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junho 2008 Archive

Tecnologias e desafios envolvidos em uma implementação 1:1

comentado por Eduardo Campoy em junho 29, 2008

Quando mencionamos “Tecnologias envolvidas em uma implementação 1:1” a primeira impressão que se tem é de um ambiente tecnológico novo, extremamente complexo e de difícil gestão. Pelo contrário, estas tecnologias já estão em uso há vários anos em outras verticais, e o nosso desafio é adaptar essas tecnologias a um novo modelo atualmente em rápida evolução. Considerando que as métricas estão ainda sendo avaliadas em uma implementação de um projeto 1:1, as necessidades e premissas pedagógicas devem ser a base para criação do modelo arquitetônico a ser disponibilizado para a instituição de ensino. Os pontos mais comentados são:

a) Mobilidade: entender o fator mobilidade nos permite definir o nível de serviço oferecido através das tecnologias 802.11 ABGNS, bem como a extensão do uso do equipamento na casa ou comunidade onde o aluno ou professor estão inseridos. Claro que neste caso as questões de segurança física e lógica são fatores obrigatórios bem como o tipo de acesso oferecido fora da escola;

b) Conteúdo e aplicações: uma definição pedagógica que está diretamente relacionada com o tipo de banda de internet bem como as características do servidor dentro da escola;

c) Logística e distribuição: neste sentido as experiências têm nos mostrado que em caso do laptop ficar na escola, além de uma boa bateria que suporte um período escolar, um armazenamento seguro dentro da sala com o apoio de um aluno monitor pode trazer mais agilidade para o professor e aluno no início e término da aula. Tecnologias como RFID possibilitariam uma melhor gerência dos laptops e aumento de segurança em caso de perda;

d) A gestão centralizada , segurança, capacitação continuada dos professores, coordenadores , alunos monitores e alunos irão garantir um ambiente sustentável e a busca em melhorar níveis de serviços.

O momento atual é na concentração dos esforços para inserção desta tecnologia nas atividades escolares, na criação de políticas públicas e na avaliação do programa com o objetivo de preparar nossas crianças para serem profissionais cada vez mais qualificados mediante um mercado globalizado e extremamente competitivo.

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Provocando a Inovação na Educação…

comentado por Rose Salvini em junho 13, 2008

Quando se fala em ‘inovar’ vêm a nossa mente várias questões que de certa forma coibem a ‘inovação’. As questões econômicas e financeiras, as sociais e até mesmo as culturais, exercem forte pressão na efetivação da ‘inovação’, principalmente nos países em desenvolvimento. Arriscaria dizer, que mesmo nos países desenvolvidos, os mais avançados, o tema cresce e ao mesmo tempo, se reconhece o abismo existente entre inovar em criação de riquezas – de fácil desenvolvimento em uma economia estável – e inovar na Educação, que certamente, além de formar indivíduos mais questionadores, resultaria na formação de uma economia sustentável. Em busca da sustentabilidade, países, representados por suas empresas e governos discutem em fórums internacionais novas formas de atuação para salvar o mundo contra a miséria e a fome; contra o aquecimento global; contra a violência e etc…
E, sabemos que ‘uma nova forma de atuar’ exige indivíduos mais criativos que no uso constante de suas competências intelectuais possam, além de construir conhecimentos próprios, enfrentar riscos, concretizando seus tão sonhados direitos de igualdade social. É o processo criativo que irá fazer o empresário empreender e inovar; que irá fazer o professor criar e inovar; que irá fazer o jovem pensar e inovar, cada um desses buscando novos caminhos na condução de suas atividades. Provocar mudanças ou provocar a Inovação na Educação em nosso país é responsabilidade das iniciativas públicas e privadas, gerando, com investimentos em pesquisas, nossas próprias riquezas e consequentemente formando cidadãos conscientes do exercício de sua criatividade na busca de uma sociedade de todos e para todos.

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Escolas Particulares e Públicas: o processo de mudança é semelhante

comentado por Fabio Tagnin em junho 2, 2008

A coordenadora de pesquisas do Grupo Positivo Betina Von Staa compartilhou a experiência observada do uso do Classmate PC em escolas particulares e públicas de Barretos, no interior de São Paulo, de Niterói, no Rio de Janeiro, de Curitiba, no Paraná, e de Campinas, em São Paulo.

Positivo.jpgSegundo Betina, no primeiro momento foi observado que o uso do Classmate PC é extremamente motivador. Os alunos ficaram mais concentrados nas tarefas e houve estímulo ao trabalho colaborativo. “Com o desktop, este comportamento seria mais difícil. O Classmate PC nasceu para a interação, tudo acontece naturalmente”. Além disso, observou que os alunos querem brincar menos na sala de aula e estudar mais em casa.

Para a coordenadora, nos projetos com Classmate PC, os professores têm mais recursos, podem sugerir projetos, como o Escrevendo com Ziraldo, podem criar blogs e sites com os alunos. Acompanhe aqui o desenvolvimento dos projetos educacionais da Positivo com o Classmate PC. Ou clique em leia mais abaixo para continuar lendo o texto.

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