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	<title>Brasil Digital@Intel</title>
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	<updated>2008-07-08T17:58:39Z</updated>
	<subtitle>Os desafios e as oportunidades da tecnologia no Brasil</subtitle>
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			<title>Mais sobre Moblin - Documentação e lista de discussão em Português</title>
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			<published>2008-07-04T14:06:26Z</published>
			<updated>2008-07-08T17:58:39Z</updated>
   
			<summary>Para prover mais suporte e recursos aos desenvolvedores e aspirantes brasileiros, o projeto Moblin fornece agora uma lista de discussão em português. O objetivo da lista é congregar os interessados na área de Linux para dispositivos móveis, onde possamos trocar...</summary>
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				<![CDATA[<p>Para prover mais suporte e recursos aos desenvolvedores e aspirantes brasileiros, o projeto Moblin fornece agora uma <a href="http://www.moblin.org/mailman/listinfo/moblin-br">lista de discussão em português</a>. O objetivo da lista é congregar os interessados na área de Linux para dispositivos móveis, onde possamos trocar idéias, compartilhar dúvidas e buscar soluções.</p>

<p>Também está traduzido um <a href="http://www.moblin.org/pdfs/Moblin_org_bp.pdf">artigo de Derek Speed explicando sobre o contexto do Moblin</a>, as diferentes áreas do projeto e como ele está organizado. É uma excelente leitura para quem ainda tem dúvidas sobre a área e as possibilidades, sobre componentes do projeto e como eles interagem. E para detalhes de instalação e uso da interface de desenvolvimento, Pierre Freire criou um <a href="http://blog.pierrefreire.com.br/2008/07/tutorial-instalando-ambiente.html">excelente tutorial</a> ensinando passo a passo como criar e testar seu ambiente de teste.</p>

<p>A discussão na área é relativamente nova e os dispositivos mal começam a ganhar o mercado. As oportunidades e possibilidades a serem exploradas ainda estão sendo formadas. <a href="http://www.moblin.org/community/mid/index.php">MIDs</a>, <a href="http://www.moblin.org/community/netbooks/index.php">netbooks, nettops</a>, <a href="http://www.moblin.org/community/ivi/index.php">info-entretenimento em veículos</a> são algumas das <a href="http://www.moblin.org/community.php">comunidades ao redor do Moblin</a> - Mobile Linux. E você pode influenciar diretamente na formação das soluções, participando das comunidades, e quem sabe concorrendo a prêmios no concurso <a href="http://br-linux.org/moblin/">Your Move</a>. Interessado? Siga os links e boa sorte!</p>
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			<title>Concurso Your Move - Qual o próximo passo em mobilidade?</title>
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			<published>2008-07-02T18:14:33Z</published>
			<updated>2008-07-03T15:26:00Z</updated>
   
			<summary>As inscrições para o concurso “YourMove” promovido pela Intel já estão abertas. O objetivo da competição é encontrar idéias de softwares de código aberto nas principais pilhas de aplicações de Linux que sejam compatíveis com dispositivos móveis de acesso à...</summary>
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				<name>Sulamita Garcia</name>
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				<![CDATA[<p>As inscrições para o concurso “YourMove” promovido pela Intel já estão abertas. O objetivo da competição é encontrar idéias de softwares de código aberto nas principais pilhas de aplicações de Linux que sejam compatíveis com dispositivos móveis de acesso à internet (MIDs pela sigla em inglês de Mobile Internet Devices). Para se inscrever, basta acessar o site do concurso: <a href="http://br-linux.org/moblin/">http://br-linux.org/moblin/</a>. </p>

<p>Além de receberem todas as ferramentas necessárias para a execução dos projetos, os finalistas terão ajuda da <a href="http://www.moblin.org/">Moblin </a>(Mobile &amp; Internet Linux Program) para entrarem no mercado. Os participantes podem desenvolver aplicativos para os segmentos de entretenimento, informação e comunicações. </p>

<p>Os prêmios para os 10 primeiros colocados são atrativos: um MID e um mini-notebook equipado com processador <a href="http://www.intel.com/portugues/technology/atom/index.htm">Intel® Atom™</a>. O melhor projeto ganhará ainda uma viagem com acompanhante para qualquer evento de software livre no mundo, à sua escolha.</p>

<p><img alt="nb_productimage_m528_1_big.jpg" src="http://blogs.intel.com/brasildigital/nb_productimage_m528_1_big.jpg" width="457" height="408" /></p>

<p>A primeira rodada de seleção será conduzida pela comunidade Linux que escolherá os 10 conceitos que gostariam de ver implementados. A votação será pública e basta estar cadastrado no site do concurso para participar. Os finalistas terão até 30 de outubro de 2008 para criar o arquivo executável Beta e submetê-lo novamente ao concurso, para que sejam julgados em uma segunda rodada, desta vez por especialistas da área de código aberto indicados pela Intel. O vencedor do grande prêmio será escolhido em 04 de novembro de 2008.</p>

<p>O concurso faz parte do projeto Moblin, uma plataforma aberta de desenvolvimento para dispositivos móveis de acesso a internet. </p>
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			<title>Netbooks: Pequenos notáveis, com o uso correto</title>
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			<published>2008-06-27T16:48:07Z</published>
			<updated>2008-06-27T18:46:30Z</updated>
   
			<summary>Tenho pensado em escrever algo sobre os Netbooks. Depois de ouvir pessoas sobre este assunto, acho que posso colocar algo no computador. Vamos lá. Antes de mais nada, gostaria de mencionar o primo do Netbook, chamado Nettop. Assim como o...</summary>
			<author>
				<name>Mauricio Ruiz</name>
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			<content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://blogs.intel.com/brasildigital/">
				<![CDATA[<p>Tenho pensado em escrever algo sobre os Netbooks. Depois de ouvir pessoas sobre este assunto, acho que posso colocar algo no computador. Vamos lá.
Antes de mais nada, gostaria de mencionar o primo do Netbook, chamado Nettop. Assim como o netbook tem aparência similar ao notebook,  o Nettop tem a aparência similar a um desktop. Para simplificar, estarei falando somente sobre os netbooks. Entretanto, os conceitos se aplicam aos dois tipos de equipamentos, com os devidos ajustes aos seus modelos de uso.</p>
]]>
				<![CDATA[<p>A criação destes equipamentos nasceu de uma análise do modelo de uso dos computadores, sejam eles próprios ou de terceiros (Lan Houses, amigos, etc). Vamos dar uma olhada nestes modelos:</p>

<p><strong>1) Segundo Computador:</strong> Há um grupo de pessoas que são grandes consumidores e geradores de conteúdo online. Como geradores de conteúdo, eles criam videos, fotos, blogs, sites, etc. Trabalham com várias aplicações ao mesmo tempo. Você provavelmente conhece alguém assim. No lado consumo, eles acessam a Internet para estudar, ler blogs, ver video blogs, acessar sites em geral – bancos, agências de viagem, etc -, orkut, second life, escutar músicas, etc . Os notebooks que eles possuem hoje servem muito bem para este propósito, de gerar e consumir conteúdo. Agora, vamos pensar um pouco mais este modelo de uso. Quando estamos gerando conteúdo, geralmente usamos outros dispositivos conectados ao nosso computador – câmeras de video, máquinas fotográficas, scanners, etc. Além disso, o trabalho todo requer um poder de processamento grande para ser executado (ou ele irá demorar muito tempo para concluir). Ou seja, é um modelo de uso que nos remete ao trabalho em lugar definido, como em casa. Quando pensamos no consumo de conteúdo, basicamente precisamos de acesso à Internet e algum espaço de armazenamento no dispositivo, para aqueles downloads que realizamos. Neste caso específico, não temos limitações de onde iremos consumir este conteúdo e estariamos basicamente usando uma tela de browser para fazer isso. Poderiamos estar em qualquer lugar, sem grandes inconvenientes. Bom, por que então não temos as pessoas usando notebooks em qualquer lugar, com exceção de alguns executivos que os carregam sempre? Alguns vão dizer que é a segurança, mas vou mais longe. Porque o notebook, para atender tanto a geração de conteúdo como o seu consumo, ainda é um equipamento grande – há modelos menores, mas ainda caros – e pesado. Parece que há espaço para um equipamento menor, de baixo custo, para ser o segundo computador em muitas casas. Um equipamento desenhado e criado para consumir conteúdo, leve, pequeno, etc. Se você está nesta categoria de usuário, que tal ter um equipamento que pese menos de 1 Kg, que pode ser guardado dentro da sua bolsa, e ter acesso completo à Internet, como você faz com o seu notebook? Você usa o seu notebook tradicional para as tarefas mais pesadas e tem um outro equipamento que permite a conexão à Internet a qualquer momento e ainda é pequeno para ser levado na bolsa. </p>

<p><strong>2) Primeiro Computador: </strong>Há um grupo de pessoas que ainda não tem um computador. Para muitas, o motivo principal é a falta de recursos financeiro para comprá-lo. Apesar de não possuir um equipamento, um grande número destas pessoas utiliza computadores no seu dia a dia. Seu perfil é de consumidor de conteúdo digital e não de gerador. Há também aqueles que não usam e não possuem um computador hoje mas que gostariam de ter um. Isso porque eles enxergam no computador uma possibilidade de melhoria de vida e de estar atualizado. Bom, como o perfil desta classe é de consumo de conteúdo e ela tem restrições econômicas, que tal pensar um equipamento que atenda a este perfil de uso? Ou seja, ter um equipamento que seja ajustado para fornecer o desempenho necessário para consumir os conteúdos que estão na Internet e tenha um custo acessível. </p>

<p>Olhando os perfis descritos nos itens 1 e 2, parece claro que há espaço para uma nova categoria de equipamentos. Um equipamento que possa permitir acesso à Internet, e a todo o conteúdo digital disponível, dispensando os recursos necessários para trabalhos com criação de imagens, som, games pesados, etc. Esta não utilização de recursos não necessários para o fim de consumo fará com que o equipamento se torne mais barato. Pois bem, esta é a categoria de equipamentos está sendo chamada pela Intel de Netbook. O motivo de criar uma nova categoria é exatamente para tentar esclarecer ao usuário que há diferenças de funcionalidade entre um notebook e um netbook. Afinal de contas, quem não lembra das previsões de que os computadores seriam substituidos pelos PDAs? Quantos não compraram PDAs com esta idéia? Um bom esclarecimento do propósito de cada equipamento pode levar o usuário a uma escolha correta, diminuindo frustrações. </p>

<p>Um netbook é um equipamento desenhado para acessar Internet e realizar funções como: email, messaging, acessos a sites, visualizar fotos, escutar música, jogos básicos na Internet, etc.. Veja a comparação do uso do netbook com notebooks, na tabela abaixo:</p>

<p><img alt="diferencas%20net.bmp" src="http://blogs.intel.com/brasildigital/diferencas%20net.bmp" width="682" height="466" /></p>

<p>Este produto tem mercado em qualquer classe social, estando muito mais ligado ao modelo de uso do que necessariamente poder aquisitivo. Particularmente, não vejo a hora de que apareçam alguns com processador Intel® Atom™ para comprar um.</p>

<p>Um outro comentário que gostaria de deixar aqui. É comum ver as comentários de que os Netbook são equipamentos com tecnologia ultrapassada, antiga, somente para baratear o produto final. O que é feito no produto é a remoção / diminuição de componentes que não se adequam ao modelo de uso proposto. No caso da Intel, estamos usando tecnologia de ponta para a produção dos componentes. O processador usado, o Intel® Atom™, é fabricado com o processo de fabricação High-K de 45nm. Não entendeu nada? Não precisa. Este é o mesmo processo com o qual fabricamos o processador Intel® Core®2 Duo. Ou seja, não dá para falar que  o produto é de segunda linha, certo? O processador Intel® Atom™ é o menor processador que a Intel possui, tendo sido construido com os menores transistors existentes. Abaixo eu coloco uma imagem para dar idéia do tamanho do processador. </p>

<p><img alt="atom.bmp" src="http://blogs.intel.com/brasildigital/atom.bmp" width="664" height="393" /></p>

<p>Espero que tenha ficado mais claro o propósito desta nova classe de equipamentos. Abraços e até a próxima.</p>
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			<title>Economia de energia</title>
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			<published>2008-06-17T19:21:03Z</published>
			<updated>2008-06-17T19:29:48Z</updated>
   
			<summary><![CDATA[ Uma das métricas para chips de dispositivos móveis é a performance per watt. Dispositivos que consomem pouca energia e&nbsp;não possuem ventoinhas são requisitos básicos no desenvolvimento. A Intel tenta prover a maior economia de energia possível para seus chips....]]></summary>
			<author>
				<name>Alexandre Fugita - Blogueiro Intel</name>
				
			</author>
			
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				<![CDATA[<p id="hinm0"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3127/2588152306_5dcf487096.jpg?v=0" alt="atom">
Uma das métricas para chips de dispositivos móveis é a performance per watt. Dispositivos que consomem pouca energia e&nbsp;não possuem ventoinhas são requisitos básicos no desenvolvimento. A Intel tenta prover a maior economia de energia possível para seus chips. Os chips da família Atom atendem a esses requisitos. Na platéia do Embedded Conference 2008 cerca de metade das pessoas já conheciam tal tecnologia.
</p>

<p id="vped">
Aqui entra a tecnologia C6 . Trata-se de um sistema de economia de energia. Quando um software requisita, o processador consegue salvar seu estado e desligar o chip (core e cache) sem perder informações.
</p>

<p id="uexq">
Os chips Atom são os menores já desenvolvidos pela Intel e foram criados para dispositivos MID, netbooks e nettops. Tudo isso pois como gerenciamento de energia é crítico quando tratamos de mobilidade, melhor eficiência neste campo traduz-se em maior duração da bateria. <a href="http://www.intel.com/technology/atom/index.htm" id="c43u" title="No site da Intel há informações interessantes">No site da Intel há informações interessantes</a> além de vídeos com algumas explicações.
</p>

<p id="y96e">
  A base de toda essa tecnologia é:
</p>

<ul id="y96e0">
  <li id="y96e1">
    <div id="y96e2">
      ótima performance por watt
    </div>
  </li>
  <li id="y96e3">
    <div id="y96e4">
      gráficos integrados
    </div>
  </li>
  <li id="y96e5">
    <div id="y96e6">
      temperatura dentro dos padrões da indústria
    </div>
  </li>
</ul>
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			<title>Em estado sólido</title>
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			<published>2008-06-17T17:10:43Z</published>
			<updated>2008-06-17T17:12:56Z</updated>
   
			<summary>Na audiência da Intel Embedded Conference cerca de 10% das pessoas já trabalham com SSD (Solid State Drives). Atualmente o mercado NAND é o que mais cresce, de praticamente zero em 1999 para cerca de 15 bilhões de dólares em...</summary>
			<author>
				<name>Alexandre Fugita - Blogueiro Intel</name>
				
			</author>
			
			
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				<![CDATA[<p>Na audiência da Intel Embedded Conference cerca de 10% das pessoas já trabalham com SSD (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Solid-state_drive">Solid State Drives</a>). Atualmente o mercado NAND é o que mais cresce, de praticamente zero em 1999 para cerca de 15 bilhões de dólares em 2007. Para o futuro, ao redor de 2011, as memórias NAND representarão uma parte significativa do market share.</p>

<p>A capacidade de armazenamento dos discos não tem acompanhado a Lei de Moore, ou seja, surge um gap grande entre o armazenamento e o poder de processamento. As memórias SSD chegam para acabar com esse gap.</p>

<p>Um comparativo entre uma sequência de acesso a vários arquivos multimídia paralelamente em máquinas similares uma com um um SSD e outra com um HD mecânico de 7200 RPM SATA mostra a diferença. No SSD todas as tarefas foram cumpridas em 23.8s. No HD demorou 49.3s, ou seja, o dobro do tempo.</p>

<p>Um dos problemas das memórias NAND é que exisite um limite de quantidade de vezes que ela pode ser reescrita sobre uma informação anterior. Esse número é alto o suficiente para um usuário comum poder usar um drive SSD por 5 anos sem problemas. Esse tempo depende, claro, do tipo de uso.</p>

<p>O fato é: tecnologias NAND e SSD estão crescendo e a Intel tem como suprir a demanda por SSD de performance extrema. Tudo isso pois a empresa aposta que o SSD é o &#8220;the next big thing&#8221;.</p>
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			<title>Internet de bolso</title>
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			<published>2008-06-17T15:50:43Z</published>
			<updated>2008-06-17T16:34:32Z</updated>
   
			<summary>Na área de MID (Mobile Internet Devices), a tecnologia usada é o Intel Atom. O interessante é que o Sadek Absi, que fez a palestra deste segmento, chegou a perguntar quantas pessoas da platéia conheciam o Atom. Pouco mais de...</summary>
			<author>
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				<![CDATA[<p><P id=fix8>Na área de MID (Mobile Internet Devices), a tecnologia usada é o Intel Atom. O interessante é que o Sadek Absi, que fez a palestra deste segmento, chegou a perguntar quantas pessoas da platéia conheciam o Atom. Pouco mais de 30%.</P>
<P id=cost>Os equipamentos que&nbsp;usam o Atom são sempre entry-level. Não é um dispositivo para rodar aquele jogo pesado ou uma planilha gigante. Para isso existem os notebooks. Os Atom equipam netbooks e nettops, dispositivos bem mais simples e&nbsp;cuja função básica é conectar-se à internet.</P>
<P id=mblt>E por falar em internet, a rede está crescendo mas ainda está em sua infância. No Brasil temos cerca de 30 milhões de usuários da grande rede sendo que 26 milhões são usuários residenciais. E a internet no bolso (móvel) é&nbsp;a grande aposta do futuro, com possibilidade de triplicar seu uso nos próximos 4 anos.</P>
<P id=tova>O grande desafio é fazer a experiência móvel de uso da internet tornar-se o mais confortável e similar ao modo como usamos hoje nos desktops e notebooks. E esse desafio cria uma grande opotunidade&nbsp;que são os MID, Mobile Internet Devices.</P>
<P id=tova0>Três pilares que a Intel preza na área de MID:</P>
<UL id=tova2>
<LI id=tova3>
<DIV id=sns74>Ultra-mobile performance</DIV></LI>
<LI id=tova4>
<DIV id=tova5>Compatibilidade de software</DIV></LI>
<LI id=tova6>
<DIV id=tova7>Conectividade wireless</DIV></LI></UL>
E como isso se traduz para o usuário final? UMPCs e uma outra infinidade de formatos.</p>
]]>
				

									
				
				
				
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			<entry>
			<title>Intel Embedded Conference 2008</title>
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			<published>2008-06-17T14:51:51Z</published>
			<updated>2008-06-17T14:54:29Z</updated>
   
			<summary>Para todos nós Intel sempre foi sinônimo de chips para nossos computadores. Sim, a Intel é isso e muito mais. A Embedded Conference 2008 mostra exatamente isso. Aqui as soluções para produtos embarcados tomam forma. Coisas que são transparentes para...</summary>
			<author>
				<name>Alexandre Fugita - Blogueiro Intel</name>
				
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				<![CDATA[<p><img src="http://farm4.static.flickr.com/3146/2586695079_087f74f732.jpg?v=0" alt="intel embedded conference"/>Para todos nós Intel sempre foi sinônimo de chips para nossos computadores. Sim, a Intel é isso e muito mais. A Embedded Conference 2008 mostra exatamente isso. Aqui as soluções para produtos embarcados tomam forma. Coisas que são transparentes para nós, usuários, podem ser baseadas em chips Intel. Por exemplo, equipamentos de segurança digital ou ainda dispositivos médicos. Muitos deles possuem tecnologia embarcada Intel.</p>

<p>O evento é voltado para parceiros Intel que fornecem sistemas embarcados. A manhã começou com a apresentação do Joe Jensen (foto), General Manager Embedded Computing Division, que mostrou que a Intel desenvolve produtos &#8220;embedded&#8221; faz 30 anos e as diversas verticais que seus produtos atingem. Além disso o mercado potencial é gigantesco já que prevê-se para 2015 cerca de 15 bilhões de dispositivos conectados e boa parte deles com tecnologias embarcadas.</p>
]]>
				

									
				
				
				
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			<title>Competitividade e Produtividade nas Empresas: Adoção de notebook nas empresas</title>
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			<published>2008-05-29T13:41:41Z</published>
			<updated>2008-05-29T14:01:54Z</updated>
   
			<summary>O Uso da tecnologia de computação móvel nas empresas, em especial de notebooks, vem crescedo significativamente nos últimos anos. O que anteriormente era uma ferramenta de trabalho nas mãos de alguns poucos privilegiados, como executivos e alguns profissionais que viajam...</summary>
			<author>
				<name>Cássio Tietê</name>
				
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									<category term="trabalhoremoto" label="trabalho remoto" scheme="http://blogs.intel.com/brasildigital/tag" />
									<category term="vpro" label="vPro" scheme="http://blogs.intel.com/brasildigital/tag" />
				
			
			<content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://blogs.intel.com/brasildigital/">
				<![CDATA[<p>O Uso da tecnologia de computação móvel nas empresas, em especial  de notebooks, vem crescedo  significativamente nos últimos anos.  O que anteriormente era uma ferramenta de trabalho nas mãos de alguns poucos privilegiados, como executivos e alguns profissionais que viajam muito, vem agora gradativamente ganhando espaço em diversos setores da empresa. </p>

<p>Os motivos; bem podemos citar várias razões, mas talvez as principais estejam ligadas à redução sistemática dos preços,  equalização do desempenho em relação aos desktops e é claro, necessidade de flexibilidade e agilidade nos negócios,  assim como,  é claro, o reflexo positivo nas empresas das melhorias macro-econômicas do pais.</p>

<p>Entretanto, percebemos que embora os benefícios expressivos como veremos a seguir, temos ainda que o avanço do uso de notebooks no setor produtivo e bastante inferior ao observado no setor de consumo.  O que se percebe é que ainda existem algumas questões que limitam a adoção massiva de notebooks nas empresas.</p>
]]>
				<![CDATA[<p>Ao se  investigar o assunto e conversar com vários gestores de informática,CIOs e tomadores de decisão, podemos  perceber que as principais barreiras de adoção giram em torno dos seguintes pontos: </p>

<ul>
<li>Garantia da segurança física do Notebook e dos dados nele contidos;
<li>Custos de manutenção e gerenciamento incluindo a infra-estrutura de rede necessária para garantir os benefícios da mobilidade;
<li>Diferença de custos entre Desktops e Notebooks;
<li>Implicações nas relações de trabalho. 
</ul>

<p>Se observarmos ao longo dos últimos anos veremos que a indústria de tecnologia de informação e comunicação (TIC) e demais atores interessados, vêm investindo consideravelmente na redução dos entraves que possibilitem a adoção de mobilidade.  Cada vez mais os preços dos notebooks vêm caindo em valores absolutos e também relativos se comparados aos desktops. Vemos hoje em dia soluções robustas de criptografia de dados, segurança contra acessos indevidos a dados e  redes VPNs. No que se refere à segurança patrimonial, encontramos ofertas de seguros contra furto de notebooks começam a ser  oferecidas.  Plataformas como o <a href="http://www.intel.com/portugues/business/notebook.htm">Intel® Centrino® com tecnologia vPro™</a>contribuem para a redução de custos de gerenciamento e aumento do período de disponibilidade de notebooks através de funcionalidades como <a href="http://www.intel.com/portugues/technology/platform-technology/intel-amt/index.htm">Intel® Active Management Technology (Intel® AMT).  </a></p>

<p><strong>Benefícios:</strong></p>

<p>Entretanto, do outro lado vemos  cada vez mais tornar-se quase que intuitivo admitir que a adoção de notebooks traz ganhos de produtividade. A Dell conduziu um estudo (link abaixo)  com 6 corporações americanas, que apurou um ganho médio de 7.7 horas de produtividade de colaboradores por semana. Já o instituto de Pesquisa Forrester através de um estudo pago pela Cisco e Intel concluiu que o retorno sobre o investimento  numa solução completa de rede sem fio com adoção massiva de notebooks em empresas observadas foi de 98%, sendo que o investimento se pagou na media em 14 meses (<strong>pay-back</strong>). Os principais pontos medidos que influenciaram o estudo da Forrester foram:</p>

<ul>
<li>Ganho de produtividade  e colaboração da força de trabalho;
<li>Redução de custos relativos a relocação de pessoas;
<li>Melhoria nos custos de retenção de profissionais;
<li>Redução de custos necessários para planejamento de desastres.
</ul>

<p>Os estudos mencionados acima não abordaram um assunto cada vez mais relevante nos dias de hoje, que é a economia de energia elétrica. Um Notebook com a  <a href="Http://www.intel.com/portugues/products/laptop/index.htm">tecnologia Intel®  Centrino®</a> consome aproximadamente 35% menos energia que um desktop com o processador <a href="http://www.intel.com/portugues/business/core2duo/index.htm">Intel® Core(tm) 2 Duo</a>,  que por sua vez já consome 35 % menos energia que um Pentium Dual Core.   Certamente, se projetarmos a economia ao longo de um ciclo de 36 meses  teremos ganhos significativos no consumo de energia.</p>

<p>Outro fator relevante que pesa em favor da adoção de soluções de mobilidade em geral, é o seu potencial impacto ambiental relacionado a eliminação da necessidade de deslocamento de pessoas pelo simples fato destas estarem portando dispositivos móveis sem fio, como Notebooks. Muitas empresas permitem que seus colaboradores chaves possam trabalhar eventualmente desde suas casas, ou mesmo cumpram jornada de trabalho mais flexíveis. Conheço vários casos de pessoas que ganham mais de 1 hora de produtividade por dia ao utilizar seus notebooks desde casa antes de ir para a empresa, ou depois de retornar mais cedo, “driblando”, o trânsito mais pesado. </p>

<p>Resumindo, como podem perceber, existem muitos benefícios, mas também questões que têm que ser equacionadas.  A velocidade  de adoção dos notebooks na sua empresa vai depender, segundo o estudo da Forrester, de fatores como tamanho de sua empresa, estrutura de suporte, nível de crescimento da mobilidade, necessidade de colaboração na sua empresa e finalmente continuidade da convergência de soluções e custos de TIC. </p>

<p>Deixo vocês com os artigos aqui comentados para que  possam tirar as suas próprias conclusões.  Por favor enviem seus comentários. A idéia é que nos próximos posts possamos falar mais sobre os fatores acima.</p>

<ul>
<li><a href="http://www.ciscointelalliance.com/_files/pdf/Cisco%20Intel%20-%20WLAN%20Notebook%20ROI%20%20Final.pdf">Cisco: Wireless/Mobility Value Proposition: A Look at Your Return on Investment</a>
<li><a href="http://www.dell.com/Downloads/emea/general/UTech%20NB%20Produtivity%20Study%20.pdf ">Dell: Notebook PCs Can Make Your Employees More Productive</a>
</ul>

<p>Mande seus comentários.</p>

<p>Um grande abraço,</p>

<p>Cássio Tietê</p>
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										Comments (3)
					
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			<title>No final vale o networking</title>
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			<published>2008-05-13T20:37:59Z</published>
			<updated>2008-05-13T20:38:47Z</updated>
   
			<summary><![CDATA[O público presente no IDC Brazil 2nd Annual Business Mobility &amp; Convergence Conference 2008 certamente aproveitou muito bem os conhecimentos compartilhados nas palestras ao longo do dia. Nos intervalos - foram 3 - tudo se resumia a networking. E uma...]]></summary>
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				<name>Alexandre Fugita - Blogueiro Intel</name>
				
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				<![CDATA[<p id="wo990">O público presente no IDC Brazil 2nd Annual Business Mobility &amp; Convergence Conference 2008 certamente aproveitou muito bem os conhecimentos compartilhados nas palestras ao longo do dia. Nos intervalos - foram 3 - tudo se resumia a networking. E uma das coisas mais importantes do mundo dos negócios é o networking.</p>

<p id="wo991">Imagino que centenas de cartões foram trocados. Estimo cerca de 150 pessoas, que foi o número aproximado de pen-drives dados como presente a todos que visitaram o stand da Intel. Fiz contatos, conversei com bastante gente. Tão importante quanto saber as últimas novidades de mobilidade e convergência, é o networking.</p>

<p id="wo992"><a title="Não deixe de conferir a cobertura do evento aqui no blog Brasil Digital" href="http://blogs.intel.com/brasildigital/tag/idc" id="f6wo">Não deixe de conferir a cobertura do evento aqui no blog Brasil Digital</a>.</p>
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			<title>Os debates da tarde</title>
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			<published>2008-05-13T20:36:07Z</published>
			<updated>2008-05-13T22:25:32Z</updated>
   
			<summary>O finalzinho da tarde foi reservada para os debates entre grandes players do mercado de TIC. O primeiro deles, sobre sistemas operacionais móveis, contou com a presença de Microsoft, Nokia (Rogério Guazzelli) e Blackberry (Mario Calcagnini). Na verdade cada um...</summary>
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				<name>Alexandre Fugita - Blogueiro Intel</name>
				
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				<![CDATA[<p id="paqj0">O finalzinho da tarde foi reservada para os debates entre grandes players do mercado de TIC. O primeiro deles, sobre sistemas operacionais móveis, contou com a presença de Microsoft, Nokia (Rogério Guazzelli) e Blackberry (Mario Calcagnini). Na verdade cada um focou em sua plataforma, defendendo os prós, com informações relevantes para o mercado corporativo. A questão central que permeou boa parte das discussões foi a segurança. Foi, inclusive, a parte mais quente do debate, cada um mostrando como sua plataforma é segura para o mercado corporativo.</p>

<p id="paqj1">Para um público formado por profissionais de TI, com um bom trânsito pelos diversos sabores de sistemas operacionais disponíveis no mercado, o papo fluiu bem. No final, nas perguntas, a grande questão do momento: plataformas abertas. Cada uma mostrou como interage com essa tecnologia, seja de forma direta ora adotando soluções abertas (e.g., Linux em gadgets Nokia), ora suportando ao mesmo tempo que concorre (e.g., ODF suportado pela Microsoft).</p>

<p id="paqj2">Em seguida, mediados pelo Guido Orlando (diretor da VoIT), um debate sobre mobilidade e convergência na visão do usuário. Maria de Fátima (Assembléia Legislativa), Marcelo Duarte (Banco Carrefour), Marcelo Kawamoto (ESPN) e Gustavo Correia (ACE Seguradora) explicaram inicialmente como suas organizações usam a mobilidade e isso impacta na sua relação com o usuário final, ou seja, o cliente. Outras discussões giraram ao redor de como o board das empresas encara novas tecnologias e discussões sobre mobilidade.</p>
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			<title>A briga pelo mercado corporativo</title>
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			<published>2008-05-13T18:54:26Z</published>
			<updated>2008-05-13T19:02:55Z</updated>
   
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			<author>
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			<content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://blogs.intel.com/brasildigital/">
				<![CDATA[<p id="fse60">Logo pela manhã, a Elisabeth da Avaya disse que o mercado para o consumidor final está direcionando a forma como o mercado corporativo encara a tecnologia móvel. No período da tarde isso ficou bem claro. A HTC e Microsoft, a Nokia e a Blackberry fizeram palestras sobre seus produtos que, voltados para o mercado corporativo, também são adotados pelo consumidor final. Como o foco do evento é business, o tom principal foi corporativo.</p>
<p id="fse61">A HTC fez uma introdução sobre sua presença no Brasil e o fato de serem inovadores em termos de criação de smartphones. A HTC tem seu &#8220;dedo&#8221; em muitos dos aparelhos mais conhecidos do público. A grande questão que surge é o que influencia a adoção de aparelhos convergentes? Resposta simples: aplicações, usabilidade e design.</p>
<p id="fse62">  Já a Nokia mostra que em 2010 teremos cerca de 4 bilhões de aparelhos celulares no mundo. Alguns desses usuários terão a primeira experiência de conexão à internet via celular. Também ficamos sabendo que pesquisas mostram que 80% das empresas já perderam equipamentos e isso representa 35% da
perda de informações de uma organização. Hoje é muito mais provável que
um executivo perca seu notebook no táxi do que a empresa ser invadida
por hackers. O negócio está exposto.</p>
<p id="fse63">O Brasil não está mais atrasado em relação ao mundo quando falamos de tecnologia, pelo menos essa é a visão da RIM, fabricante do Blackberry. No último ano a RIM cresceu de 8 milhões de usuários (jan) para 14 milhões no primeiro trimestre. E uma das funções da empresa, como fabricante, é evitar que os dados excedam a capacidade da rede, o que pode causar problemas estranhos.<br id="pfk60">
</p>

<p id="fse64">Não vou dizer que as soluções se assemelham. Mas a função de todas é muito parecida. Todas são preocupadas com segurança e possuem soluções que &#8220;matam&#8221; os dados remotamente em caso de perda ou roubo de um smartphone. As soluções de e-mail também estão todas otimizadas para o mercado corporativo. E sempre o PIM (<a title="Personal Information Management" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Personal_information_manager" id="nz0-">Personal Information Management</a> ) faz parte das aplicações padrão de cada um dos sistemas. Cada uma com sua tecnologia entrega o que o mercado corporativo quer. E, claro, há especializações entre eles, detalhes a serem discutidos no debate sobre sistemas operacionais logo mais.</p>
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			<title>Tendências em mobilidade</title>
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			<id>tag:blogs.intel.com,2008:/brasildigital//18.1529</id>
   
			<published>2008-05-13T18:05:20Z</published>
			<updated>2008-05-13T20:32:53Z</updated>
   
			<summary>A primeira palestra do período da tarde é do Courtney Munroe, Vice-Presidente Mundial do Grupo Telecom IDC. Para os interesses que escrevo em meu blog trata-se da palestra mais interessante de todas por falar de mobilidade integrada a aplicações web...</summary>
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				<![CDATA[<p id="e1pl0"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2229/2489378287_419f9524d2.jpg?v=0" alt="Palco do evento"/>A primeira palestra do período da tarde é do Courtney Munroe, Vice-Presidente Mundial do Grupo Telecom IDC. Para os interesses que escrevo em meu blog trata-se da palestra mais interessante de todas por falar de mobilidade integrada a aplicações web que possuem base de dados na nuvem da internet. Segundo Munroe, as aplicações móveis estão se beneficiando neste momento de três fatores: bandwidth (largura de banda), broadband (banda larga) e mobilidade.</p>

<p id="e1pl1">Dentro das tendências em mobilidade corporativa, ocorre um crescimento de uso de voz devido à concorrência entre operadoras de celular. As tarifas para o mercado corporativo ficam mais baratas. Além disso o uso de 3G está crescendo rapidamente. O mercado deve triplicar nos próximos 4 anos. E o e-mail continua como a aplicação &#8220;matadora&#8221; dentro do mercado corporativo.</p>

<p id="e1pl2">Existem também tendências mais gerais do mercado de mobilidade. Um deles é a experiência de uso do usuário. Aparelhos como o iPhone trouxeram uma interface muito mais fácil de usar que é (e será) copiada pelos concorrentes. O &#8220;Efeito Google&#8221;, ou seja, <a title="Android e redes de 700 Mhz" href="http://www.techbits.com.br/2007/12/01/o-interesse-da-google-nos-700-mhz/" id="hwdg">Android e redes de 700 Mhz</a>, estão fazendo modelos de negócios serem reescritos. Além de tudo isso as tecnologias usadas nos celulares permitem aumento do UGC, <a title="conteúdo gerado pelo usuário" href="http://en.wikipedia.org/wiki/User-generated_content" id="k-.c">conteúdo gerado pelo usuário</a>.</p>

<p id="e1pl3">WiMax é citado como uma tecnologia que está crescendo em uso no mundo todo como um nicho de tecnológico muitas vezes usadas por países em desenvolvimento que não possuem outra infraestrutura de tecnologia de &#8220;última milha&#8221;. Nos EUA existe a previsão de em 2010 cerca de 50% da população ser atendida pela tecnologia.</p>
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			<title>Uma volta pelos stands</title>
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			<id>tag:blogs.intel.com,2008:/brasildigital//18.1528</id>
   
			<published>2008-05-13T18:03:09Z</published>
			<updated>2008-05-13T19:30:49Z</updated>
   
			<summary>O auditório da conferência é de tamanho médio. Cerca de 100 executivos &amp;#8220;C-level&amp;#8221; acompanham as palestras neste evento do IDC. No lado de fora temos os stands, a área de registro dos participantes e uma espaço para o coffee-break. Fui...</summary>
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			<content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://blogs.intel.com/brasildigital/">
				<![CDATA[<p id="qxks0">O auditório da conferência é de tamanho médio. Cerca de 100 executivos &#8220;C-level&#8221; acompanham as palestras neste evento do IDC. No lado de fora temos os stands, a área de registro dos participantes e uma espaço para o coffee-break. Fui passear pelos stands para ver o que se passa em cada um deles. Veja a seguir:</p>

<p style="font-weight: bold;" id="qxks1">Intel</p>

<p id="qxks2">No stand da Intel, o Fabiano Sabo (foto), Engenheiro de Aplicações demonstra a tecnologia vPro. É interessante e, diria, genial de tão simples. Um dos grandes problemas dos departamentos de TI das empresas é gerenciar/ fazer manutenção, essas coisas, de toda a base instalada de uma empresa. Claro, existem vários softwares que executam essa tarefa tranqüilamente, mas todas necessitam de um software rodando no computador remoto para poder ser operado.</p>

<p id="qxks3"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3008/2489378591_2d7b6737a3.jpg?v=0" alt="Stand da Intel"/>A tecnologia vPro é diferente pois é baseada em hardware e não software. Máquinas que possuem vPro podem ser gerenciados remotamente desde o boot. É possível acessar remotamente a BIOS, o próprio sistema operacional, etc. Ao invés de ter controle sobre a máquina remota por meio de um software, o hardware controla isso. Uma conseqüência é que, se o notebook ou desktop permitirem, podemos até gerenciar um computador rodando Linux, por exemplo, sem instalar nada na máquina remota. Interessante.</p>

<p style="font-weight: bold;" id="qxks4">Demais stands</p>

<p id="qxks5">A HTC trouxe alguns smartphones e o destaque ficou como o HTC Touch Duo, que é um Touch um pouco maior mas que possui um teclado semi-qwerty (uma tecla, duas letras) embutido. A Avaya, em seu stand, trouxe demonstração de aparelhos de telefonia corporativo. Já a Nokia demonstrava a tecnologia Intellisync com sua gama de aparelhos rodando Symbian. Por fim, a Blackberry também mostra suas soluções para o mercado corporativo.</p>
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			<title>Notebook para o mercado corporativo</title>
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			<id>tag:blogs.intel.com,2008:/brasildigital//18.1525</id>
   
			<published>2008-05-13T15:33:53Z</published>
			<updated>2008-05-13T20:32:43Z</updated>
   
			<summary>Vários fatores como segurança de dados, gerenciamento remoto e custo de uma solução acabam por definir a política de compras de equipamentos em uma organização. Os notebooks estão aí, crescendo, mas ainda encontram barreiras para serem largamente adotados nas empresas....</summary>
			<author>
				<name>Alexandre Fugita - Blogueiro Intel</name>
				
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			<content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://blogs.intel.com/brasildigital/">
				<![CDATA[<p id="zv6-0">Vários fatores como segurança de dados, gerenciamento remoto e custo de uma solução acabam por definir a política de compras de equipamentos em uma organização. <a title="Os notebooks estão aí, crescendo" href="http://blogs.intel.com/brasildigital/2008/05/trabalhadores_moveis.php" id="o4tv">Os notebooks estão aí, crescendo</a>, mas ainda encontram barreiras para serem largamente adotados nas empresas.</p>

<p id="zv6-1">Estudos mostram que notebooks aumentam em 2 horas a produtividade (por dia?) de um colaborador. Além disso consegue-se redução do TCO. A palestrante, Andréa Zacari (Enterprise Technology Sales da Intel), questiona o custo de compra de um notebook diluído nos dois ou três anos que o equipamento será usado. O ganho de produtividade compensa qualquer custo maior.</p>

<p id="zv6-2" style="font-weight: bold;">Suporte</p>

<p id="zv6-3">Incidentes de suporte físico representam um custo alto para uma empresa. Mandar um técnico resolver um problema localmente é muito caro atualmente. Então, e se existisse uma forma de não enviar o técnico e fazer tudo remotamente? A resposta, claro, é o Centrino vPro, <a title="já coberto pelo Mobilon durante o SAP Forum aqui no blog Brasil Digital" href="http://blogs.intel.com/brasildigital/2008/03/palestra_de_marcos_fugulin_int.php" id="hdlm">já coberto pelo Mobilon durante o SAP Forum aqui no blog Brasil Digital</a>. Dei uma olhada no stand da Intel e depois dou mais detalhes.</p>

<p id="zv6-4" style="font-weight: bold;">Case Tribunal de Justiça</p>

<p id="zv6-5">Os mais de 17 milhões de processos que correm no Tribunal de Justiça de São Paulo e o crescimento de demanda em 12% ao ano só podem ser gerenciados de forma eletrônica. E o Tribunal de Justiça passou a adquirir apenas notebooks. Atualmente possuem cerca de 20 mil desktops e 3 mil notebooks. Agora, apesar do fórum aparentemente só funcionar no período da tarde (audiências), os juízes conseguem com esses equipamentos fazer o trabalho remotamente em outros horários sem precisar levar qualquer montanha de papel por aí.</p>
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			<title>Trabalhadores móveis</title>
			<link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogs.intel.com/brasildigital/2008/05/trabalhadores_moveis.php" />
			<id>tag:blogs.intel.com,2008:/brasildigital//18.1524</id>
   
			<published>2008-05-13T15:03:45Z</published>
			<updated>2008-05-13T20:32:35Z</updated>
   
			<summary>A quantidade de trabalhadores móveis cresce à taxa de 5,8% ao ano o que significará cerca de 1 bilhão deles em 2011, ou seja, um em cada 7 habitantes do planeta. Outra tendência é que muitos trabalhadores usam notebook mesmo...</summary>
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									<category term="notebook" label="notebook" scheme="http://blogs.intel.com/brasildigital/tag" />
				
			
			<content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://blogs.intel.com/brasildigital/">
				<![CDATA[<p id="ua0e0">A quantidade de trabalhadores móveis cresce à taxa de 5,8% ao ano o que significará cerca de 1 bilhão deles em 2011, ou seja, um em cada 7 habitantes do planeta. Outra tendência é que muitos trabalhadores usam notebook mesmo dentro das empresas pois isso representa um ganho significativo de produtividade. O perfil de uso de equipamentos dentro e fora da empresa é mais ou menos parecido, mudando apenas na questão dos celulares com acesso móvel à rede de dados.</p>

<p id="ua0e1">Bateria dos equipamentos é algo crítico. Pesquisas com empresas mostra que o tempo de duração da bateria é um item importante na hora de adquirir dispostivos para seus colaboradores. Muitos preferem sacrificar o poder de processamento para ter maior autonomia em um notebook, por exemplo.</p>

<p id="ua0e2">A evolução do mercado de notebooks estima em cerca de 45% o market share dos notebooks no total de computadores (desktop e laptop) no Brasil para 2012. Assim como tem acontecido em outros mercados do mundo chegará o momento em que o notebook venderá mais do que o desktop. Existe aí todo um mercado a ser explorado.</p>

<p style="font-weight: bold;" id="ua0e2">Top 10: previsões no mercado de PC:</p>

<ul id="i2es1">
<li id="i2es2">Foco na Ásia, não só China</li>
<li id="i2es3">Maior gerenciamento da cadeia de produção</li>
<li id="i2es4">PCs baratos não serão mais tão importantes</li>
<li id="i2es5">Inovação mais lenta por menos investimentos no desenvolvimento de placas-mãe</li>
<li id="i2es6">Green IT será estratégico para os fabricantes: computadores sem chumbo, reciclagem de componentes, minimizar consumo de energia, minimizar a geração de calor nos equipamentos e imagem da empresa como responsabilidade ambiental.<br id="dnuj0">
</li>
<li id="i2es7">Fabricantes de componentes investirão no crescimento do mercado de consumo</li>
<li id="i2es8">Complexidade do PC irá aumentar e refletirá em toda a cadeia de suprimentos</li>
<li id="i2es8">Visibilidade em toda a cadeia conduzirá a investimentos entre os processos do ecossistema</li>
<li id="i2es8">PCs com vídeos de alta definição para 2009 e depois</li>
</ul>

<p>Pra finalizar, a palestra foi feita pelo Reinaldo Sakis, Analista Sênior de Mercado do IDC Brasil.</p>
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