comentado por Sulamita Garcia em novembro 27, 2007
O BR-Linux, site brasileiro de notícias sobre o mundo open source que recentemente comemorou 11 anos, promove mais uma vez o Censo Anual da Comunidade Linux Brasileira e a promoção Favoritos da Comunidade Linux no Brasil em 2007. Esta é nova edição da pesquisa anual em que o BR-Linux.org oferece à comunidade Linux brasileira a oportunidade de apontar os seus favoritos em diversas categorias - e concorrer a dezenas de brindes. Entre os brindes, um Asus Eee doado pela Intel; um teclado Ubuntu, camiseta e babylook do Linuxchix Brasil, oferecidos pelo grupo.
O prazo para votar vai até 6 de dezembro. Não deixe de visitar o BR-Linux em 9 de dezembro para ver os resultados da promoção - se você for um dos participantes sorteados, só terá 48h para confirmar seu endereço postal para receber seu brinde, seguindo as instruções que serão publicadas juntamente com os resultados!
Ajude a divulgar esta promoção: O BR-Linux agradece se você puder ajudar a divulgar esta promoção para seus amigos, ou ainda no seu site ou blog. O link correto para divulgação é http://br-linux.org/linux/favoritos2007 - e você pode usar os diversos banners e selos preparados pelo BR-Linux se desejar.
comentado por Maô Guimarães em novembro 26, 2007
Não é incomum meus amigos e familiares virem comentar comigo que querem comprar um computador novo e e pedirem conselhos. Qual é o melhor? Sempre respondo que depende do que eles esperam do computador e como pretendem usá-lo e, em 90% dos casos, a resposta é sempre a mesma: “Ah, é só pro básico!”
O engano mais comum que eu vejo é as pessoas acreditarem que, realmente, vão usar seus computadores “só pro básico” e, por isso, procurarem o mais barato possível. Hoje em dia, o uso “básico” não é tão básico assim. Pelo contrário, o básico, o dia-a-dia, é bastante sofisticado, e exige um poder de processamento razoável.
Comentários (8)
Outros posts com as tags: comocomprar, comoescolher, computador, notebooks, pc
comentado por Reinaldo Affonso em novembro 23, 2007
Quando comecei a trabalhar com computadores o tempo para um produto/tecnologia lançado nos Estados Unidos estar disponível no Brasil era no mínimo de seis meses e para que o preço realmente permitisse comprá-lo mais uns seis meses.
Atualmente não dá para reclamar muito quando estamos falando de computadores, pois em alguns casos o lançamento é quase imediato. O que ainda deixa a desejar é o preço dos desktops e notebooks de maior desempenho que devido à necessidade de fabricação local dos componentes acabam ficando em segundo plano principalmente para os fabricantes de placa-mãe que, com toda razão, focam mais a disponibilização de placas para o segmento de menores preços onde a demanda é maior.
O processador e alguns outros componentes não são impactados e podem ser disponibilizados no Brasil simultaneamente ao lançamento mundial se beneficiando dos volumes de produção globais.
Esse paradigma começa a mudar com o anúncio a duas semanas da fabricação no Brasil de placas-mãe Intel pela Digitron. A primeira placa anunciada é uma versão bastante versátil que suporta vários modelos de processadores e conjuntos interessantes de memória e periféricos, trazendo uma opção de alta qualidade para o mercado brasileiro.
Durante o almoço onde a fabricação local foi anunciada um jornalista comentou que sempre viu a Intel como um acelerador na adoção de tecnologia através da rápida disponibilização de placas-mãe de qualidade e utilizando as mais novas tecnologias. Acho essa uma boa definição e mostra que a relevância de ter produção local é muito maior do que a quebra do paradigma de fabricar produtos no Brasil representando também maior acesso às novas tecnologias com muito mais qualidade.
Mais detalhes sobre a placa em D945GCNL
Alguns artigos que foram publicados a respeito:
Intel acerta produção de placas-mãe com brasileira Digitron
Intel faz acordo para produzir motherboard em Manaus
Forte Abraço!
comentado por Sulamita Garcia em novembro 13, 2007
Artigo publicado na revista Linux Magazine Brasil, na edição de Novembro/2007, já nas bancas! Versão em inglês publicada também na e-magazine Intel Software Insights número 10.
“O alcance do movimento Free and Open Source Software tem avançado nos mais diversos setores da sociedade. Muitos gostam de se concentrar na parte teórica e nas implicações ideológicas, que para a maioria é apenas observar o óbvio. Outros gostam de associá-lo à nova forma de compartilhamento que a Internet permite, como os projetos que usam a idéia do Creative Commons. Os músicos se identificam, em sua grande parte, plenamente com a idéia de compartilhar e trocar sons e informações sobre suas obras e as de terceiros.
Eu gosto mesmo é de saber que o Código Aberto impulsiona melhorias. Mais que isso: vemos uma nova fase, onde ele praticamente obriga todos os provedores de tecnologia a prestar atenção ao movimento, estudar e adaptar-se. Todas as previsões apontam profundas mudanças, mudanças estas que há muito tempo anunciávamos.
As companhias produtoras de tecnologia começam a perceber que, mais que prover soluções mais confiáveis, estáveis e de rápida correção, a comunidade de Código Aberto pode ser um grande impulsionador para o uso destas novas tecnologias.
Por exemplo, imaginemos uma determinada empresa que fabrique uma novíssima e revolucionária tecnologia que possibilite uma comunicação de dados muito mais veloz, com várias operações em paralelo, e crie possibilidades para outros tipos de serviço. A empresa está motivadíssima, por todo o esforço investido, a fazer aquele produto realmente fantástico. Então, ela diz aos parceiros de software: “Com esta nova tecnologia, seu software vai rodar muitas vezes mais rápido! Vai possibilitar todas as aplicações que nossos clientes estão pedindo!” Os parceiros também ficam entusiasmados, e todos celebram.
Um ano depois, produtos que utilizam algumas dessas maravilhosas tecnologias finalmente chegam ao mercado. Ou melhor, nem todas, pois os parceiros não dão conta de criar softwares para aproveitar todas as funcionalidades da tecnologia, além de terem que resolver suas próprias falhas. Até lá, aquela mesma empresa inovadora já desenvolveu várias outras novas tecnologias, enquanto aguarda seus parceiros aproveitarem as tecnologias já antigas.
Então, a empresa ouve alguns dos seus funcionários dizerem: “sabe, deveríamos investir em projetos de Código Aberto. São milhares de profissionais altamente qualificados ao redor do mundo, e apaixonados por tecnologia. Eles podem nos ajudar a habilitar nossos novos dispositivos para os milhões de usuários de sistemas abertos: basta darmos acesso e ferramentas a eles. O custo do desenvolvimento é muito baixo e, além de problemas serem rapidamente resolvidos, isso tudo permite que eles ainda inventem novos usos para nossos produtos. E você vai ficar verdadeiramente surpreso com a rapidez com que isso acontece.” Parece interessante, não?
E assim, a empresa fabricante da tecnologia inovadora felizmente aprendeu que não precisa depender exclusivamente da disponibilidade de seus antigos companheiros proprietários para disponibilizarem o resultado de seu trabalho para seus usuários finais. Ela descobriu rapidamente que usuários satisfeitos elogiavam e faziam propaganda dos seus produtos, pois os drivers eram abertos. Entusiasmada, a empresa descobriu que investir em comunidades e empresas de Código Aberto davam resultados ótimos, e eles podiam voltar a criar novas melhorias e tecnologias ainda mais rápidas e poderosas. Enquanto isso, desenvolvedores estudavam essas tecnologias e lhes davam vida.
Agora é divertido ver tantas grandes empresas pensando: “não é que eles estavam certos?”. Mas, calma, ainda não somos maioria. Temos muito caminho para chegar lá. Mas que é boa a sensação de “eu disse, eu não te disse?”, isso é.”
comentado por Sulamita Garcia em novembro 5, 2007
A Linux Foundation - Fundação Linux - está promovendo pelo terceiro ano consecutivo a pesquisa sobre o uso de Linux no Desktop. Esta pesquisa acompanha a adoção do sistema operacional aberto mais conhecido, mas também tem outros objetivos. Nos anos anteriores, este esforço ajudou a identificar as prioridades e concentrar o trabalho em áreas onde havia maior demanda. Baseado nisto, grupos de trabalhos foram criados para melhorar as áreas de impressão e suporte wireless, por exemplo. Estes grupos de trabalho integram desenvolvedores, empresas e usuários para aprimorar e integrar as soluções nestas áreas.
A pesquisa está disponível em Português, Inglês, Espanhol, Francês, Alemão, Russo, Japonês e Chinês.
A Linux Foundation é uma organização sem fins lucrativos dedicada a fomentar o crescimento do Linux. Foi fundada em 2007 com a junção de dois grupos, o Open Source Development Labs e o Free Standards Group. A Fundação patrocina o trabalho de Linus Torvalds, criador do Linux, e é apoiada por empresas e desenvolvedores ao redor do mundo. A Fundação promove, proteje e padroniza Linux provendo recursos unificados e serviços necessários ao código aberto. A Intel é uma das apoiadoras de longa data do grupo, desde o OSDL.