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Educação, TICs e Investimento

comentado por Adriana Machado em julho 2, 2009

Com a ampliação do debate sobre os possíveis benefícios do uso de tecnologia da informação e comunicação (TIC) na educação, torna-se essencial discutir também a melhor forma de se promover esse tipo de investimento, seja ele público ou privado, para que haja, de fato, melhora na qualidade da educação.

Não conhecer as demandas reais, duplicar o investimento realizando as mesmas ações que outras organizações, pautar a discussão apenas no investimento em si e deixar de lado os resultados que serão alcançados são exemplos de obstáculos existentes.

Esses e outros obstáculos foram identificados no 2º Workshop de Alinhamento do Investimento Social Privado em Educação promovido em 26 de junho pelo Todos Pela Educação, o GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas e o Insper - Instituto de Ensino e Pesquisa.

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Grupo de empresas e institutos brasileiros busca trabalho único no processo de identificação de metas globais e regionais de uso de TIC na educação

comentado por Fabio Tagnin em junho 29, 2009

(Matéria publicada no TIC Brasil Educação, de 29 de junho de 2009)

A criação de metas locais do uso de TIC na educação, relacionadas às metas do Todos Pela Educação e alinhadas a metas regionais (eLAC 2010) e globais (Agenda Global 2009 do Forum Econômico Mundial), é o objetivo de um Grupo de empresas e institutos brasileiros para fortalecer a educação no País. Trata-se do Grupo de Discussão de TIC na Educação, que tem como proposta construir um grupo de trabalho único que possa estabelecer metas e ações em educação, integrando o trabalho que vem sendo feito pelo Instituto para o Desenvolvimento e Inovação Educativa (IDIE) com indicadores, e consolidando a parte de educação do Fórum de Lideres Digitais (DLF), iniciativa do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e da Intel Brasil. Nesse sentido, para dar continuidade ao trabalho de indicadores e metas de TIC na educação, a Intel realizará uma reunião de trabalho, no auditório da empresa, em São Paulo, na próxima quinta-feira (02). Estarão presentes representantes de todos os institutos e organizações, que vêm participando das discussões de uso de tecnologia na educação, tanto no âmbito do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE) quanto nos grupos paralelos. Em entrevista à TIC Educação, Fabio Tagnin, Gerente de Educação da Intel Brasil, falou sobre a iniciativa e detalhou o que será discutido na reunião de trabalho do próximo dia 02. Tagnin falou ainda sobre a importância de mapear o relacionamento entre ações, indicadores, resultados e metas da educação. Segundo ele, muitos municípios não têm idéia de como realizar ações concretas para endereçar seus problemas e tirar proveito das oportunidades e programas oferecidos por organizações e empresas na área de tecnologia educacional.

TIC - De onde partiu a iniciativa da criação do Grupo de Discussão de TIC na Educação e o que será debatido na reunião de trabalho do dia 02 em relação aos indicadores e metas de TIC na educação?

Fabio Tagnin - A criação do grupo foi uma convergência de iniciativas de institutos e organizações. A Intel e o MBC organizaram, no Brasil, um Fórum de Líderes Digitais em dezembro de 2007, com uma segunda edição em 2008, em que participaram executivos de diversas empresas brasileiras, membros da academia, instituições e do Governo Federal. O então presidente do conselho da Intel, Craig Barrett, também estava presente, como representante do G@id (Global Alliance for ICT and Development), grupo da ONU ligado às iniciativas de desenvolvimento com o uso da tecnologia. O objetivo do fórum é fomentar a discussão de políticas públicas e ações estratégicas, que promovam a competitividade por meio do uso de tecnologia da informação e comunicação, criando sinergia entre os líderes locais, identificando oportunidades de parcerias público-privadas e estabelecendo um processo de acompanhamento dos avanços em ações concretas. A primeira edição teve foco muito grande em educação para a competitividade, enquanto a segunda abriu a discussão também para a capacitação profissional, inclusão digital, gestão pública e infra-estrutura. No início deste ano, a Intel e o MBC firmaram uma parceria para dar continuidade ao Fórum de Líderes Digitais, com foco em educação, inovação e gestão pública. Em paralelo, dando continuidade à discussão específica sobre educação, a Intel iniciou junto à Microsoft, Instituto Ayrton Senna e Instituto Crescer, um processo de identificação de metas globais e regionais de uso de TIC na educação, com base em discussões do Fórum Econômico Mundial e do eLAC 2010. Com esse processo, fomos convidados a nos juntar a um grupo maior, ligado ao GIFE, que também estava iniciando uma discussão de metas e indicadores de uso de TIC na educação, com base em um estudo iniciado pelo IDIE, criado pela OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura) e Fundação Telefônica da Espanha. Quanto à reunião do dia 02, o objetivo é unir esforços e consolidar um grupo único, com uma reunião de trabalho para construir uma proposta coletiva.

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Brasileiros se destacam na Intel ISEF, maior feira internacional pré-universitária do mundo

comentado por Fabio Tagnin em maio 25, 2009

(Matéria publicada no TIC Brasil Educação, de 25 de maio de 2009)

Alunos de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul foram destaques na maior feira internacional pré-universitária do mundo, a Intel International Science and Engineering Fair (Feira Internacional de Ciências e Engenharia - Intel ISEF), que, este ano, foi realizada de 10 a 15 de maio, em Nevada, nos Estados Unidos, reunindo 500 estudantes de cerca de 50 países. O aluno do curso técnico de Mecânica do Cefet-MG, Rafael Gazzin, faturou o 3º lugar na categoria “Electrical and Mechanical Engineering”, com o projeto “Jet Engine by Compression through Shock Waves and Autonomous Acceleration”. Na mesma categoria, o aluno Felipe Gabriel Kuhn Soares, da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, conquistou o quarto lugar, com o projeto Preignition Detector. A Intel ISEF é a maior competição mundial pré-universitária, na área de ciências, que fornece uma oportunidade aos melhores jovens cientistas e inventores do mundo de se reunir para compartilhar idéias, apresentar seus projetos inovadores e concorrer a prêmios em dinheiro e bolsas de estudo. A feira é a única internacional que abrange alunos de todas as ciências naturais. Todos os anos, mais de 65 mil alunos do Ensino Médio competem em feiras regionais de ciências em cerca de 500 feiras afiliadas da Intel ISEF realizadas em todo o mundo. Mais de 1.500 alunos de aproximadamente 50 países têm a chance de concorrer a cerca de US$ 4 milhões em bolsas de estudo e prêmios, em 14 categorias científicas.

Em entrevista exclusiva à TIC Educação, Ruy Castro, Gerente de Educação da Intel Brasil, falou sobre o evento e sobre as políticas de educação da companhia. Segundo Ruy, apenas na última década, a Intel investiu mais de US$ 1 bilhão e seus funcionários doaram 2,5 milhões de horas para melhorar a educação em 50 países. Leia a entrevista clicando no link Leia Mais a seguir.

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Fórum Mundial na América Latina discute como educar a nova geração empreendedora

comentado por Fabio Tagnin em abril 20, 2009

“O empreendedorismo nunca foi tão importante quanto nessa época de crise financeira.” É assim que começa a chamada para a oficina de empreendedorismo realizada no Fórum Econômico Mundial para a América Latina 2009, realizado no Rio de Janeiro de 14 a 16 de abril. Durante o evento, assistido por líderes regionais dos setores privado, público e organizações sem fins lucrativos, foram discutidos diversos temas ligados à crise mundial, mas um deles teve atenção especial, o problema do empreendedorismo na América Latina.

GEI picture 1.jpgSegundo relatórios apresentados, mais de 72 milhões de crianças na idade da escola primária, 4 milhões só na América Latina, estão hoje fora da escola. 55% dessas crianças são meninas, e na América Latina são 53%. Essa falta de oportunidades, de recursos e de oferta é piorada no continente americano pelo tempo levado para se iniciar um negócio: 65 dias em média, quase três vezes mais do que em países de economia mais avançada. Se combinarmos isso com o fato histórico de que nenhum país chegou a atingir um rápido e contínuo crescimento econômico sem que antes 40% de sua população adulta estivesse apta a ler e escrever, temos um quadro que precisa imediatamente ser revertido.

Foi com essa base que iniciamos as discussões sobre os maiores problemas da educação empreendedora na região. Cerca de 60 líderes regionais, incluindo empreendedores sociais do terceiro setor, dividiram sua atenção entre a educação primária, secundária, terciária e continuada, para buscar recomendações que pudessem ser seguidas se, em 2020, quisermos ter resolvido o problema básico da educação no que tange à iniciativa criativa, empreendimentos inovadores e novas habilidades a serem desenvolvidas nos jovens de nossa sociedade.

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O que o Fórum Econômico Mundial recomenda?

comentado por Adriana Machado em abril 20, 2009

De 14 a 16 de abril realizou-se no Rio de Janeiro a reunião do Fórum Econômico Mundial sobre a América Latina. Apesar das discussões focarem no atual momento econômico e nas incertezas associadas a ele, buscou-se destacar a grande oportunidade que vivemos de profunda transformação de nossos valores, comportamento e políticas públicas para promover um ciclo de desenvolvimento sustentável para a região.

WEF LAR 2009.jpg

Ao discutir como tecnologia da informação pode ajudar, além do habitual reconhecimento de que o uso de tecnologia tanto para o setor privado como para o setor público aumenta produtividade e competitividade, houve destaque para o aspecto social atrelado à sociedade do conhecimento. Tecnologia associada à educação é peça-chave para a criação de um ambiente colaborativo, base desse novo modelo de sociedade em que vivemos. Entretanto, faz-se necessário o desenvolvimento da infraestrutura adequada para aumentar o acesso à internet, e a aceleração da oferta de banda-larga é prioridade máxima. Há que se implementar medidas de estímulo econômico para aumentar a disponibilidade e reduzir o custo da banda larga e consequentemente aumentar a inclusão digital.

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Crianças e adultos acreditam no computador como substituto do livro

comentado por Fabio Tagnin em março 23, 2009

Que o brasileiro passa mais tempo conectado à internet que os outros cidadãos do mundo a gente já sabia. Mas que nossas crianças passam mais tempo online que as crianças do resto do mundo, sem que os pais brasileiros tenham essa percepção, isso é novidade. Mas a boa notícia parece ser que a maioria dos adultos e crianças acredita que a leitura online para as crianças é tão válida quanto a leitura de um livro. Pelo menos é o que indica uma pesquisa online realizada pela Symantec em 12 países (Alemanha, Austrália , Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, India, Itália, Japão, Reino Unido e Suécia). Publicada na semana passada, ela engloba os resultados coletados de outubro a dezembro de 2008, em questionários online preenchidos por 9 mil pessoas, entre adultos e crianças de 8 a 17 anos.

Entre os entrevistados, as crianças brasileiras são mesmo as que mais tempo passam online (70 horas por mês), apesar de seus pais acreditarem que essas horas sejam apenas 56. Apesar dessa diferença de percepção, os jovens brasileiros parecem ser os mais ligados a seus pais, incluindo-os em suas listas de contatos (70%), listas de e-mails (79%) e em seus perfis em rede sociais (60%). Aqui, 74% dos adultos trocam mensagens instantâneas com membros da família pelo menos uma vez por semana, contra 43% na média dos 12 países pesquisados.

Os pais digitais brasileiros parecem participar mais ativamente da vida online de seus filhos, discutindo os sites que as crianças costumam visitar, dando dicas de finanças online, e falando de sexo. O Brasil é o país em que os pais sentem-se mais confortáveis ao discutir o assunto sexo com seus filhos (79%, contra a média geral de 41%).

Mas a principal questão que nos interessa aqui neste blog é que Brasil aparece entre os países em que tanto os pais quanto as crianças parecem acreditar na leitura online como substituta da leitura de um livro em papel, sendo a China o país com maior destaque (79% dos pais e 88% das crianças) nessa estatística. O que isso significa? Apesar dos jovens passarem uma média de 13 horas por semana dando voltas em sites de redes sociais - muito mais que os jovens de outros países - a leitura aqui parece ser parte integral do tempo passado online.

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Qualidade do ensino é função do salário do professor?

comentado por Fabio Tagnin em março 17, 2009

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (16) aponta que os brasileiros continuam insatisfeitos com o ensino público e põem a culpa na falta de motivação dos professores devido ao baixo salário que recebem do Governo. Realizada pelo Ibope para a CNI (Confederação Nacional da Indústria), em parceria com o movimento Todos Pela Educação, a pesquisa revela ainda que apenas 9% dos entrevistados em todo o Brasil acreditam que os principais problemas da educação no País são a baixa qualidade do ensino e o fato de os alunos não estarem aprendendo. A falta de segurança e a presença de drogas nas escolas são apontados como segundo maior problema, por 17% dos entrevistados.

A reflexão a que nos leva a pesquisa versa sobre os investimentos feitos pelo Governo na Educação como um todo. Enquanto 5% dos entrevistados afirmam que a precariedade de equipamentos e condições gerais da escola contribuem para o baixo nível de aprendizagem, outros 4% apenas acreditam que a falta de computadores e a exclusão digital constituem o calcanhar de Aquilles do sistema educacional brasileiro. Ou seja, só colocar o computador na escola não é suficiente para melhorar a qualidade de ensino.

Em maior ou menor grau, todos os problemas listados nas respostas da pesquisa são relevantes. Todos têm influência direta ou indireta na qualidade do processo de ensino e aprendizagem. A falta de professores, apontada por 12% dos pesquisados, ou a falta de escolas (15%) são fatores óbvios. Professores desqualificados e despreparados (11%) também. Mas boa parte da população acredita que a educação no Brasil está melhorando, 47% em ritmo lento e 13% em ritmo acelerado. 23% acredita que está estagnada e 15% acham que está mesmo piorando - só no Sudeste, ou em capitais e periferias, essa porcentagem sobe acima de 20%.

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O papel das mulheres

comentado por Adriana Machado em março 10, 2009

Em 8 de março comemoramos o dia internacional das mulheres e muitos, principalmente no Brasil, se perguntam por quê? Pode ser que vivamos uma realidade que valorize a diversidade e em que não pese tanto a discriminação, mas somos privilegiados se temos uma vida assim. Muitos ainda são os relatos de violência e desigualdade e grande o potencial de transformação social que tem a mulher.

Mas qual a ligação com educação digital? No mínimo porque cerca de 2/3 dos adultos analfabetos no mundo são mulheres, mas também porque as mulheres ainda representam apenas 30% dos formados em cursos de ciência e tecnologia e da força de trabalho em tecnologia de informação. Quando falamos em usuários de internet, o número sobe para 42% de mulheres, mas mesmo assim percebe-se a assimetria.

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eLAC 2010, educação e conteúdos digitais

comentado por Adriana Machado em dezembro 30, 2008

Educação é a prioridade número 1 dos países da América Latina e Caribe unidos para a construção de uma sociedade da informação inclusiva e voltada para o desenvolvimento. E esse compromisso, conhecido como Compromisso de San Salvador, firmado em fevereiro de 2008 e que estabece metas para 2010, foi reforçado no I Seminário Internacional sobre Inclusão e Produção de Conteúdos Digitais Interativos, ou II Seminário Regional do tipo, realizado de 10 a 11 de dezembro em Brasília.

Durante o seminário, o governo brasileiro lançou o Centro Nacional de Conteúdos Digitais, cujo objetivo é promover a produção de conteúdos digitais interativos no Brasil e também a cooperação com outros centros em outros países da América Latina. O Brasil oferece, assim, sua contribuição à agenda eLAC 2010 para o atingimento de sua 83ª meta, especificamente voltada para o estímulo à produção de conteúdos digitais interativos e interoparáveis, ou seja, que usem redes de alta velocidade e os mais distintos canais como telefonia, televisão, rádio e computador. Espera-se que este Centro de Conteúdos Digitais favoreça o desenvolvimento local, mas também permita compartilhar a experiência do País, como por exemplo em relação à TV digital, promovendo integração e intercâmbio de experiências, como salientou o Dr. André Barbosa Filho, Assessor Especial da Casa Civil.

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De olho nas metas da educação - melhorou, mas precisamos fazer mais

comentado por Fabio Tagnin em dezembro 11, 2008

5 MetasO movimento Todos Pela Educação divulgou hoje o relatório de acompanhamento de suas 5 Metas (ver figura), com base nos resultados apurados em índices medidos em pesquisas e provas nacionais e regionais. O relatório mostra que a Educação no Brasil melhorou entre 1995 e 2007, principalmente no atendimento escolar, alfabetização das crianças e conclusão do Ensino Fundamental e Médio. Porém, o avanço não foi suficiente para atingir todas as metas intermediárias estipuladas. Língua Portuguesa ainda é um problema no Ensino Fundamental, enquanto Matemática é o calcanhar de Aquiles do Ensino Médio.

Para cada uma das 5 metas foram estimados índices que devemos atingir até o ano de 2022 e, a cada ano, etapas em valores intermediários a serem alcançadas. Na apresentação de seu presidente, o ex-secretário de educação de Pernambuco e ex-presidente do Consed, Mozart Neves, sobraram questões a serem estudadas com base nos números apurados. Um exemplo é a comparação de um estado que já tenha um índice elevado em relação à meta final, e que caminha devagar na direção da etapa intermediária, com outro estado, com índice muito menor que a meta, que passa a etapa intermediária sem muito esforço. Será que, ao chegar a um limite de desempenho, fica cada vez mais difícil melhorar? O relatório responde com a afirmação de que “a cada degrau alcançado, um esforço maior precisará ser feito para ultrapassar o seguinte.” “Não há descanso!” completa.

E o esforço que deve ser feito pelas escolas, municípios e estados é reforçado pela atenção que deve ser dada aos seus professores, desde a seus salários, condições de trabalho, formação continuada efetiva, até o preparo inicial de cada um, com especial dedicação à atração de jovens talentos do Ensino Médio para a carreira do magistério. O relatório afirma ainda que os países que melhoraram consideravelmente sua qualidade de ensino foram os que selecionaram e prepararam melhor seus professores, dando a eles condições e motivação para formar seus alunos de maneira completa.

Veja mais notícias sobre o assunto aqui.

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