propostas dos candidatos, para que façam dela a grande prioridade na gestão dos municípios nos próximos anos. Para os eleitores de São Paulo, há ainda a iniciativa do <a href="http://www.votoconsciente.org.br/index.php">Movimento Voto Consciente</a>, que constantemente avalia a atuação dos Vereadores da cidade de São Paulo e nos oferece ricas informações para a hora do voto.</p>

    		<p>Entretanto, infelizmente, ainda é baixo o alcance dessas informações. Aliás, ainda falta chão para uma participação efetiva do eleitorado na gestão dos assuntos de seu interesse e um compromisso claro e prestação de contas dos governantes. Proposta para tanto não falta. Uma delas é a chamada Lei de Responsabilidade Educacional.</p>

<p>Em 5 de agosto, durante o Seminário Internacional Ética e Responsabilidade na Educação: Compromisso e Resultados, realizado em conjunto pelo movimento Todos Pela Educação, Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados e Unesco, com apoio do Consed e da Undime, foi elaborada uma declaração com <a href="http://www.deolhonaeducacao.org.br/Uploads.aspx?folder=Biblioteca\&amp;id=2d3f39a1-c2cb-4192-a19b-06110040fb3a.pdf">17 diretrizes básicas para a Lei de Responsabilidade Educacional.</a> O documento ressalta o papel e a responsabilidade de todos os atores na efetivação das políticas públicas educacionais, ou seja, dos gestores da administração federal até os diretores e professores das escolas. </p>

<p>Precisamos ampliar esse debate nestes últimos dias antes das eleições, mas também mantê-lo vivo sempre, acompanhando as ações dos eleitos e cobrando avanços.</p>

    		
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	<title type="html">Educação para a Paz</title>
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	<published>2008-09-24T17:16:13Z</published>
	<updated>2008-09-24T20:03:08Z</updated>

	<summary type="html"> Parabéns pela iniciativa dos organizadores do I Seminário Web Currículo da PUC-SP, realizado de 22 a 23 de setembro, de sugerir aos alunos das escolas participantes do projeto Um Computador por Aluno (UCA), do governo federal, que compareceram ao...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
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    		<p><p align="left"><img alt="Agencia de Noticias" src="http://blogs.intel.com/educacaodigital/Agencia%20de%20Noticias.jpg" width="243" height="177" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></form>
Parabéns pela iniciativa dos organizadores do <a href="http://www.pucsp.br/webcurriculo/">I Seminário Web Currículo da PUC-SP</a>, realizado de 22 a 23 de setembro, de sugerir aos alunos das escolas participantes do projeto Um Computador por Aluno (UCA), do governo federal, que compareceram ao evento, a criação de uma <a href="http://www.aprendebrasil.com.br/sites/secretarias/agenciadenoticiasxo.com.br/home2.asp">agência de notícias pela paz</a>. Usando seus laptops, os jovens pesquisaram na internet, discutiram o conceito, entrevistaram participantes do evento e apresentaram o resultado do trabalho com vídeos feitos por eles. </p>

<p>Questionados quanto ao valor da experiência e se gostariam de continuar o projeto ao retornarem a suas escolas, os jovens foram unânimes em dizer que querem continuar. Bonito ver a interação dos estudantes, que vieram de escolas diferentes, de cidades diferentes, com equipamentos diferentes, mas com um objetivo comum: aproveitar a oportunidade dada a eles de vivenciar o conceito da computação 1:1.                       </p>

    		<p>E que oportunidade de se unirem em torno de um tema como educação para a paz! Tive contato com o mesmo no tempo de faculdade e, em meio a tanto aprendizado, fico satisfeita em constatar que a oportunidade daquele momento deixou boas marcas. Despertou em mim um interesse por questões de direitos humanos e mais recentemente pelo trabalho da ONU das metas do milênio, entre outros. Tenho certeza que estes jovens, com o uso da tecnologia da informação e motivados pelo projeto, incorporarão valores ricos, experimentarão a cooperação, desenvolverão sua criatividade e utilizarão o conhecimento adquirido. Ou seja, desenvolverão de maneira lúdica e em torno de um tema atual e relevante habilidades do século XXI, o que é o principal objetivo do uso da tecnologia da informação na educação. </p>

<p>Parabéns mais uma vez aos organizadores e sucesso aos jovens! Que eles possam contagiar seus colegas ao retornarem e engrandecerem suas escolas com este projeto! Quem sabe não se inicia aqui um processo transformador de fato, que tome as dimensões do nosso país e ganhe o mundo? </p>

    		
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	<title type="html">Educação Digital e Desenvolvimento Humano</title>
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	<published>2008-09-15T18:08:44Z</published>
	<updated>2008-09-15T18:20:16Z</updated>

	<summary type="html">Rico em conceitos e inovador na abordagem, merece atenção o relatório recém lançado pela CEPAL, PNUD e OIT chamado &#8220;Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente: A Experiência Brasileira Recente&#8221;. Começo por destacar o conceito de desenvolvimento humano apresentado: &#8220;processo de...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
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    		<p>Rico em conceitos e inovador na abordagem, merece atenção o relatório recém lançado pela CEPAL, PNUD e OIT chamado <a href="http://www.cepal.org/cgi-bin/getProd.asp?xml=/brasil/noticias/noticias/3/34013/P34013.xml&amp;xsl=/brasil/tpl/p1f.xsl&amp;base=/brasil/tpl/top-bottom.xsl">&#8220;Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente: A Experiência Brasileira Recente&#8221;.</a></p>

<p>Começo por destacar o conceito de desenvolvimento humano apresentado: &#8220;processo de expansão das escolhas e das capacidades individuais, de tudo aquilo que a pessoa pode fazer e ser na sua vida&#8221;. &#8220;A verdadeira riqueza de uma nação é o desenvolvimento humano de seus cidadãos&#8221;.</p>

    		<p>Ainda segundo o estudo, foi em função dessa perspectiva que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foi criado levando-se em conta não apenas a dimensão econômica da renda, mas também educação e longevidade.</p>

<p>Também merece destaque a seguinte constatação: &#8220;o desenvolvimento, em seu conceito mais amplo, deve ter como metas erradicar a pobreza e enfrentar decididamente a exclusão social; construir um ambiente social de maior segurança e confiança mútua; consolidar uma ordem política democrática com mais participação das pessoas na gestão e nas decisões públicas; difundir o bem-estar a quem tem menos acesso aos benefícios da modernidade; concretizar-se em projetos coletivos em que os cidadãos adquiram um maior sentido de compromisso e pertinência em relação à sociedade em que vivem; e buscar a proteção e a melhoria do meio ambiente tanto para os indivíduos de hoje quanto para as próximas gerações.&#8221; Sendo assim, &#8220;o desenvolvimento integral passa, portanto, pela busca simultânea de desenvolvimento humano, eqüidade e trabalho decente, conceitos interdependentes e que se reforçam mutuamente.&#8221;</p>

<p>Poderia continuar destacando muitas outras partes extremamente interessantes do estudo, mas chamou-me atenção especialmente as observações relativas ao impacto das novas tecnologias de informação e comunicação em relação ao Brasil. Ao concluir que as novas tecnologias aumentam a procura por mão-de-obra qualificada, valorizam habilidades até então pouco exploradas - como a capacidade de raciocínio abstrato - o que requer pessoal com maior escolaridade e capaz de lidar com novas ferramentas que mudam continuamente, afirma que &#8220;o Brasil está em posição favorável para explorar esse potencial, graças aos investimentos públicos e privados em educação superior e em infra-estrutura de telecomunicações.&#8221;  </p>

<p>Em suma, é preciso promover emprego de qualidade e, para tanto, é fundamental incorporar os benefícios que a era digital pode trazer para a educação. Acesso a educação de qualidade e articulação de políticas econômicas e políticas socias que favoreçam a ampliação da competitividade da economia para inserção no mercado global com desenvolvimento sustentável. Não se trata de receita nova, mas os dados apresentados ajudam a reforçar a tese e nos inspiram a prosseguir nessa direção. </p>

    		
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	<title type="html">Competitividade e as Habilidades do Século XXI</title>
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	<id>tag:blogs.intel.com,2008:/educacaodigital//23.2150</id>

	<published>2008-09-15T14:50:39Z</published>
	<updated>2008-11-24T18:11:59Z</updated>

	<summary type="html">Saiu recentemente o relatório Habilidades do Século XXI, Educação e Competitividade (21st Century Skills, Education and Competitiveness) patrocinado pelas instituições Partnership for 21st Century Skills, Ford Motor Company Fund, KnowledgeWorks Foundation e a National Education Association dos Estados Unidos. Este...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
	</author>
	
	
		
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		<![CDATA[
    		<p>Saiu recentemente o relatório <a href="http://www.21stcenturyskills.org/documents/21st_century_skills_education_and_competitiveness_guide.pdf">Habilidades do Século XXI, Educação e Competitividade </a>(21st Century Skills, Education and Competitiveness) patrocinado pelas instituições <a href="http://www.21stcenturyskills.org">Partnership for 21st Century Skills</a>, Ford Motor Company Fund, KnowledgeWorks Foundation e a National Education Association dos Estados Unidos. Este trabalho analisa o grau de competitividade dos EUA na economia global em função da existência de um sistema educacional voltado às habilidades do século XXI. Se olharmos tais conclusões sob a ótica brasileira, podemos extrair lições importantes e traçar um paralelo com a situação nacional.</p>

<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display: inline;"><a href="http://blogs.intel.com/educacaodigital/assets_c/2008/11/Habilidades do Seculo XXI.php" onclick="window.open('http://blogs.intel.com/educacaodigital/assets_c/2008/11/Habilidades do Seculo XXI.php','popup','width=829,height=551,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://blogs.intel.com/educacaodigital/assets_c/2008/11/Habilidades do Seculo XXI-thumb-250x166.jpg" width="250" height="166" alt="Habilidades do Seculo XXI.jpg" class="mt-image-right" style="float: right; margin: 0 0 20px 20px;" /></a></span>Mas, o que são essas habilidades? Além de saber matemática, língua portuguesa e ciências, o aluno precisaria ser exposto a atividades que possam desenvolver (a) seu pensamento crítico e processo de tomada de decisões, (b) sua habilidade em resolver problemas complexos, multidisciplinares e abertos, (c) sua criatividade e pensamento empreendedor, (d) sua habilidade de comunicação e colaboração, (e) maneiras de usar de modo inovador o conhecimento e as informações adquiridas, e (f) sua responsabilidade social como cidadão do mundo.</p>

    		<p>A primeira razão para que o país mude sua atenção para a melhoria de sua competitividade por meio da educação é apresentada com o retrato de um país com um forte crescimento no setor de serviços, em relação à produção de bens - 86% dos trabalhadores nos EUA prestam algum tipo de serviço e ganham, em geral, um salário médio anual maior que seus companheiros no setor manufatureiro. No Brasil, a área de serviços é uma das que mais cresce. Segundo o IBGE, no segundo trimestre deste ano o setor inteiro cresceu 5,5% - só  a área financeira cresceu 12,7% e a de serviços de informação 9,7%.</p>

<p>O fato de as empresas estarem mudando suas estruturas de poder e tomada de decisão para aumentar sua produtividade e grau de inovação também ilustra para onde estamos caminhando: é preciso ter pessoas mais preparadas para analisar informações, pensar em novas soluções, comunicar melhor suas impressões e elaborar sobre questões mais amplas. Os problemas com que lidamos são cada vez mais complexos e já não se pode contar em resolvê-los sozinhos - precisamos ser cada vez mais flexíveis para produzir conhecimento. Essa é a segunda razão apresentada pelo estudo, que foca na criatividade como medida de excelência no mundo globalizado.</p>

<p>A diferença entre os graus de proficiência dos alunos é também analisada no relatório, que apresenta algumas recomendações para mudar o curso da situação crítica nos EUA. Independentemente de entendermos que algumas dessas soluções apresentadas não sirvam para o momento brasileiro, talvez possamos definir outras ações, políticas públicas e alterações curriculares para suprir as demandas da economia globalizada e prepararmos nossos jovens para enfrentar e desfrutar das oportunidades imediatas que essa nova conjuntura nos apresenta.</p>

    		
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	<title type="html">Educação em Destaque no Fórum de Competitividade das Américas</title>
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	<published>2008-09-05T18:17:39Z</published>
	<updated>2008-09-05T18:23:05Z</updated>

	<summary type="html">Representantes de 30 países se reuniram em Atlanta, GA nos EUA de 17 a 19 de agosto para discutir 4 grandes temas considerados fundamentais para aumentar a competitividade da região: educação e capacitação de mão-de-obra, inovação, desenvolvimento de pequenas empresas...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
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		<![CDATA[
    		<p>Representantes de 30 países se reuniram em Atlanta, GA nos EUA de 17 a 19 de agosto para discutir 4 grandes temas considerados fundamentais para aumentar a competitividade da região: educação e capacitação de mão-de-obra, inovação, desenvolvimento de pequenas empresas e estratégias de cadeias produtivas globais. Realizado pelo Secretário de Comércio dos Estados Unidos, Carlos Gutierrez, este foi o segundo encontro do tipo e teve como destaque a questão da Educação, considerada o principal elemento de equalização das oportunidades. </p>

<p>Praticamente todos os palestrantes reconheceram de uma forma ou de outra que acesso a educação de qualidade é essencial para conferir competitividade aos países e à região. Buscou-se traçar um paralelo entre educação e negócios, discutir os benefícios de se promover parcerias público-privadas, destacar modelos de sucesso, mas principalmente chamar atenção para a questão da qualidade da educação, com um olhar especial para as necessidades do mundo atual, principalmente no sentido de desenvolver as habilidades do século XXI, que incluem pensamento crítico, resolução de problemas e trabalho colaborativo.</p>

    		<p>A Intel Corporation contribuiu com este debate com a participação de seu Vice-Presidente para Assuntos Corporativos, Will Swope. Swope destacou o compromisso da Intel com educação desde sua fundação há 40 anos e demonstrou como parcerias público-privadas podem produzir resultados concretos e replicáveis. Segundo ele, o papel do setor público deve ser o de determinar padrões e promover estratégias educacionais nacionais; o setor privado contribui com seu conhecimento das habilidades necessárias para se ter competitividade global; e o terceiro setor conhece a comunidade e tem experiência com a implementação de projetos. Desta forma, as parcerias público-privadas que combinem esses fatores podem ajudar a aumentar o acesso a educação de qualidade. </p>

<p>Uma conclusão importante do evento foi que o sucesso econômico de um país claramente depende de suas políticas em relação a educação e desenvolvimento profissional, ou seja, desenvolvimento de seus talentos. Uma recomendação a destacar: que os líderes de todos os setores continuem a buscar a melhor forma de incorporar este elemento crítico em sua estratégia de competitividade mais ampla. </p>

<p><a href="http://www.ita.doc.gov/competitiveness/ACF/index.asp">Clique aqui para saber mais sobre o Fórum de Competitividade das Américas. </a></p>

    		
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	<title type="html">UNESCO e Todos pela Educação</title>
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	<published>2008-08-26T21:07:08Z</published>
	<updated>2008-08-26T21:14:43Z</updated>

	<summary type="html">O que a UNESCO e o Compromisso Todos pela Educação têm em comum? Certamente não há uma única resposta possível, mas a que me vem à mente primeiro é que buscam melhorar a qualidade da educação e, com isso, oferecer...</summary>
	<author>
		<name>Adriana Machado</name>
		
	</author>
	
	
		
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		<![CDATA[
    		<p>O que a <a href="http://portal.unesco.org/ci/en/ev.php-URL_ID=25740&amp;URL_DO=DO_TOPIC&amp;URL_SECTION=201.html">UNESCO </a> e o Compromisso <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br">Todos pela Educação</a> têm em comum? Certamente não há uma única resposta possível, mas a que me vem à mente primeiro é que buscam melhorar a qualidade da educação e, com isso, oferecer oportunidades, promover desenvolvimento. </p>

<p>No âmbito da discussão entre as nações sobre como melhor desenvolver as habilidades para o momento que vivemos, ou seja, o século XXI, em que mudanças ocorrem rapidamente e desafios requerem cada vez mais colaboração para serem superados, a UNESCO tem desempenhado um papel importante com as reflexões que promove e os trabalhos que publica. Entre eles, gostaria de compartilhar com os leitores deste blog material publicado em 2008 que pode ser bastante útil a educadores, gestores, formuladores de políticas públicas e outros, e que pretende auxiliar professores a oferecer a seus alunos oportunidades de aprendizado baseadas na tecnologia. Trata-se do &#8220;ICT Competency Standards for Teachers&#8221;, o que em português significa padrões de competência para professores quanto ao uso de tecnologia da informação e comunicação.</p>

    		<p>Para a UNESCO, a educação é uma função central de qualquer nação ou comunidade e, como tal, atende a diversos objetivos que incluem:</p>

<ul>
<li>Incutir valores centrais e transmitir legado cultural;</li>
<li>apoiar o desenvolvimento pessoal de crianças, jovens e adultos;</li>
<li>promover democracia e aumentar a participação na sociedade principalmente de mulheres e minorias;</li>
<li>encorajar entendimento multicultural e a solução pacífica de conflitos , melhorando saúde e bem-estar;</li>
<li>apoiar o desenvolvimento econômico, reduzindo a pobreza e aumentando a prosperidade de forma abrangente. </li>
</ul>

<p>Ainda segundo a UNESCO, é por meio da educação que os indivIduos não apenas agregam valor à economia, mas contribuem com o legado cultural, participam do discurso social, melhoram a saúde da família e da comunidade, preservam o meio ambiente e aumentam sua habilidade de continuar a desenvolver e contribuir, criando um círculo virtuoso de desenvolvimento pessoal e contribuição.</p>

<p>Este projeto de padrões de competência da UNESCO é voltado para o desenvolvimento profissional dos professores e busca oferecer a eles condições para usar a tecnologia de forma inovadora, melhorando o ambiente de aprendizado e encorajando a alfabetização tecnológica , o aprofundamento do conhecimento e a criação de conhecimento.  É interessante notar a preocupação de usar a tecnologia para se ter colaboração além da sala de aula, o que vai ao encontro das necessidades do século XXI para criar conhecimento novo, ou seja, habilidade de colaborar, comunicar, criar, inovar e pensar de forma crítica.  Vale conferir, usar como guia e reportar os casos de sucesso, para que os mesmos possam ser replicados em outras partes do globo, aumentando assim as chances de todos terem acesso a educação de qualidade. </p>

<p>E por falar em educação de qualidade, você já conhece o Compromisso Todos pela Educação? Trata-se de uma aliança da sociedade civil, da iniciativa privada e de gestores públicos da educação brasileiros com o propósito de mobilizar e comprometer o país para que até 2022, no bicentenário da Independência, todas as crianças e jovens tenham acesso a uma educação básica de qualidade. Para tanto, propõe as seguintes metas:</p>

<p>Meta 1. Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola.
Meta 2. Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos.
Meta 3. Todo aluno com aprendizado adequado a sua série.
Meta 4. Todo jovem com o Ensino Médio concluído até os 19 anos.
Meta 5. Investimento em Educação ampliado e bem gerido.</p>

<p>Iniciativas como estas, da UNESCO em nível mundial e do Todos pela Educação no Brasil, que apontam um Norte, favorecem a troca de experiência e oferecem modelos inspiradores são recursos valiosos a aproveitar. Fica aqui o convite para unir forças em todos os níveis e ajudar a fazer avançar a educação, seja no âmbito de políticas públicas ou de projetos específicos. Afinal, é por meio da educação que avançam os individuos e também as nações, e todos ganhamos com isso.</p>

    		
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            <entry>
	<title type="html">Computação 1 a 1: o desafio de guiar os nativos digitais</title>
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	<published>2008-07-18T23:04:24Z</published>
	<updated>2008-07-18T23:24:09Z</updated>

	<summary type="html">Para qualquer um que tenha nascido nos últimos 18 anos, tecnologias como telefone celular, computador e tocador de MP3 fazem parte do seu dia-a-dia tanto quanto o transporte automotivo, a TV em cores e a geladeira eram parte integrante da...</summary>
	<author>
		<name>Fabio Tagnin</name>
		
	</author>
	
	
		
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		<![CDATA[
    		<p>Para qualquer um que tenha nascido nos últimos 18 anos, tecnologias como telefone celular, computador e tocador de MP3 fazem parte do seu dia-a-dia tanto quanto o transporte automotivo, a TV em cores e a geladeira eram parte integrante da vida cotidiana dos jovens dos anos 60 a 80. Nossos jovens não chegaram a conhecer um mundo sem vídeo games, e-mail e mensagens instantâneas. Não é preciso ir muito longe para afirmar o que diversos estudos confirmam: que os hábitos dos jovens de hoje são muito diferentes daqueles dos seus pais e professores. Eles vêm sendo chamados de “nativos digitais”, que aderem de maneira transparente e automática às tecnologias emergentes, enquanto os adultos são chamados de “migrantes digitais”, aqueles que precisam adaptar-se – não sem alguma dificuldade – às novas ferramentas e novas formas de fazer as coisas.<p>
<img alt="Computacao1x1.jpg" src="http://blogs.intel.com/educacaodigital/Computacao1x1.jpg" width="250" height="266" align="left"/>
Os jovens estudantes de hoje vivem em um mundo em que a informação está amplamente disponível para quem quiser obtê-la, por meios eletrônicos diversos como a internet, o computador, o celular, a televisão a cabo e até outdoors eletrônicos. É um mundo sob demanda, onde o conhecimento e as habilidades podem ser adquiridos de várias formas e métodos. Nas escolas, cada vez mais as crianças compartilham com seus colegas e professores o que aprendem em casa, pelos jornais, revistas, televisão e internet. Mas dentro da escola o ambiente ainda é o mesmo de 30 anos atrás.<p>
É exagero dizer que o formato atual da educação está ultrapassado. Os métodos, os meios e as disciplinas vêm sendo atualizados com o passar dos anos, e os professores têm mostrado vontade de aprender a usar as novas tecnologias. Projetores e transparências, lousas brancas, pontos eletrônicos, ar-condicionado, telefones sem fio, televisão, vídeo cassete e até CDs de música e DVDs são todas tecnologias novas que aprendemos e incorporamos dentro da escola. Mas o modelo de passagem de conhecimento permanece o mesmo.</p>

    		<p>Será que as escolas estão se tornando incapazes de preparar os estudantes para um futuro guiado pela tecnologia? Será que as crianças e jovens continuarão seus estudos com os mesmos livros e cadernos usados há 30 anos? Serão os professores capazes de mudar esse cenário e criar ambientes mais interativos, incorporando as características tecnológicas de informação sob demanda do mundo fora da escola? Essas perguntas não sabemos ainda responder. Mas, antecipando tal desafio, nos lançamos a experimentos visando não apenas manter a presença dos alunos na escola, mas também dar um salto no processo de aprendizado.<p>
É nesse contexto que aparece a implementação da computação um para um (1:1), um ambiente em que os estudantes usam computadores portáteis em seus estudos a qualquer hora e em qualquer lugar. Providos de seus portáteis com acesso sem fio à Internet, os estudantes são capazes de acessar vasta quantidade de informação, assimilar conhecimento em tempo real, realizar atividades e jogos interativos, obter respostas instantâneas a suas dúvidas, compor trabalhos com colegas, comunicar-se com alunos de outras escolas e outros países, e aprender em um ambiente tecnológico que fala a sua língua.  Tal processo encoraja os estudantes a se responsabilizarem pelo próprio aprendizado, tornando-os mais motivados, engajados e interessados em sua formação.<p>
Hoje os programas de computação 1:1 nas escolas têm como objetivos homogeneizar o acesso à tecnologia e à informação, aumentar a qualidade do conteúdo assimilado e a profundidade do aprendizado, reforçar a habilidade do aluno aprender por conta própria, e estimular a interação entre todos os atores do palco educacional: alunos, professores, coordenadores e a família. Além disso, o uso de computadores na escola – e fora dela - permite que se crie uma diferenciação nos processos escolares, facilitando a troca de informações entre professores e a escola, tornando os professores, escolas e governos capazes de desenvolver avaliações mais eficientes e, finalmente, ajuda a preparar os estudantes para o extremamente competitivo mercado de trabalho atual.<p>
A implementação de tal programa, no entanto, requer o desenho cuidadoso de um plano para atender a realidade em que as escolas se encontram e atingir o que se pretende alcançar. É um trabalho que requer esforço, dedicação e vontade de mudar. No programa é necessário levar em consideração diversos fatores que têm muitas vezes maior importância que os computadores em si. A sustentabilidade do projeto em longo prazo só é garantida se houver a formação continuada dos professores no uso da tecnologia e na aplicação desta ao currículo escolar proposto. Além disso, é interessante que, pelo menos no início, sejam responsabilizadas pessoas dentro da escola pela conectividade e suporte tecnológico a professores e alunos, pela implantação de políticas de acesso e uso, pelo plano pedagógico e, principalmente, pelo cumprimento de metas e objetivos claros.<p>
Estamos vivendo um avanço tecnológico acelerado e incontestável. Não restam dúvidas sobre se devemos ou não, como cidadãos, pais e educadores, tomar iniciativas no sentido de mudar o modo como ensinamos e aprendemos. O contato intenso com a tecnologia vai certamente avançar e, com isso, esperamos que logo os alunos e professores possam expandir seus horizontes de ensino e aprendizado, incentivando uns aos outros no processo educacional, aprofundando suas capacidades de pensamento crítico, tornando mais eficiente o processo de tomada de decisões e propiciando mais recursos de aquisição, seleção e organização de informações. Nesse sentido, professores estarão mais preparados para melhor apoiar essa nova geração de nativos digitais e os alunos, por sua vez, mais integrados ao ambiente escolar, mais colaborativos, comunicativos, e mais preparados para um futuro profissional de sucesso.</p>

    		
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            <entry>
	<title type="html">Tecnologias e desafios envolvidos em uma implementação 1:1</title>
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	<id>tag:blogs.intel.com,2008:/educacaodigital//23.1951</id>

	<published>2008-06-30T01:18:19Z</published>
	<updated>2008-07-03T22:29:03Z</updated>

	<summary type="html">Quando mencionamos “Tecnologias envolvidas em uma implementação 1:1” a primeira impressão que se tem é de um ambiente tecnológico novo, extremamente complexo e de difícil gestão. Pelo contrário, estas tecnologias já estão em uso há vários anos em outras verticais,...</summary>
	<author>
		<name>Eduardo Campoy</name>
		
	</author>
	
	
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		<![CDATA[
    		<p>Quando mencionamos “Tecnologias envolvidas em uma implementação 1:1” a primeira impressão que se tem é de um ambiente tecnológico novo, extremamente complexo e de difícil gestão. Pelo contrário, estas tecnologias já estão em uso há vários anos em outras verticais, e o nosso desafio é adaptar essas tecnologias a um novo modelo atualmente em rápida evolução. Considerando que as métricas estão ainda sendo avaliadas em uma implementação de um projeto 1:1, as necessidades e premissas pedagógicas devem ser a base para criação do modelo arquitetônico a ser disponibilizado para a instituição de ensino. 
Os pontos mais comentados são: </p>

<p>a) Mobilidade: entender o fator mobilidade nos permite definir o nível de serviço oferecido através das tecnologias 802.11 ABGNS, bem como a extensão do uso do equipamento na casa ou comunidade onde o aluno ou professor estão inseridos. Claro que neste caso as questões de segurança física e lógica são fatores obrigatórios bem como o tipo de acesso oferecido fora da escola; </p>

<p>b) Conteúdo e aplicações: uma definição pedagógica que está diretamente  relacionada com o tipo de banda de internet bem como as características do servidor dentro da escola;</p>

<p>c) Logística e distribuição: neste sentido as experiências têm nos  mostrado que em caso do laptop ficar na escola, além de uma boa bateria que suporte um período escolar, um armazenamento seguro dentro da sala com o apoio de um aluno monitor pode trazer mais agilidade para o professor e aluno no início e término da aula. Tecnologias como RFID possibilitariam uma melhor gerência dos laptops e aumento de segurança em caso de perda;</p>

<p>d) A gestão centralizada , segurança, capacitação continuada dos professores, coordenadores , alunos monitores e alunos irão garantir um ambiente sustentável e a busca em melhorar níveis de serviços.</p>

<p>O momento atual é na concentração dos esforços para inserção desta tecnologia nas atividades escolares, na criação de políticas públicas e na avaliação do programa com o objetivo de preparar nossas crianças para serem profissionais cada vez mais qualificados mediante um mercado globalizado e extremamente competitivo.</p>

    		

    		
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            <entry>
	<title type="html">Provocando a Inovação na Educação…</title>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogs.intel.com/educacaodigital/2008/06/provocando_a_inovacao_na_educa.php" />
	<id>tag:blogs.intel.com,2008:/educacaodigital//23.1781</id>

	<published>2008-06-13T13:58:15Z</published>
	<updated>2008-06-13T14:00:23Z</updated>

	<summary type="html">Quando se fala em ‘inovar’ vêm a nossa mente várias questões que de certa forma coibem a ‘inovação’. As questões econômicas e financeiras, as sociais e até mesmo as culturais, exercem forte pressão na efetivação da ‘inovação’, principalmente nos países...</summary>
	<author>
		<name>Rose Salvini</name>
		
	</author>
	
	
		
			<category term="educação" label="educação" scheme="http://blogs.intel.com/educacaodigital/tag" />
		
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		<![CDATA[
    		<p>Quando se fala em ‘inovar’ vêm a nossa mente várias questões que de certa forma coibem a ‘inovação’.
As questões econômicas e financeiras, as sociais e até mesmo as culturais, exercem forte pressão na efetivação da ‘inovação’, principalmente nos países em desenvolvimento. 
Arriscaria dizer, que mesmo nos países desenvolvidos, os mais avançados, o tema cresce e ao mesmo tempo, se reconhece o abismo existente entre inovar em criação de riquezas – de fácil desenvolvimento em uma economia estável – e inovar na Educação, que certamente, além de formar indivíduos mais questionadores, resultaria na formação de uma economia sustentável. 
Em busca da sustentabilidade, países, representados por suas empresas e governos discutem em fórums internacionais novas formas de atuação para salvar o mundo contra a miséria e a fome; contra o aquecimento global; contra a violência e etc&#8230; <br />
E, sabemos que ‘uma nova forma de atuar’ exige indivíduos mais criativos que no uso constante de suas competências intelectuais possam, além de construir conhecimentos próprios, enfrentar riscos, concretizando seus tão sonhados direitos de igualdade social. 
É o processo criativo que irá fazer o empresário empreender e inovar; que irá fazer o professor criar e inovar; que irá fazer o jovem pensar e inovar, cada um desses buscando novos caminhos na condução de suas atividades.
Provocar mudanças ou provocar a Inovação na Educação em nosso país é responsabilidade das iniciativas públicas e privadas, gerando, com investimentos em pesquisas, nossas próprias riquezas e consequentemente formando cidadãos conscientes do exercício de sua criatividade na busca de uma sociedade de todos e para todos.  </p>

    		

    		
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