comentado por Mauricio Ruiz em dezembro 31, 2009
Vamos para o último texto dentro da sequência que fala sobre o trabalho da CPU e placa gráfica, mostrando alguns conceitos envolvidos. O último texto irá tratar dos gráficos online, cada vez mais comuns na vida das pessoas e empresas. Para quem tiver dificuldades de entender alguns dos conceitos apresentados, sugiro ler as partes I e II.
Entre os diversos conteúdos gráficos acessados online, os conteúdos 2D são os mais frequentes. Assistir videos e filmes, acesso a redes sociais, ver e manipular fotos, surfar na internet, escutar música, executar aplicações online, são exemplos de conteúdos 2D manipulados online. Entretanto, os conteúdos 3D vem ganhando espaço e a expectativa é que tenhamos muito mais conteúdos 3D no futuro, à medida que as tecnologias envolvidas no processo vão se desenvolvendo (telecomunicações, criação, etc). Exemplos de aplicações 3D online incluem Jogos 3D e aplicações como Google® Earth. Como já apresentado anteriormente, a melhora da apresentação do conteúdo 2D tem uma relação direta com a CPU do computador. Para os conteúdos 3D, voltamos à discussão apresentada na Parte I, onde uma placa de video externa fornece uma experiência muito melhor para o usuário. O nosso foco aqui será no efeito que a CPU causa na apresentação de videos 2D.
Assistir videos online vem se tornando o modelo de uso de PC com maior crescimento nos últimos anos. Como dito anteriormente, este modelo requer capacidade gráfica 2D.Como é o processo de assistir a um video online? O video pode ser streamed (enviado para o seu computador à medida que ele vai sendo tocado. Ex: YouTube) ou pode ser baixado e armazenado em um dispositivo local, como o Hard Disk. Geralmente, a página web irá requisitar a um tocador de video construido dentro do website onde o video está, como no YouTube (conteúdo é no formato Flash) ou o video será codificado junto com o tocador (ex. Flash Video ou FLV*). Estes videos serão, geralmente, embutidos dentro de uma página e começarão a tocar sem que o usuário precise intervir. Outras vezes, o website irá requisitar ao usuário para baixar e instalar um aplicativo na máquina para tocar o video. Muitas vezes, estes aplicativos fazem uso dos aceleradores de HW, como explicado na parte II. Um exemplo é o QuickTime. Vamos analisar um caso comum para que tenhamos algumas informações sobre definições, resoluções e operações. O caso será o download de videos do YouTube. YouTube realiza streaming do video para o usuário. Os arquivos do YouTube são armazenados no formato .FLV (Flash Video). Eles usam o codec Flash Sorenson. Os videos tem 3 diferentes tipos de resoluções, como abaixo:
- SD:
o Resolução de Tela: 320 x 240
o Bit-Rate: ~200 kbps
o Frame Rate: 30 fps
- HQ:
o Resolução de Tela: 480 x 360
o Bit-Rate: ~900 kbps
o Frame Rate: 30 fps
- HD:
o Resolução de Tela: 1280 x 720
o Bit-Rate: ~2 Mbps
o Frame Rate: 30 fps
Fizemos um teste com 2 videos da Campanha Sponsors of Tomorrow (no Brasil, apaixonados pelo Futuro) para ver como ficava a utilização da CPU. Usamos um processador Intel® Core™2 Solo ULV SU3500 com um chipset GS45. Para facilitar, vamos chamar os videos de A e B
Quando executamos os 2 videos com a resolução SD, o consumo de CPU ficou entre 25-35%.
Quando executamos o video A em HQ, a utilização da CPU ficou entre 35-45%.
Quando executamos o video B em HD, a utilização da CPU ficou entre 70-80%.
Hoje em dia não temos aceleradores de HW para Flash, o que torna o processo de tocar videos em Flash, principalmente com uma resolução melhor, de alto consumo de CPU. Este cenário deve mudar nos próximos anos, pois devemos ter aceleradores de Flash sendo incorporados no HW.
Enquanto não temos este tipo de acelerador, vale notar que os conteúdos de maior resolução consomem muita CPU e podem dificultar atividades multitarefas. Se o usuário rodar mais de um aplicativo (ou video) poderá começar a ter os efeitos indesejados de oscilação da imagem, o que torna desagradável assistir ao video.
Em resumo, assistir videos online vem se tornando um grande modelo de uso. Dentro deste modelo, uma CPU potente pode lhe entregar uma operação tranquila do computador e uma melhor experiência ao assistir videos. Para conteúdos 3D, que devem ter um grande crescimento nos próximos anos, a utilização de placas de video externa pode se tornar necessária e melhorar a qualidade do conteúdo sendo visto.
comentado por Mauricio Ruiz em dezembro 28, 2009
Para quem está começando a ler sobre o assunto, sugiro ler o blog anterior chamado CPU e Placas Gráficas - Parte I. Ele possui um vocabulário básico e pode ajudar na compreensão de alguns itens deste blog. Seguindo a linha do primeiro artigo, este aqui vai tratar do processamento de videos e como CPU e placa gráfica trabalham em conjunto. Isso ajudará a identificar potenciais gargalos, o que olhar na hora de montar um sistema e derrubar alguns mitos. Vamos lá.
Para começar, vamos discutir o que é um video. Um video é uma sequência de imagens paradas capturadas a uma taxa de 30 ou mais frames por segundo, representando as cenas em movimento. Em um PC, os videos são guardados em um formato especial que é geralmente compactado para reduzir o tamanho dos arquivos. Um arquivo de video tem basicamente 2 atributos, que usaremos na sequência:
- File Container: determina o formato de armazenagem
- Codec: indica como o filme foi codificado.
O processo de geração de um video pode ser descrito pelos seguintes passos:
- Video é criado em uma câmera
- Video é movido da câmera para o PC. Neste processo o video é codificado (encoded) em um formato amigável para o PC. No processo de encoding, é aplicado um algoritmo de compressão que faz um balanço entre a qualidade do video e tamanho do arquivo. Este algoritmo é o chamado codec. Codecs mais comuns são H.264, MPEG2, VC1, Sorenson, etc.
- Após sofrer o encoding, o arquivo de video é colocado em um container (um formato de video, exemplo, AVI, WMV, MPG, MOV, etc. ) que indica como o arquivo está armazenado e possivelmente como ele foi codificado, isto é, qual codec foi usado para codificar o video. Se um video é editado, ele também é codificado ou re-codificado para o formato desejado, como descrito acima.
O que é um video High Definition? É um conteúdo apresentado com incrível nível de detalhes ou mair fidelidade à imagem real do que o conteúdo em definição padrão (SD). Existem 3 tipos de conteúdo HD:
- 720p (resolução 1280x720, progressive scanned)
- 1080i (resolução 1920x1080, interlaced scanned)
- 1080p (resolução 1920x1080, progressive scanned) Devido ao fato dos videos HD serem mais data intensivo do que os videos SD, existe uma variedade de outras tecnologias de compressão ou codecs para serem usados.
Bit Rates: um outro termo que aparece muito em videos de alta definição são os bit rates. Eles indicam a quantidade de informação codificada em um arquivo de video (ou audio). Em geral, quanto maior for o bit rate, melhor será a qualidade. Alguns bit rates típicos:
- Blue-Ray* DISC 40 Mbps
- SD DVD 5 a 8 Mbps
- SD YouTube* 200 Kbps
Observe como o padrão Blue-Ray armazena um volume muito maior de dados de um video. Isso é que dá a qualidade superior de imagem e audio quando comparado com DVD padrão e ou o padrão do YouTube.
Como um video é tocado no seu PC? O processo básico é muito simples. Ele consiste no seguinte:
- Arquivo de video que está no seu computador, foi enviado por email ou é baixado da Internet é aberto
- A aplicação de video para tocar o video abre o file container. A aplicação deve ser compatível com o formato do container (veja se a aplicação lê arquivos com a extensão do seu arquivo de video). Se for compatível, o processo de decodificação (decode) irá iniciar.
- O video é decodificado pela CPU ou por um acelerador que está no chipset, em um chip de terceiro ou numa placa gráfica externa.
- Se o codec for reconhecido, CPU manda para a placa de video o que deve ser pintado. A placa de video pinta as imagens na tela. Se o codec usado para codificar o arquivo não for reconhecido, uma mensagem de erro aparecerá na tela do computador. Você deverá instalar o codec ou aplicação de tocar video correta.
Acelerador de Hardware para HD: Para acelerar o processo de decodificação de videos há alguns anos começaram a ser introduzidos componentes de hardware com função fixa de decodificação para alguns formatos em High Definition (HD). Primeiro os aceleradores apareceram nas placas de video externas, depois eles começaram a aparecer dentro do chipset (que é mais barato) e estamos próximos de começar a ver isso integrado dentro do soquete da CPU. Quando o formato de codificação permite a utilização do acelerador, a CPU simplesmente abre o container e passa para o acelerador a função de decodificação, liberando a CPU para outras funções. Ainda não temos aceleradores para todos os formatos possíveis. No caso de decodificação de um video cujo formato não tenha implementação de acelerador no equipamento sendo usado, a CPU irá realizar a decodificação do video.
Como medir o desempenho de um equipamento para executar videos? Apesar de serem utilizados algumas técnicas e benchmarks, a verdade é que a indústria ainda não possui uma forma objetiva e largamente adotada para medir a qualidade de videos, principalmente em HD. Algumas empresas apresentam a utilização de CPU, sozinha, como forma de medir a experiência do usuário em assistir a um video. A utilização de CPU pode indicar a presença de acelerador de Hardware na máquina (maior utilização de CPU indica que o acelerador não está presente), mas outras métricas precisam ser usadas para medir a experiência do usuário em assistir ao video. Existem muitos fatores que podem impactar a qualidade do video sendo apresentada. Alguns exemplos são:
- A qualidade do video original (aquele presente na filmadora) tem grande importância no material final produzido.
- Codec: alguns codificadores reduzem demais o tamanho do arquivo, o que significa que dados para reproduzir com fidelidade a imagem também foram perdidos. Olhar o bit rate é muito importante para definir o tipo de codec a ser usado e ter uma imagem de qualidade.
- Local de armazenamento do video: o local onde o video está armazenado precisa ter velocidade para fornecer o video sem que hajam pausas ou "soluços". Basta ver um video na internet acessado com conexão discada. Em geral, o video não roda continuamente e compromete a experiência do usuário.
- Desempenho do PC: conforme escrito anteriormente, o balanço entre CPU e placa gráfica deve existir para eliminar gargalos e o video poder fluir regularmente.
- Utilizar os drivers e aplicações de video apropriadas e atualizadas para fornecer a melhor experiência para o usuário
Em resumo, para ter uma qualidade de video que agrade ao usuário, a melhor forma de fazê-lo é realizando alguns testes visuais e prestando atenção nos elementos acima. Espero que tenha ajudado a compreender um pouco mais como funcionam CPU e placa gráfica dentro do seu computador. Abraços.
comentado por Mauricio Ruiz em dezembro 28, 2009
Recentemente, estive lendo e fazendo alguns treinamentos sobre parte gráfica, como ela funciona e a sua relação com os processadores (CPUs). Achei o assunto muito interessante e resolvi escrever sobre ele. Este é o primeiro blog sobre o assunto. Primeiramente, gostaria de apresentar alguns conceitos que serão uteis para entender a parte gráfica dos computadores.
- Gráficos 2D: a maioria do que você vê no seu PC utiliza-se de gráficos em 2 dimensões, chamados 2D. Fotos, Video, Email, web, ... tudo está em 2D. Nestas imagens ou representações, não há a sensação de profundidade. Basicamente, o processamento necessário é para fazer o desenho da imagem no seu monitor.
- Gráficos 3D: refere-se ao uso de representações de dados geométricos tridimensionais. Com ele, você obtém os dados para o desenho de um objeto que tenha largura, altura e profundidade, executa uma série de cálculos e desenha o objeto na tela do computador, mantendo as 3 dimensões mencionadas (altura, largura e profundidade). A representação de um objeto tridimensional em um equipamento bidimensional como o monitor requer muito cálculo e banda. A aplicação 3D mais comum para os usuários são os jogos que chamamos de high-end. Ou seja, aqueles que apresentam uma grande riqueza nas imagens e na interação do usuário com o jogo. As placas gráficas integradas ou externas (placa adicional) suportam gráficos 2D e 3D. Tipicamente, quanto maior for a resolução, maiores são os efeitos visuais ou a realidade da imagem 3D. Isso também irá requerer grande poder de processamento para gerar estas imagens.
- Frames por segundo (fps): as imagens são formadas pela exibição de uma série de imagens a uma determinada velocidade. Esta sequência de exibições é que causa a percepção de movimento de uma imagem. Sem entrar em detalhes técnicos, podemos considerar cada imagem como sendo um frame. A medida frame por segundo indica a velocidade com a qual os frames (imagens) serão mostrados no monitor do seu computador. O olho humano percebe um movimento constante (fluido) quando a sequência de imagens é mostrada em certas taxas de frames por segundo. Filmes e videos tipicamente são mostrados a uma taxa de 24-30 frames por segundo. O video parece estranho se mostrado a uma taxa menor do que 24. Em compensação qualquer coisa acima de 60 fps pode não ser notado pelo olho humano. Quando falamos sobre jogos 3D, temos usualmente duas outras métricas: compatibilidade e jogabilidade. Compatibilidade significa que você pode lançar e executar um aplicativo sem erros. Isso geralmente significa que o hardware pode suportar os comandos gráficos DirectX e OpenGL. Quando nos referimos a jogabilidade, significa que o jogo fornece taxas de frames (frames por segundo) rápidas o suficiente para que os jogadores experimentem um determinado nível de fluidez visual e resposta do sistema. Geralmente isso significa que o jogo deve funcionar com taxas acima de 30 fps (métrica varia por jogo). Tendo estes conceitos em mente gostaria de falar um pouco sobre os benefícios que um upgrade de processador e de uma placa de video externa podem trazer. Dependendo do trabalho que você queira realizar no computador, um bottleneck (ou estrangulamento) pode ocorrer. Lembre-se que o nosso objetivo final é produzir frames por segundo suficientes para termos uma boa visualização dos objetos 3D e/ou uma boa interação com o jogo. Num processamento de um jogo, basicamente os seguintes passos ocorrem: baseados em interações do usuário, a CPU realiza uma série de cálculos para gerar as novas imagens que devem ser apresentadas no monitor. Uma vez que estas imagens estão formadas, elas são passadas para a placa gráfica (ou para o processador gráfico). Este, por suas vez, interpreta todos os dados enviados pela CPU e realiza o desenho das imagens que aparecem no monitor, com todos os seus detalhes. Dois bottlenecks (estrangulamentos) podem acontecer. O seu processador pode não ser rápido o suficiente para processar todas as interações do jogo. Com isso, a placa gráfica fica esperando pelos dados que ela precisa para desenhar (render) a imagem. Neste caso, você precisa de um processador mais rápido. Se o processador está produzindo os dados para a imagem mais rapidamente do que a placa gráfica consegue recebê-los e traduzi-los em imagens, um upgrade de placa de video é necessário. Para jogos 3D, é necessário ter um grande processador como uma grande placa gráfica. Somente com um sistema balanceado entre estes componentes é que fornecerá a melhor experiência de jogo. Abaixo eu estou passando um exemplo ilustrativo do que pode acontecer mudando os dois componentes (os dados abaixo devem ser usados somente para ilustrar os conceitos uma vez que os testes não foram realizados com excessivo cuidado, como é feito em testes de performance oficial)
- Base: Processador Celeron E3300 com placa de video onboard (componentes como placa mãe, memória e fonte são mantidos em todas as variações abaixo)
- Upgrade para um Pentium E6500
- Melhora de 1.3 X no fps
- Comentário: Melhorou o volume de dados produzidos pelo processador
2. Colocação de placa de video externa Nível Médio
- Melhora 15 X mais fps
- Comentário: Melhorou a velocidade de rendering das imagens
3. Colocação de placa de video externa Nível Alto
- 15 X mais fps
- Comentário: Não melhorou com relação ao anterior. Isso significa que o processador é o
gargalo e precisa de um upgrade
4. Placa de video externa Média com processador Pentium 6500
- 19.7 X mais fps
- Comentário: Um simples upgrade de processador quando usando uma placa gráfica
externa média leva a um aumento de + 20% no fps. Isso é bem mais barato
do que migrar para uma placa mais cara, que não trouxe benefício
esperado.
Em resumo, o que o exemplo mostra é que o balanço entre uma boa placa gráfica e um bom processador é que irá trazer os benefícios que o usuário deseja. Somente realizar upgrade de um dos elementos pode não resolver os gargalos que o sistema possui. Lembre-se disso quando escolhendo um sistema para processamento gráfico 3D. Na parte II deste assunto eu irei escrever um pouco sobre o processamento de videos. Abraços.
comentado por Bruno Domingues em outubro 20, 2009
Conforme discutido no post anterior, onde examinamos o modo provisionamento de um equipamento vPro usando PKI, agora vamos explorar como fazê-lo usando o modo PSK (Phase-Shift Keying).
Neste modo, o sigilo entre o vPro e o servidor que hospeda as configurações é feito via chaves simétricas, portanto neste modo é necessário que seja trocado a chave simétrica ou o segredo entre o servidor e o cliente. No jargão do vPro chamaremos isso de par PID/PPS, onde o PID é o identificador da chave a ser utilizada e o PPS é de fato a chave usada na cifra.
Essa abordagem do ponto de vista técnico é a mais simples por não haver grande dependência da infra-estrutura de rede em relação ao PKI, porém tem o inconveniente de necessitar que “toquemos” em cada máquina para gravar o PID/PSS no AMT da máquina, diferente do PKI. Apesar de o processo ser otimizado utilizando para isso pen-driver USB, ainda é necessário iniciar a máquina com ele inserido e aguardar alguns segundos para que o AMT leia e grave a chave na sua memória.
Vamos ver como seguir com esse modelo…
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comentado por Maô Guimarães em outubro 20, 2009
Depois de três semanas de disputa acirrada pelas exclusivas camisetas do nosso ídolo Ajay Bhatt, co-inventor da tecnologia USB, o Concurso Cultural Rock Star chega ao fim. Nesse período, 150 camisetas foram distribuídas entre os seguidores da Intel Brasil e dos blogueiros parceiros:
E chegou a hora de conhecer os últimos ganhadores:
- @bruno_miranda
- @edsongatto
- @clauchow
- @Wavel
- @quagliato
- @EsterBeatriz
- @allanrolim
- @Tahi_myle
- @pedroaugusto
- @pablosaraiva
- @MarianaMari
- @rautemberg
- @Meirelavinia
- @mkbusiness
- @juliomartini
- @pauloestevao
- @luanfr
- @F_Xavier
- @unchato
- @lmaiacampos
- @fernandes1
- @thaistoda
- @DioGo_Guimaraes
- @vanessastein
- @medeiross
- @CarlaFerro
- @PCDAAR
- @raiodanoite
- @Carlinha_Braga
- @adoropromocoes
- @Dnl2Silva
- @NOEMIBARROS
- @twitteirolouco
- @Dona_Joca
- @alikust
- @kixiani
- @guilhermm
- @KamilaRios
- @guilhermend
- @cOOrujinha
- @eduardodomit
- @ViviBhUai
- @_leonardo
- @carlostomaz
- @D_Gurgel
- @edermodanez
- @gabrielsid
- @Kazuuuu
- @spencer_stachi
- @glazzari
A equipe organizadora do Concurso Cultural entrará em contato com todos via direct message (DM) do Twitter, e eles terão até 48 horas para responder fornecendo seus endereços de e-mail.
Parabéns aos ganhadores e muito obrigado a todos, seguidores e parceiros, pela participação! :-) Esperamos que vcs tenham gostado!
comentado por Bruno Domingues em outubro 15, 2009
Em julho haviamos divulgado a disponibilidade das capacidades de gerenciamento de equipamentos vPro no CACIC 2.4, porém naquele momento havia uma versão especifica do CACIC para vPro e outra sem vPro. Agora, graças ao Adriano dos Santos Vieira, provavelmente o maior contribuidor do CACIC, conseguiu fazer a separação do código CACIC do vPro e torná-lo como um plug-in.
Agora a versão plug-in do vPro para o CACIC pode ser baixado do Portal do Software Público
Aguardem mais novidades nos próximos dias.
Abraços e até a próxima
comentado por Maô Guimarães em outubro 13, 2009
Temos o prazer de divulgar a segunda lista de vencedores do Concurso Cultural “Rock Star - Seja nosso ídolo”. Todos receberão em casa a exclusiva camiseta do ídolo Ajay Bhatt, co-inventor da tecnologia USB. Se você ainda não ganhou a sua, não perca tempo! Você tem só até o dia 15 de outubro para participar. Confira a lista de ganhadores da segunda semana:
- @_leosiqueira
- @ajastagayatri
- @alexandre_oJaPA
- @allimaclnnes
- @BrunoZP
- @Cezar_AMC
- @cinthyaruys
- @CYBORG_T101
- @DouglasBorges
- @douglasrbrito
- @eduxxxdudu
- @elias_era
- @elidepiquena
- @emanoelevaristo
- @FelipeWove
- @feolivia75
- @Fga_FlaviaVrena
- @gabrieltrindade
- @GamesHardware
- @hidek_i
- @henriqueorsi
- @hugotorquetti
- @IsaacHilton
- @jdeiro
- @jfernandesjr
- @JonasTerceiro
- @juliocamara
- @juliofmendes
- @Kaio_under
- @KarlusChapman
- @Leozitow
- @maisantos
- @maismicro
- @marco_damaceno
- @mardenbatista
- @mariobni
- @marquinho
- @martinstiago
- @MEIRECCB
- @MeNogueira
- @mneubert
- @nicolasar
- @nomemarcos1
- @planetagloss
- @prisciladpaula
- @richardplacido
- @rmdg07
- @RobsonAlvesBH
- @romulorj
- @sahstacy
- @stone_1122
- @ticasa
- @vivicalenzo
- @woahds
- @zelff
A equipe organizadora do Concurso Cultural entrará em contato com todos os ganhadores via direct message (DM) do Twitter, e eles terão até 48 horas para responder fornecendo seus endereços de e-mail. A última lista será publicada no dia 19 de outubro.
Obrigada pela participação de todos, e esperamos que gostem de suas camisetas! Aos que ainda não ganharam, ainda há chances ;-) Boa sorte!
comentado por Bruno Domingues em outubro 6, 2009
No post passado, havíamos discutido a respeito das diferentes estratégias e formas de realizar a ativação da tecnologia Intel vPro dentro da organização, agora vamos discutir especificamente o modo Enterprise usando infra-estrutura de chaves públicas (PKI). A opção por começar a discorrer por este método é porque este normalmente é o mais recomendado, pois permite que possa ser feito a ativação do vPro sem precisar tocá-lo, e portanto caso alguns dos requisitos de infra-estrutura não estejam presentes, significa que será necessário optar por outro método.
O Processo de Ativação em Modo Enterprise: PKI
Por padrão, os equipamentos vPro já vem configurados de fábrica para funcionarem em modo enterprise com a opção de PKI habilitada, portanto a seqüência de eventos que se sucede quando essa máquina é energizada e conectada ao cabo de rede são:
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comentado por Bruno Domingues em outubro 5, 2009
Este post, será um de muitos que tratará especificamente sobre o uso da tecnologia Intel vPro. Assim como qualquer outra peça tecnologica, é necessário configurá-la de acordo com os requisitos de operação, segurança e modelos de uso dentro do contexto da organização. Bem, então para começarmos do inicio, vamos iniciar discutindo a respeito do modelo de provisionamento, que viria a ser a configuração inicial do equipamento de acordo com os parâmetros de infra-estrutura que o computador vPro estará inserido.
Há basicamente duas estratégias de provisionamento: Small Business ou Enterprise. O modo Small Business, é aquele onde toda a configuração do vPro é feito nele próprio e de máquina por máquina, e é recomendado exatamente para os casos onde pela quantidade de máquinas é mais fácil/econômico ter a configuração realizada em cada um dos equipamentos do que manter um servidor que distribuirá a configuração para parque. O modo Enterprise por sua vez, reserva todos os recursos de gerenciamento da configuração de forma centralizada, sendo o mais recomendado quando existe uma quantidade de equipamentos que justifique o uso de um servidor de configurações e/ou que possa equipamento em localidades onde não se viabilize a configuração local dos equipamentos.
Uma excelente fonte de referência a respeito da configuração de equipamentos em Small Business pode ser baixada aqui
A abordagem Enterprise, é bastante flexível, exatamente para permitir que se possa integrar a tecnologia vPro a diferentes configurações de rede e portanto pode gerar um pouco de confusão para quem se inicia nesta tecnologia, pois as vezes o excesso de informação pode também ser uma forma de censura, portanto a idéia aqui não é discorrer sobre detalhes de configuração, mas sim apresentar formas de escolher a melhor arquitetura/estratégia a ser adotada.
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comentado por Maô Guimarães em outubro 5, 2009
Chegou a hora de conhecer os primeiros ganhadores das exclusivas camisetas do Ajay Bhatt, co-inventor da tecnologia USB e ídolo da Intel. Se o seu nome não estiver na lista, não desista! O Concurso Cultural “Rock Star - Seja nosso ídolo” continua até 15 de outubro. Confira a lista de ganhadores da primeira semana:
- @Allameda
- @andrefaure
- @andrelauer
- @barbaaa
- @bart1_178
- @bonibr
- @carlosesposito
- @claudiojwa
- @CrociDB
- @cunhasergio
- @CyberGeekBR
- @Danibron
- @edufettermann
- @felixfabri
- @ferbittencourt
- @fernandofussuma
- @fsvxavier
- @Guidolino
- @hug_o
- @icewarp
- @jaderfranca
- @jpgnunes
- @jramos871
- @lainesares
- @lara26sp
- @leandrosarubbi
- @LetsS2
- @lidiazuin
- @LiegeMS
- @LionRobert
- @Lukekoehler
- @mateusschmitt
- @MCAB1
- @McMarceloMoreno
- @Mishiran
- @miuradaniel
- @NaSorte
- @Raquel_lol
- @renatoluna
- @renerib
- @rikim
- @Sophos_
- @viniciusbene
- @Weltonluis
- @wsbessa
A equipe organizadora do Concurso Cultural entrará em contato com todos os ganhadores via direct message (DM) do Twitter e eles terão até 48 horas para responder fornecendo seus endereços de e-mail. Como nessa primeira semana só tivemos 45 ganhadores, na segunda serão 55 os felizardos - ou seja, ainda mais chances para você levar o prêmio para casa. A próxima lista será publicada no dia 13 de outubro.