Provocando a Inovação na Educação…
comentado por Rose Salvini em junho 13, 2008
Quando se fala em ‘inovar’ vêm a nossa mente várias questões que de certa forma coibem a ‘inovação’.
As questões econômicas e financeiras, as sociais e até mesmo as culturais, exercem forte pressão na efetivação da ‘inovação’, principalmente nos países em desenvolvimento.
Arriscaria dizer, que mesmo nos países desenvolvidos, os mais avançados, o tema cresce e ao mesmo tempo, se reconhece o abismo existente entre inovar em criação de riquezas – de fácil desenvolvimento em uma economia estável – e inovar na Educação, que certamente, além de formar indivíduos mais questionadores, resultaria na formação de uma economia sustentável.
Em busca da sustentabilidade, países, representados por suas empresas e governos discutem em fórums internacionais novas formas de atuação para salvar o mundo contra a miséria e a fome; contra o aquecimento global; contra a violência e etc…
E, sabemos que ‘uma nova forma de atuar’ exige indivíduos mais criativos que no uso constante de suas competências intelectuais possam, além de construir conhecimentos próprios, enfrentar riscos, concretizando seus tão sonhados direitos de igualdade social.
É o processo criativo que irá fazer o empresário empreender e inovar; que irá fazer o professor criar e inovar; que irá fazer o jovem pensar e inovar, cada um desses buscando novos caminhos na condução de suas atividades.
Provocar mudanças ou provocar a Inovação na Educação em nosso país é responsabilidade das iniciativas públicas e privadas, gerando, com investimentos em pesquisas, nossas próprias riquezas e consequentemente formando cidadãos conscientes do exercício de sua criatividade na busca de uma sociedade de todos e para todos.
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