Iniciativas Empreendedoras em Educação
comentado por Adriana Machado em novembro 24, 2008
A Intel apoiou e participou do 5o Seminário Nacional de Educação Brasil Competitivo, realizado em 18 de novembro em Brasília, trazendo sua experiência empreendedora com programas de educação. Trata-se de uma trajetória de 40 anos contribuindo para desenvolver todo um ecossistema propício à inovação, que é mola propulsora da Intel enquanto empresa, mas também buscando estabelecer parcerias para a transformação sistêmica da educação, no sentido de atender às necessidades do século XXI e inspirando a próxima geração de inovadores.
Para a Intel, cada parte desempenha um papel extremamente importante nesse processo. O objetivo é viabilizar Parcerias Público-Privadas (PPPs) combinando esses ativos para melhorar o acesso e a qualidade da educação.
- Setor Público - > Define padrões, currículo - > Lidera a estratégia nacional de educação
- Setor Privado - > Conhece as competências necessárias para manter competitividade global
- ONGs - > Conhecimento das comunidades - > Expertise na implementação
Desta forma, em cada país que está presente, a Intel busca estabelecer parcerias estratégicas, como as que temos no Brasil com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e com o Compromisso Todos pela Educação.
Durante o seminário do dia 18, foi possível compartilhar experiências de sucesso, como o Projeto Escola Legal desenvolvido pela Amcham e apresentado por João Sanches da MSD, o prêmio nacional “Maluquinhos pela Educação” a ser lançado em 2009 e apresentado por Diler Trindade, entre outros projetos da Microsoft, SEBRAE, Junior Achievement e Todos pela Educação. Além disso, ouvimos análises muito ricas da situação da educação brasileira como as feitas por Cláudia Costin, VP da Fundação Victor Civita, e Gustavo Ioschpe, presidente da G3 Investimentos.
Cláudia Costin demonstrou a importância de medir resultados para formulação de políticas públicas que gerem competitividade. Também destacou a importância da formação dos professores e levou o público a entender que o fundamental é garantir que as crianças aprendam de fato, desenvolvendo o gosto pela leitura, uma mente investigativa e o raciocínio matemático.
Gustavo Ioschpe, partindo também de dados que ilustram a situação atual da educação brasileira e destacando que a chave do problema está na sala de aula, conclamou a todos para uma mudança sistêmica que passa por entender que educação é uma questão pública e que ações de impacto têm que influir em políticas públicas.
Estamos na era do conhecimento, onde o capital humano é um fator primordial de competitividade e foi possível constatar na fala de cada palestrante do seminário a forte relação que existe entre educação e competitividade, bem como a necessidade de articulação e união de esforços para conferir ao Brasil uma melhor condição em nível global.
Abaixo links para duas notícias que resumem os assuntos discutidos no evento:
“Evento destaca a educação como uma das prioridades para tornar o País mais competitivo”
“Precisamos de uma mudança radical e urgente no sistema educacional brasileiro”
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