Em estado sólido
comentado por Alexandre Fugita - Blogueiro Intel em junho 17, 2008
Na audiência da Intel Embedded Conference cerca de 10% das pessoas já trabalham com SSD (Solid State Drives). Atualmente o mercado NAND é o que mais cresce, de praticamente zero em 1999 para cerca de 15 bilhões de dólares em 2007. Para o futuro, ao redor de 2011, as memórias NAND representarão uma parte significativa do market share.
A capacidade de armazenamento dos discos não tem acompanhado a Lei de Moore, ou seja, surge um gap grande entre o armazenamento e o poder de processamento. As memórias SSD chegam para acabar com esse gap.
Um comparativo entre uma sequência de acesso a vários arquivos multimídia paralelamente em máquinas similares uma com um um SSD e outra com um HD mecânico de 7200 RPM SATA mostra a diferença. No SSD todas as tarefas foram cumpridas em 23.8s. No HD demorou 49.3s, ou seja, o dobro do tempo.
Um dos problemas das memórias NAND é que exisite um limite de quantidade de vezes que ela pode ser reescrita sobre uma informação anterior. Esse número é alto o suficiente para um usuário comum poder usar um drive SSD por 5 anos sem problemas. Esse tempo depende, claro, do tipo de uso.
O fato é: tecnologias NAND e SSD estão crescendo e a Intel tem como suprir a demanda por SSD de performance extrema. Tudo isso pois a empresa aposta que o SSD é o “the next big thing”.


